Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Social Life: uma rede de relacionamentos onde só entram brasileiros ricos e famosos


Imagine uma rede de relacionamentos onde só entram pessoas ricas, poderosas, famosas e cheias de luxo, estilo e glamour. O que aconteceria lá dentro? Quem seriam os poucos privilegiados que habitariam essa “rede de ouro”? O que eles discutiriam em fóruns? Quais produtos desejariam comprar ou vender? As respostas a todas essas perguntas você só vai descobrir se fizer parte do mundo da fama ou dos afortunados.
Os brasileiros acabam de ganhar a Social Life, uma rede privada de relacionamentos que promete agitar o círculo social dos titulares de contas bancárias generosas ou daqueles que têm o rosto estampado nas mais renomadas publicações midiáticas do país. A idéia é reunir vips com interesses comuns.

Nela, os associados vão poder fazer amigos do mesmo convívio social, trocar experiências e adquirir informações sobre produtos e serviços de luxo.
A proposta da Social Life é promover uma forte conexão entre todos os interessados no segmento. Para os empresários do mercado de luxo, oferece o público-alvo perfeito. Para os consumidores mais exigentes, a Social Life vai ser uma vitrine de excelentes oportunidades. Além disso, os associados vão poder trocar informações valiosas sobre os melhores restaurantes, hotéis, as mais requintadas lojas e muitos outros detalhes que interessam aos colunáveis e ao público mais “top” da pirâmide social. E tudo feito com muita segurança e confidencialidade das informações. Isso porque a Social Life é uma rede privada de relacionamentos.
Para desfrutar deste refinado ambiente é preciso tornar-se um associado, o que não é uma tarefa fácil. Todos devem passar por duas etapas. A primeira etapa consiste no cadastro dos dados pessoais no endereço (www.sociallife.com.br). Esses dados serão analisados por uma Comissão da Social Life, que decidirá pela aceitação ou não do cadastrado, tendo como base uma série de pré-requisitos. Se for aceita, a pessoa vai então efetivar sua associação. Após o mês de fevereiro, o processo de entrada no site somente poderá acontecer mediante convite de um associado e aprovação da comissão.
Fonte: Assessoria

O que os brasileiros ricos e famosos têm em comum?


A resposta é simples e transborda novidade: Social Life. O mercado de luxo brasileiro acaba de ganhar uma rede social privada de relacionamentos voltada exclusivamente para o público mais exigente e afortunado do país. Trata-se do Social Life, uma rede social que promete movimentar essa fatia de mercado que cresce em média 15% todos os anos.
A Social Life (www.sociallife.com.br) deve reunir celebridades, socialites, empresários bem sucedidos e outras personalidades. A idéia é conectar em um único espaço, brasileiros com os mesmos interesses, para que eles possam trocar idéias, contar suas experiências, fazer amigos, criar blogs, fóruns, agendar e participar de eventos.

Um dos diferenciais da Social Life está no fato de ser uma rede privada de relacionamentos. Isso garante total segurança, privacidade e credibilidade em todos os dados e ações. Essa rede terá monitoramento constante para proporcionar a ordem interna. Dessa forma, não será possível a criação de perfis com dados falsos ou a divulgação de conteúdo agressivo.

Sem dúvida, a rede está trazendo uma proposta inédita ao Brasil. Para fazer parte do seleto grupo de associados, as pessoas devem atender a uma série de requisitos. Inicialmente, o processo de associação terá duas etapas: no primeiro momento, qualquer pessoa pode realizar o cadastro no site e também convidar seus amigos. Depois disso, uma equipe da Social Life vai analisar todos os dados cadastrais e aprovar apenas aqueles que estiverem de acordo com os requisitos propostos inicialmente. Os aprovados receberão um e-mail para prosseguirem com a associação. Esse período de cadastramento aberto ao público acontece somente até o mês de fevereiro. Passado esse tempo, somente conseguirão adentrar a essa misteriosa, restrita e luxuosa rede de relacionamentos, aqueles que receberem o convite de um amigo já associado.

Portanto, se você é um apreciador do envolvente mundo do luxo, glamour e poder e tem interesse em fazer contatos com pessoas do seu círculo social, a Social Life é o lugar certo. A primeira etapa do processo de associação já pode ser feita no endereço www.sociallife.com.br. Se você tem curiosidade em conhecer o mundo dos ricos e famosos, mas não faz parte desse círculo, vai ser difícil desvendar o que acontece nessa secreta rede de relacionamentos onde somente os que têm estilo, luxo e glamour podem adentrar.
A rede ainda está premiando com notebooks os cadastrados que conseguirem levar ao menos 25 associados para a Social Life. Não se trata de sorteio nem de competição. Basta convidar os amigos para o site de relacionamentos, torcer para que eles consigam ser aprovados pela Comissão Interna e efetivem suas associações.

terça-feira, 24 de julho de 2007

Busca social ou social search

Elemento humano e mecanismos de busca em perfeita sintonia.

Que a pesquisa simples dos motores convencionais de busca atende às necessidades corriqueiras dos internautas, isso já sabemos. A novidade ou o ‘pulo do gato’ dos que necessitam informações de qualidade superior são as ferramentas de busca chamadas ‘sociais’.

Sociais porque fazem uso do mais inteligente ferramental: o cérebro humano. E mais, da interação e da colaboração online entre os internautas. O famoso princípio da web 2.0 funciona perfeitamente nesse tipo de ferramenta.

Iniciativas como o Open Directory Project (disponível em inglês, francês, espanhol e alemão), diretório organizado por editores voluntários que categorizam a informação em sub-temas; e o SobreSites (nacional); são elaboradas por editores voluntários e especialistas em suas áreas que formam uma rede de informações aberta a todos os assuntos e classificada, organizada.

A diferença da busca social para os motores de buscas convencionais é que a primeira trabalha com a colaboração e a interação entre as pessoas como forma de dispor a informação e a segunda, faz uso apenas da tecnologia, oferecendo, muitas vezes, informação sem utilidade para quem fez a pesquisa.

As buscas sociais se distinguem das enciclopédias ou dos projetos colaborativos, pois não há produção de conteúdo, apenas reunião, segmentação, classificação, ‘empacotamento’ e oferta para o consumo.

A combinação motor de busca, organização da informação e intervenção humana torna o processo mais assertivo e relevante para o internauta que realizou a busca.

Ainda há espaço no segmento das buscas pela web

Recente pesquisa da ComScore apontou um dado interessante no mercado das buscas em junho: cerca de 13% das buscas na internet originadas nos Estados Unidos, durante o mês, foram efetuadas pelo site da Microsoft (aumento de 2,9 pontos percentuais em relação a maio), o que acarretou na conquista de share de mercado que antes era pertencente ao Google e ao Yahoo!.

Embora o Google continue na liderança com 49,5% do segmento de buscas, seguido por Yahoo com 25,1% e Microsoft com 12,8%, ainda há um espaço a ser explorado neste segmento.

Conforme já havíamos comentado anteriormente, a busca pura e simples passa a ceder espaço para a busca social, aquela na qual a intervenção humana tem valor e faz a diferença.

Outro ponto que vale ser comentado é que ainda assistiremos a muita disputa pela preferência dos internautas neste segmento. Audiência para esses sites significa mais publicidade e, portanto, mais investimentos para os acionistas.

segunda-feira, 23 de julho de 2007

5 dicas para melhorar o resultado do e-mail marketing

Preocupe-se com a apresentação da mensagem
Otimize o nome do remetente e assunto da mensagem. Geralmente, o nome do remetente é o que determina se o e-mail marketing será deletado. O assunto é o que motiva as pessoas a abrirem o e-mail. Já existem ferramentas de e-mail marketing que contemplam recursos para visualização de como o nome do remetente e o assunto serão exibidos em diversos provedores e programas de e-mail.

A apresentação da sua mensagem pode ser prejudicada por conta dos diversos provedores, portanto, evite o uso do CSS, Java Script e formulários.

Trabalhe o formato da mensagem em uma área máxima de 450 pixels de largura e deixe a altura o menor possível para evitar barra de rolagem.

Simplifique a mensagem
Os profissionais tendem a enviar as mensagens sobrecarregadas de ofertas, provocando rejeição por parte dos destinatários. Simplifique o conteúdo.

Concentre-se na mensagem principal, ela levará o destinatário ao objetivo da ação.

O topo da mensagem é visualizado primeiro, utilize-o para a identificação da empresa e para transmitir o objetivo da ação.

Se a mensagem estiver clara e objetiva, será transmitida não apenas para os que costumam ler, mas também para os destinatários que visualizam rapidamente.

Não utilize apenas imagens. Deve haver um equilíbrio entre textos e imagens.

Lembre-se de diferenciar as mídias offline e online. Cada uma requer sua própria abordagem.

Considere o hábito de visualização do destinatário
Seus clientes não interagem com o e-mail marketing da mesma forma que o fazem com a mídia impressa ou páginas da web. Diagrame a mensagem de forma que a informação fique pertinente com a ação.

Imagens podem ser bloqueadas em muitos programas de e-mail. Para que a mensagem principal não seja perdida, inclua sempre um texto alternativo nas imagens (Alt Tags).

Não esqueça que alguns leitores de e-mail não aceitam Html, portanto, inclua sempre a versão texto (plain text).

Preocupe-se com a entrega
Lembre-se que antes de ser entregue na caixa postal dos destinatários, a mensagem é submetida a rigorosos filtros anti-spam. Existem diversos filtros e, dentre eles, há o filtro por palavras, que pontua o e-mail marketing de acordo com as palavras encontradas no texto, podendo classificá-lo como spam. Prefira ferramentas de e-mail marketing que contemplem o teste de spam. Assim, antes do envio, será possível fazer as alterações de texto necessárias, melhorar a pontuação do e-mail marketing e evitar que seja bloqueado por spam.

Respeite o seu destinatário
No processo do opt-in (permissão de recebimento de mensagens eletrônicas), ofereça sempre opções por assunto e frequência de recebimento de mensagens.

Nunca esqueça do double opt-in: envio de mensagem para confirmar e ativar a opção de recebimento.

Deixe clara a sua política de privacidade.

Lembre-se que o destinatário lhe concedeu a permissão para comunicar-se com ele através do e-mail. Não abuse desse privilégio!

* Walter Sabini Junior é CEO da Virid Interatividade Digital, empresa especializada em soluções e serviços de marketing digital
jr@virid.com.br

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Para onde vai a Propaganda? A evolução da publicidade e suas tendências.


Em 2006 o vídeo na internet estourou e mudou o rumo da publicidade e da propaganda. O mais famoso site e o mais acessado entre diversos públicos, o Youtube, virou sucesso porque oferece ao usuário, ou profissionais amadores, espaço e facilidades para mostrarem seu talento. A cada esquina encontramos um produtor de TV, um camera man um editor.

Comerciais criados por consumidores ganham destaque na propaganda que será obrigada a repensar seu modelo. Essa estratégia é cada vez mais usada: a marca convida os usuários a criarem seus próprios filmes que passam por uma votação popular e o mais votado leva o prêmio. Uma forma muito mais barata de se fazer propaganda e com pesquisa grátis, muito inteligente.

É a lógica da democratização da produção e dos meios de distribuição que chega na publicidade. A propaganda participatória afetou o mercado, onde a produção e o acesso democratizado ao conteúdo têm colocado em evidência empresas e mercados até então estabelecidos.

Vivemos na era da interatividade, mas será que a propaganda acompanhou esta evolução?

Na verdade essa evolução é a publicidade online, que deve ser um complemento da publicidade offline, e entre elas há uma grande diferença. A online permite interatividade de alto nível misturada à interatividade emocional. Outro fator é que há um aspecto participativo que vai além do interativo. O participativo começa a se manifestar com a web 2.0. Um grande exemplo são os blogs, onde o usuário participa através de comentários, participa com conteúdo ou na disseminação( como é o caso do viral). O que antes era uma brincadeira de adolescentes “internéticos” se transformou numa gloriosa ferramenta de marketing.

Outra grande mudança que incomoda publicitários por aí é a chegada da TV Digital. O meio de comunicação mais popular e lucrativo do país, a TV, está prestes a sofrer uma revolução que afetará diretamente a propaganda. O “ganha pão” da maioria das agências, os famosos filminhos de 30 segundos, nunca esteve tão ameaçado. A informação vai deixar de ser imposta pelas redes e vai passar a ser escolhida pelo usuário (mais uma vez ele no poder). A TV digital permitirá a interatividade (olha ela aí de novo). Poderemos interagir com o conteúdo da TV, participar de votações, jogos, mandar e–mails e fazer compras.

O futuro definitivamente é a participação e o meio é a mensagem. A revolução já aconteceu, e a publicidade precisa se adaptar a esse mercado cada vez mais particular, onde o consumidor quer aparecer, participar, mexer, escolher. Ele quer ser a mensagem. Se a publicidade não acompanhar esta mudança, aprender a vender produtos e serviços com interatividade e sob demanda, pode perder sua relevância.

Quem Procura Acha. Tecnologias que facilitam a busca na Internet.


Imaginem procurar um produto na internet sem um mecanismo de busca. Ou mesmo comprar o primeiro produto que achar sem compará-lo com outros produtos ou pesquisar outros preços. Achar uma informação para um trabalho ou uma viagem, em meio a bilhões de páginas existentes na imensidão da rede. Tarefa complicada.

Segundo dados do Ibope/NetRatings, no Brasil 7,8 milhões de internautas acessam esses serviços de casa. Isso significa que dois em cada três usuários brasileiros da rede recorrem a sites de busca. Se não pudéssemos contar com a alta tecnologia desses sites, seria o caos.

Em relação ao comércio eletrônico, os comparadores de preço têm papel fundamental para o sucesso desse mercado, principalmente aqui no Brasil, já que em minha opinião, a maioria dos brasileiros gosta de pechinchar, de ir atrás do melhor preço, do melhor custo-benefício; diria que isso vem da nossa cultura. Outro fator é que em nosso país existe um alto índice de informalidade, o que faz com que tenhamos diferenças significantes entre preços. E por fim, a diferença gritante de impostos entre estados, um fato que incentiva não só a comparação, mas também o comércio eletrônico em geral. Afinal, nada nos impede de comprar um produto que está mais barato lá em Recife, ou em Manaus.

Os sites de busca e comparação de preços evoluíram tanto que são capazes de trazer milhares de resultados em um terço de segundo. Parece loucura, mas é realmente necessário, principalmente na cena do comércio eletrônico que a cada dia ganha mais adeptos e onde essa tecnologia acaba tornando a concorrência ainda mais acirrada, afinal, é muito fácil e rápido constatar a diferença de preços ou de vantagens entre produtos e fazer o melhor negócio.

iG investe em e-commerce e web 2.0 para PME

O iG Empresas, site de soluções empresariais do Internet Group, acaba de lançar dois produtos para pequenas e médias empresas: a loja virtual e o escritório online. Os novos serviços reúnem uma série de ferramentas até então disponíveis apenas para corporações através de sistemas caros e complexos.

A Loja Virtual foi desenvolvida em parceria com a Jet Tecnologia de olho no crescimento do e-commerce no Brasil que este ano deve ultrapassar a marca dos 6 bilhões de reais, segundo a pesquisa Web Shoppers. Agora, os pequenos e médios comerciantes podem criar sua loja na internet e comercializar seus produtos de forma simples e barata, utilizando a infra-estrutura do iG.

“A loja virtual do iG quer atrair as empresas que já estão no mercado, mas que ainda comercializam seus produtos e serviços somente da forma tradicional. Ela representa novas oportunidades de negócios e foi criada pensando nos empresários que buscam soluções para ingressar no mercado brasileiro de e-commerce”, explica André Molinari, diretor de Produtos Empresariais do Internet Group.

A quantidade de recursos é o destaque do produto, que oferece funções como administração do layout da loja, criação de promoções, oferta do dia, busca de produtos, gerenciamento de pedidos, cupom-desconto, controle de estoque, atendimento online, além de envio de boletins e estatísticas avançadas que auxiliam na gestão e expansão do negócio.

O iG Loja Virtual oferece três planos e as mensalidades variam conforme a quantidade de produtos cadastrados: 49 reais para 50 itens; 89 reais para 200 itens e 189 reais para mil itens. As formas de pagamento para adquirir o serviço são cartão de crédito e boleto bancário.

Já o escritório online é uma proposta para auxiliar pequenas empresas e profissionais autônomos a gerenciar melhor suas rotinas. Para isso, o IG fez uma parceria com a Aprex. Entre os recursos que ajudam na organização das empresas e de seus colaboradores estão compartilhamento de arquivos, calendários e contatos, publicação de blogs empresariais e enquetes online.

A nova ferramenta atenderá aos empresários que querem gastar pouco, mas desejam ter um serviço de qualidade que os auxilie na execução das atividades do dia-a-dia de suas empresas”, destaca Molinari.

Apresentações online e e-mail marketing são duas ferramentas adicionais do escritório online. O primeiro recurso permite que o empresário elabore uma apresentação profissional, mesmo sem ter conhecimentos técnicos avançados em informática. O documento também pode ser compartilhado pela internet. Já o e-mail marketing oferece o envio de informações para a lista de endereços eletrônicos que o cliente preferir, em layouts prontos oferecidos pelo iG. Além disso, o produto permite o monitoramento dos resultados das ações online.

O escritório oferece o conceito de colaboração e com recursos de Web 2.0, facilita o compartilhamento de informações e a seleção das pessoas autorizadas a visualizá-las. Um advogado, por exemplo, pode compartilhar uma minuta de contrato com seu cliente ou seu calendário com sua equipe de trabalho. As informações são armazenadas em servidores centrais e podem ser acessadas em qualquer lugar do mundo, de qualquer computador, celular ou palmtop. Tudo isso com a tecnologia Ajax, que permite uma navegação mais rápida e segura.

O cliente pode experimentar o serviço gratuitamente, com recursos limitados, ou optar por um plano profissional, a partir de 19 reais por mês.

Os dois novos serviços estão disponíveis no site www.igempresas.com.br.

Você está preparado para o futuro?

Relações rápidas, interativas e eficientes. Esse parece ser o lema que dita como deve caminhar as relações entre consumidores e empresas. Gurus modernos pregam que a empresa inteira deve respirar na mesma sintonia. Pregam o fim da área de marketing ou área de relacionamento com clientes. Toda empresa deve ser uma "área de marketing e de relacionamento com o cliente". Tudo para acompanhar as mudanças de comportamento do consumidor, ou seja, nós.

Faith Popcorn, consultora de várias empresas das "500 mais" da Fortune, e Adam Hanft, figura exponencial no mundo do marketing e da publicidade, no livro "Dicionário do Futuro" enumeram algumas tendências e expressões que definirão nosso comportamento. Sua empresa está preparada?

Negoférias - cada vez mais, nesta sociedade em que tudo se combina, estamos misturando viagens de negócios com férias. Um estudo recente da MCI/Worldcom revelou que um terço de todas as férias são organizadas em torno do núcleo de uma viagem de negócios. O risco é que nunca cortemos o cordão - ou, em um mundo sem fio, a conexão. Outro estudo, descobriu que 83% das pessoas permaneceram em contato com o escritório - 60% levaram seus telefones celulares e mais da metade não apenas lia e-mails, como também respondia.

Rico Itinerante - termo cunhado pelo inventor Bob Metcalf para descrever-se e descrever outros homens e mulheres endinheirados que decidem viver e trabalhar onde querem e que são provavelmente os primeiros cidadãos verdadeiramente globais. Eles têm raízes móveis. Metcalf foi o criador da Ethernet e o teórico por trás da Lei de Metcalf - que sustenta que o valor de uma rede se expande exponencialmente com a adição de cada nó - de modo que, quando ele fala no rico itinerante que se espalha pelo mundo todo está criando uma metáfora humana para uma rede digital.

Supercompartilhamento - acontece quando alguém lhe conta mais, muito mais do que você está interessado em saber. Todos nós já tivemos alguma experiência de supercompartilhamento e a tecnologia não resolve a questão. Todos já devem ter recebido emails que leu só por cima porque o autor tem o hábito de supercompartilhar. O problema é quando você mergulha fundo demais na esfera pessoal, com detalhes da vida do outro que preferíamos não ter. É um sintoma de uma sociedade que se tornou tão distanciada que nos faz ansiar por um pouco de intimidade, ainda que com pessoas relativamente estranhas.

Surfistas de Sofá - grupos de homens jovens que têm tudo, exceto um lugar para morar. Como o The New York Times definiu-os, esses "yuppies errantes" formam uma "subcultura nômade de jovens profissionais na faixa dos 20, 30 e até 40 anos, que parecem levar vidas normais e prósperas, mas na verdade são surfistas de sofá, contam com a gentileza de amigos, procuram abrigo em seus veículos utilitários ou marcam presença em cafés 24 horas". O fenômeno é causado pelo hábito de gastarem quase tudo o que ganham, e por isso se sentem economicamente destruídos quando perdem seus cargos.

Refugo - É o lixo e entulho exagerado, subproduto social do consumismo desenfreado que substitui de maneira implacável o novo pelo mais novo. Não tem a ver apenas com economia de dinheiro, tem a ver com a emoção da descoberta. Será que o dia do Refugo conseguiria atrair mais atenção do que o Dia da Terra?

Pragmatismo Prematuro - termo cunhado pela escritora Bárbara Ehrenrich para descrever a tendência de universitários e recém-formados a planejar o futuro. Pesquisas demonstraram que 31% dos estudantes nos Estados Unidos investem para valer no mercado financeiro. Não muito tempo atrás eles faziam piquetes contra a Dow Química; agora, compram ações da empresa no mercado futuro.

Lacuna do Logro - termo originalmente usado para caracterizar a diferença entre o preço de um produto de marca conhecida e a alternativa de uma marca qualquer. Mas o Dicionário do Futuro antecipa que a capacidade da internet de fazer compras comparativas ampliará o uso do termo para incluir qualquer diferencial injustificável de preço - entre lojas online e offline, de país a país, dentro de uma mesma cidade.

Geo-alvo - situação em que um telefone celular, com um cookie no seu navegador, permite que um profissional de marketing saiba onde seu proprietário está. Também chamado de marketing da localização específica. Quando isso acontecer, esteja preparado para ser bombardeado por mensagens "Old Navy, logo ali dobrando a esquina", ou "Krispy Kreme, do outro lado da rua". O Big Brother, na forma de satélites orbitando em geossincronia, está alerta.

Ergonarquia - sistema em que trabalhar para fazer fortuna tornou-se o motor de nossas vidas; consumir bens passou a ser quase um "dever". A autora Fay Weldon descreveu o fenômeno no New Statesman: "Ai de nós, que vivemos em uma ergonarquia: somos dominados pelo trabalho... Enquanto antes trabalhávamos a fim de fazer coisas e assim de ganhar, ganhamos a fim de gastar e gastamos a fim de trabalhar".

Publicidade Insinuada - É a expansão gradual da publicidade para todo o nosso campo visual. Xícaras de café, laterais de prédios, canudos, banheiros públicos, fundo dos buracos de golfe, até mesmo carros inteiros: "Três empresas startups estão se apressando para transformar carros das pessoas comuns em veículos publicitários. Nem todos se impressionam com o fenômeno", disse Gary Ruskin, do Alerta Comercial, grupo de conscientização sem fins lucrativos, ao The Wall Street Journal. O Dicionário do Futuro também uso o termo "publicidade ambiente". A questão é: estamos chegando ao ponto de reduzir o lucro criando um ambiente que é, na verdade, um parque temático de publicidade. Quanto mais vemos, menos observamos.

Por Ticiana Werneck

Internet ganha terreno face à televisão

Despesa com marketing online vai subir 113% até 2012

Os gastos com o marketing online na Europa deverão crescer 113% nos próximos cinco anos, para 16 mil milhões de euros, de acordo com uma pesquisa da Forrester Research.

De acordo com a empresa, em 2012, o marketing online, que inclui e-mails, estudos e anúncios, deverá representar cerca de 18% dos orçamentos totais de marketing na Europa.

Esta evolução deve-se, sobretudo, à maior atenção dispensada à Internet por parte dos consumidores. Segundo dados da Forrester Research, aproximadamente 36% dos europeus afirmam que vêem menos televisão, por estarem ligados à Internet.

O estudo, citado pelo portal IT Web, foi realizado junto de 25 mil consumidores da França, Alemanha, Itália, Holanda, Polónia e Reino Unido e de 24 grandes comerciantes europeus.

Europa: marketing online movimentará € 16 mi em 2012

Pesquisa da Forrester Research aponta que 36% dos europeus deixam de assistir televisão para acessar a internet

Na Europa, a despesa com o marketing online crescerá 113% nos próximos cinco anos, para, €16 bilhões. Em 2006, este mercado movimentou €7,5 bilhões. De acordo com o novo relatório da Forrester Research, em 2012, o marketing online, que inclui e-mails, pesquisas e anúncios, representará 18% dos orçamentos totais de marketing da região.

Segundo a empresa de pesquisa, o motivo para o aumento do investimento em marketing online é bastante simples: as audiências e a atenção dos consumidores estão movendo-se para a internet. Cerca de 36% dos europeus afirmam que assistem menos televisão porque estão conectados a internet.

Porém, a confiança em anúncios publicitários está se desgastando. O relatório aponta que 67% dos consumidores internautas acreditam que os publicitários não dizem a verdade nos anúncios. Ao mesmo tempo, 34% destes consumidores afirmam que não costumam acessar publicidades.

A previsão da Forrester é baseada em dados de uma pesquisa realizada com mais de 25 mil consumidores em países como França, Alemanha, Itália, Países Baixos, Polônia e Reino Unido, além de entrevistas com os 24 principais comerciantes europeus.

por IT Web

Yahoo! lança nova plataforma de publicidade no país para brigar com Google por links patrocinados

SÃO PAULO - O portal Yahoo! lança hoje no Brasil a sua nova plataforma de publicidade online, batizada de Panamá, e tenta equilibrar no país a briga contra a arqui-rival Google no segmento de anúncios patrocinados no país. A plataforma vai mudar a forma como o Yahoo! distribui anúncios em suas páginas e na de parceiros na tentativa de incentivar os acessos dos usuários e elevar suas receitas com esse tipo de publicidade.

Antes do Panamá, o que ocorria era uma espécie de leilão: os anunciantes que pagavam mais garantiam seus anúncios no topo e nas melhores posições das páginas gerenciadas pelo Yahoo!. Agora, os anúncios serão elencados por relevância, tendo como base uma análise qualitativa automática do interesse dos usuários revelado por suas buscas.

Para o anunciante, o Panamá permite que os anúncios mais pertinentes e mais bem elaborados tenham vantagens sobre os demais. Para os usuários, aumenta a relevância da publicidade a qual serão expostos, com mais ligação com aquilo que buscam , diz o gerente geral do Yahoo Search Marketing Brasil, André Izay. Foi basicamente com essa estratégia que o Google conseguiu a liderança no mercado de links patrocinados, colocando mais ênfase na relevância do que na receita unitária dos anúncios.

Apesar do lançamento hoje, só em outubro começará a classificação dos anúncios por relevância. Segundo Izay, há dois motivos para a demora. O primeiro é dar tempo para que haja a migração dos atuais anunciantes da antiga plataforma para a Panamá. O segundo é gerar um banco de dados com informações que dê condições para a distribuição dos anúncios por relevância.

De acordo com Izay, o objetivo do Yahoo! é ir mais além. O Panamá deverá se tornar, em algum tempo, uma plataforma única para o gerenciamento de publicidade para clientes anunciantes do portal. Por isso, desde sua elaboração, diz o executivo, a plataforma não vai se limitar a copiar o caso de sucesso do Google. As duas empresas são as únicas competidoras relevantes desse mercado atualmente no país.

Uma das diferenças é a possibilidade de realizar campanhas direcionadas a regiões geográficas específicas. Dessa forma, um anunciante de carros de São Paulo não corre o risco de ter seu anúncio distribuído para um usuário no Nordeste - e que não vai gerar nenhum resultado.

Outro aspecto diferente são os mecanismos de análise e gerenciamento das campanhas. Todos itens de série , sem custo adicional, diz Izay. Se os anunciantes vão utilizar todas as ferramentas ou não, isso não fará diferença para a empresa, e dependerá principalmente das necessidades do cliente, que pode ser tanto uma grande corporação quanto um profissional liberal. No Panamá o cliente terá uma série de relatórios online, por exemplo, sobre como os anúncios estão sendo entregues, qual o potencial de tráfego que está ou não utilizando , afirma. Essa ferramenta de análise de tráfego, inclusive, pode ser uma alavanca de negócios para o Yahoo. Com ela, uma empresa pode descobrir que tem um potencial de tráfego - por conta da análise das palavras chave buscadas que constam do grupo de seu anúncio - superior ao volume de exposição comprado e, consequentemente, pode decidir investir mais.

De acordo com o executivo, a mudança para a nova plataforma também vai influenciar na distribuição de publicidade nos parceiros do Yahoo. Todas as ferramentas do Panamá estarão disponíveis para os parceiros que utilizam o sistema de gerenciamento de anúncios da companhia, diz Izay. Dessa forma, o Yahoo pretende potencializar ainda mais o crescimento de sua receita com links patrocinados, os tornando mais relevantes mesmo em páginas de parceiros.

O potencial de crescimento desse mercado de links patrocinados, diz Izay, é o principal ponto que levou o Yahoo a lançar o Panamá no Brasil de forma quase simultânea ao lançamento dos EUA. É também o que, alega, faz do país um dos que mais crescem em importância para a empresa.

O Brasil tem uma taxa de crescimento e um potencial de expansão muito grandes. Se nos EUA a participação da publicidade online é de 8% no mercado total, no Brasil ela é de 2% , afirma. Por isso, independentemente do volume desse mercado no Brasil - que já é extremamente relevante -, é possível multiplica-lo por quatro, só com base em sua maturação , explica.

Em janeiro deste ano, a Yahoo projetava um crescimento de entre 25% e 30% no mercado de publicidade online no Brasil. Em termos de receita no país, a projeção era de aumento de 50%.

Lançado em fevereiro nos EUA, em abril no Japão e em maio na Europa, o Panamá não teve impacto significativo no resultado da empresa no primeiro trimestre - quando seu lucro líquido caiu 11%, para US$ 142 milhões, abaixo do esperado pelo mercado. À época do lançamento, porém, a empresa afirmou que os resultados só começariam a aparecer a partir do segundo trimestre - cujos resultados serão divulgados amanhã.

(José Sergio Osse | Valor Online)

Buscapé compra empresa de pesquisa e marketing online e-bit

O grupo BuscaPé, maior site de comparação de preços da América Latina, anunciou nesta terça-feira (17/7) a compra da e-bit Informação, empresa de referência em dados sobre o mercado de e-commerce e responsável pelo relatório semestral WebShoppers. O valor do negócio não foi divulgado.

O diretor geral da e-bit, Pedro Guasti, afirmou que a aquisição faz parte da estratégia de crescimento rápido da empresa e, com isso, expandir a participação da consultoria no mercado latino-americano. “Em dois anos pretendemos conquistar mil lojas parceiras na América Latina. Conseguiremos atingir esse número formando parcerias com os clientes do Buscapé espalhados pela região.”

Guasti informou que as empresas permanecerão independentes, visando a preservação de idoneidade dos serviços prestados pela e-bit. “Sistemas e data centers continuarão separados do Buscapé, nenhuma informação confidencial será liberada.” Segundo o executivo, a única ação conjunta entre as empresas será que os parceiros premiados pelo Buscapé passarão a ser certificados pela e-bit, que é responsável pela avaliação de mais de mil lojas virtuais cadastradas, classificando-as por meio de cinco medalhas: diamante, ouro, prata, bronze e "em avaliação".

A e-bit Informação é uma empresa de pesquisa e marketing online que auxilia as companhias de comércio eletrônico a alavancar suas vendas pela rede e a fidelizar clientes. As informações sobre o e-commerce são coletadas pela e-bit junto a consumidores logo após eles realizarem compras em uma das mais de mil lojas virtuais cadastradas. A empresa gera informações sobre o tamanho do mercado, número de e-consumidores, produtos mais vendidos, tíquete médio, entre outras informações relacionadas ao mercado de varejo online. (Com colaboração de Juliana de Oliveira). Da Redação

terça-feira, 17 de julho de 2007

Google lidera e-commerce mundial


Google, Wi-Fi e BlackBarry estão entre as empresas que mais contribuíram para o desenvolvimento do comércio electrónico.

A Software & Information Industry Association (SIIA) acaba de lançar a lista das dez organizações que tiveram maior impacto no desenvolvimento do e-commerce, ao longo da última década.
Para além das empresas anunciadas, fazem também parte da tabela o iTunes, o eBay, a Amazon e outras de banda larga.

«O comércio electrónico impulsionou crescimento da economia global e a proliferação de produtos e serviços inovadores», nota Ken Wasch.

O presidente da SIIA acrescenta ainda que «a lista inclui várias ferramentas de e-commerce, muito utilizadas nos nossos dias, mas inexistentes há dez anos».

Os 10 maiores desenvolvimentos de e-commerce da última década, segundo a SIIA:
1. Google (Setembro de 1998)
2. Utilização de banda larga nos EUA por 50% dos utilizadores (Junho de 2004)
3. Leilões do EBay (Setembro de1997)
4. Amazon.com (IPO, Maio de 1997)
5. Google AdWords (2000)
6. Open standards (HTML 4.0, 1997)
7. Wi-Fi (802.11, 1997)
8. Conteúdo de uso generalizado (YouTube, 2005)
9. ITunes (2001)
10. BlackBerry (1999)

How To Define Web 3.0

Fica apenas o link para um artigo longo mas interessante relativamente ao futuro da Web.
Seja 2.0, 3.0 ou simplesmente a evolução inevitável, gostemos ou não das buzzwords, este artigo cobre muito do passado, presente e futuro da Web.

O link para o artigo escrito pelo Steve, editor do “How To Split an Atom“, é mais uma vez, este aqui.

Boa leitura!

Mais importante que page view

O conceito de Web 2.0 pode mudar a forma pela qual as empresas baseiam a métrica de sucesso de um website. Atualmente, tudo é medido na base do page view, que é a quantidade de vezes que uma página é visualizada. Muitos profissionais já criticam o sistema porque ele seria imperfeito e não leva em conta a real atenção dispensada no site.

Essa crítica ganhou força hoje com o anúncio da Nielsen NetRatings de mudanças em suas métricas. A empresa de pesquisa em marketing vai utilizar duas novas medidas para fazer um ranking de audiência, o "Total Minutes" e o "Total Sessions".

As novidades foram criadas para medir audiência nessa fase inicial de Web 2.0. A companhia defende que hoje há muito conteúdo em Rich Internet Application (RIA), como o AJAX, que são renovados sem ter um novo carregamento da página. Se o método de page view for utilizado nesse caso, ele não traduzirá a real popularidade do site.

A Nielsen defende que o tempo gasto, o total de minutos que um internauta ficou na página, é a forma mais correta de medir audiência. As mudanças farão parte do produto NetView da empresa. Há uma ampla explicação nesse PDF oficial. O documento traz uma análise do page view e do tempo gasto de sites como o Google Search, MySpace e YouTube.

Em maio, as marcas de maior visualização foram o AOL Media Network, Yahoo! e o MSN/Windows Live. A maioria do ranking Top 10 é suportado por ferramentas de e-mail e intant messaging.

Fonte: B2B Magazine

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Web 2.0: uma nova bolha?

Mês passado completaram-se sete anos do estouro da bolha pontocom, quando o índice Nasdaq Composite chegou a um pico de 5.048 pontos, mais que o dobro do seu valor apenas um ano antes.

O que se seguiu foi um banho de sangue de demissões causadas em muitos casos por “dot bombs” – empresas lançadas com grande exuberância para arrebanhar tanto território na internet quanto pudessem sem montar um modelo bem-sucedido de geração de receita.

Em 2007, novas tecnologias de internet possibilitam uma nova corrida por start-ups e dores de cabeça na indústria para lidar com a energia fervilhante associada à Web 2.0 com seus wikis, blogs, podcasts, widgets e redes sociais para expandir rapidamente os seus domínios da internet.

A Cisco Systems Inc., por exemplo, adquiriu neste ano duas empresas cujo foco está nas redes sociais, ao mesmo tempo em que o capital especulativo flui para firmas recém-criadas como a Eons Inc., que está construindo uma rede social para o público com mais de 50 anos, e a Geni Inc., que monta uma rede social para as famílias.

Mas enquanto o fenômeno da Web 2.0 pode ter algumas coisas em comum com a bolha da internet, os especialistas notam que há grandes diferenças, incluindo o baixo custo de entrada para empresas que lançam negócios de blog, wiki e redes sociais e a maturidade da infra-estrutura, como a largura de banda que é necessária para suportar diversas tecnologias da Web 2.0.

A principal diferença, entretanto, é que desta vez são os consumidores que estão forçando a adoção de tecnologias, ao invés das empresas tentarem forçar os seus sites goela abaixo dos usuários.

De fato, ao invés de estacionar nas calçadas da Web 2.0 esperando uma possível bolha, as empresas deveriam abraçar as novas tecnologias ou arriscar perdê-las para a concorrência, diz Andrew McAfee, professor associado da Harvard University que cunhou o termo Enterprise 2.0.

“O que aconteceria se elas decidissem ignorar este fenômeno, ao contrário dos seus concorrentes, que se tornassem capazes de colher esta energia que vemos na Web 2.0? Esta é a questão-chave para os executivos”, diz.

McAfee não espera que uma corrida para criar uma Web 2.0 baseada em sistemas leve a uma nova bolha pontocom que explodiria sob a influência de negócios fracassados. “A primeira vez foi tão grande e o colapso foi tão imenso que eu tenho problemas em acreditar que a coisa será tão grande desta vez”, complementa.

Ainda por cima, acrescenta, os investimentos de capital de risco nas novas firmas são geralmente muito menores do que aqueles durante o final dos anos 90, e as companhias que recebem estes recursos “têm mais do que um plano de negócios em PowerPoint. Talvez elas não tenham lucro de vez em quando, mas elas têm um produto e alguns consumidores”.

Pioneiro da internet é 2.0

Como co-fundador da Netscape Communication Corp. e co-autor do navegador Mosaic, Marc Andreessen tem desempenhado um dos papéis principais no crescimento da internet. Em fevereiro, a sua companhia Ning Inc destinada a hospedar redes sociais para usuários concluiu sua segunda maior divulgação. Durante suas duas primeiras semanas de funcionamento, os usuários utilizaram o produto para criar nada menos do que 15 mil redes sociais, diz ele.

Enquanto as corporações historicamente têm mantido portas fechadas sobre os conteúdos de suas companhias, uma nova geração de usuários está agora encarregada de gerar conteúdo justamente sobre essas mesas companhias.

“É como aquela velha piada que pergunta: onde estamos indo? Eu sou o líder e devo acompanhá-los’. Em muitos dos casos, os consumidores estão correndo atrás dessas oportunidades, tentando fazer com que as empresas sirvam a eles”, arremata Andreessen. Na avaliação do executivo, existirão “milhares de redes sociais e todo mundo vai utilizá-las nos próximos cinco anos”.

Gina Bianchini, CEO da Ning, adiciona que os riscos de mudar para um mundo de Web 2.0 são muito menores do que aqueles que enfrentados por companhias que criaram seus produtos para web na década de 90. Tais esforços prematuros exigiram projetos caros de construção de infra-estruturas de TI, destinados a suportar justamente essas novas ofertas.
“Estamos vendo companhias utilizarem soluções como as da Ning por literalmente 30 dólares por mês. Se você investir em algo que custa à sua companhia 30 dólares por mês, será muito diferente do que aconteceria com algo que custa 50 milhões”, resume.

Fonte: Computerworld

quarta-feira, 11 de julho de 2007

12 dicas para um e-commerce ideal

O especialista em marketing digital e e-business Larry Chase, publisher do site "Web Digest for Marketers", é fanático por listas. Suas listas costumeiras de 5, 10 ou 12 melhores jeitos de se potencializar uma ação na web têm audiência certa. No seu último boletim publicado nessa semana, o consultor relata algumas táticas para cultivar seus clientes na internet, utilizadas pela diretora do site de moda Now e do portal Diva, Eileen Shulock, que também é editora do WDFM. As dicas valem tanto para operações B2C quanto para B2B.

1 - Ofereça conteúdo customizado - nem é necessária muita explicação por aqui. Você ainda não aprendeu como funciona o negócio da Amazon.com? Haverá dúzias de perfis para trabalhar e cada um deles irá pedir um formato diferente. Mas, a tecnologia da informação e a Web 2.0 estão aí para isso mesmo. É muito mais fácil categorizar nichos de acordo com as preferências deles do que há 10 anos.

2 - Dê ofertas e serviços personalizados - para não citar novamente a Amazon.com vamos lembrar de como funciona a locadora de filmes virtual Netflix. Há várias ferramentas no site que facilitam a vida de quem está procurando um filme "arrasa quarteirão" ou um cult iraniano. Se você quer assistir ambos e ainda um clássico do realismo russo, tudo bem. O portal deixa você definir até a ordem em que eles devem ser mandados para sua casa por mala-postal. Depois de assistir é só utilizar o mesmo envelope de porte-pago e devolver para a Netflix.

3 - Fique atento às opiniões - e aqui valem as satisfeitas e as insatisfeitas. Elas são ótimas para melhorar processos, produtos e serviços. Mande pesquisas para seus consumidores. Há quem ofereça um incentivo. É o caso da própria Eileen Shulock, que dá descontos na próxima compra para quem colaborar com opiniões sinceras.

4 - Personalize o email - não há razões para uma comunicação destas parecer que foi escrita por um ser estranho tentando se comunicar com o cliente. Há ferramentas que fazem a criação personalizada e elas devem ser usadas sem restrição. O email deve soar como uma comunicação entre humanos que, por alguma razão, se importam com o outro.

5 - Pesquise antes de reagir - você sabe o quanto um internauta vale para você antes que ele tome uma atitude drástica e suma? Eileen sempre treina seu time para lhe responder o quanto gasta cada pessoa nos sites. Esses números baseiam qualquer decisão de novos serviços.

6 - Crie um portal para o cliente - as empresas de software possuem algumas dezenas de excelentes ferramentas para isso. Com elas o internauta pode ter acesso exclusivo às suas necessidades dentro do negócio. A tendência do compartilhamento de informações facilita essa estratégia, com mais perfis aglutinados pelos próprios clientes você consegue oferecer melhores serviços. O Google Webmaster Central faz isso muito bem. Lá é possível procurar dicas de outros membros, o que é melhor do que o tradicional help/FAQ.

7 - Recompense clientes leais, parte 1 - parece óbvio, mas você já se deparou com ofertas que trazem brindes para novos clientes e você que é usuário há anos nunca pôde participar delas? Isso aborrece muito. O ideal é separar ações similares, porém focadas para cada um dos dois casos. Novamente devemos lembrar que essa é a era da customização. Não podemos agir como quem enviava as arcaicas malas-diretas massificadas da era do marketing de papel.

8 - Recompense clientes leais, parte 2 - outra maneira de resolver isso é criar cartões de membros cativos. Esse grupo tem acesso a programas de descontos ou pontos. Essa tática revolucionou a indústria de aviação e serve para qualquer negócio. Mas, há armadilhas também. Você fica empolgado com as ofertas de assinaturas de revistas oferecidas pelo cartão platinum do seu hotel preferido? Provavelmente não.

9 - Cupons de desconto - isso é típico da indústria americana e ganha espaço pouco a pouco no Brasil. Mandar uma gratificação que pode ser imediatamente utilizada traz imensas vantagens. Eileen diz que ama a Loja CVS por conta dessa ação. Ela recebe descontos secretos para alguns itens e também vários cupons para utilizar nas próximas compras no estabelecimento. Ela nem usa todos, mas gosta de saber que pode economizar em troca da sua afeição pela CVS. No mundo on-line isso fica bem mais fácil. Assinantes de um site de e-commerce podem receber uma mensagem de boas vindas e um desconto de 10% em qualquer compra.

10 - Controle o tédio - algumas vezes o jeito mais fácil de ganhar a simpatia é reduzir o marasmo da vida diária. Eileen usa um site de comida delivery. Diariamente ela come salada e gosta de escolher cada ingrediente e muda a refeição todo dia. O site facilita sua vida nesse sentido e ela gasta um dinheiro razoável para ter esse prazer diário.

11 - Planeje um programa de bônus - eles raramente são propagandeados e às vezes a gente só dá de cara com eles quando queremos pular fora do serviço. Mas, quando claramente anunciados podem trazer vantagens para a empresa, que ganha escala, e para o cliente, que economiza e tem a vida facilitada.

12 - Diminua promessas e aumente a entrega - esse truque é muito utilizado por aí. As empresas não se comprometem a entregar mais do que podem. O ideal é manter uma margem digna, porém abaixo do que pode ser considerado ideal e trabalhar sempre para superá-la. Assim o consumidor sempre estará satisfeito e a empresa ganha tranquilidade para buscar melhorias reais sem ter de ficar correndo atrás de fracassos.

Por Gilberto Pavoni Junior

Cinco empresas de internet que sobreviveram ao estouro da bolha

sNascer no auge dos investimentos web e passar pela depressão pós-2000 não foi fácil. Veja cinco histórias de sucesso.

Você se lembra do estouro da bolha de internet? Não existe uma data precisa para tal catástrofe, embora os ‘arqueólogos’ tenham encontrado vestígios de que tenha acontecido entre o final de 2000 e o começo de 2001.

As veias abertas do capital de risco, que irrigaram com muito dinheiro as empresas de internet, secaram. E muitas companhias sustentadas pelo dinheiro fácil de investidores, com planos de negócios capengas e sem geração de caixa morreram.

Foi uma catástrofe, lembrarão os que viveram essa época. Um ajuste necessário, dirão os sensatos. Uma seleção natural, acrescentarão os darwinistas. O fim do começo de uma nova era que mudou as pessoas e os negócios, concluirão os otimistas.


Muitas empresas sobreviveram para contar essa história. Saiba como se adaptaram aos novos tempos.

ObaOba

O ObaOba nasceu como uma idéia entre amigos de faculdade: por que não usar a internet para montar um guia interativo com as baladas disponíveis em São Paulo?

A idéia, bolada em 1995, se transformou em site um ano mais tarde pelas mãos de Cristiano Nóbrega e mais dois colegas que cursavam administração na Fundação Getúlio Vargas, em São Paulo.

“Pensamos em um site com um caráter mais amplo, focado exatamente no jovem. Começou com baladas, mas meses depois já tínhamos seções com restaurantes, bares, motéis e festas”, afirma Nóbrega.

Como maneira de formar uma comunidade, o ObaOba começou a fidelizar seus usuários logo no início. As mensagens para avisar sobre baladas aumentavam o tráfego do site, essencial para o então modelo de negócios baseado em publicidade, essencialmente pela distribuição de ingressos VIP para cadastrados.

Nóbrega relembra que, mesmo com tráfego, a venda de publicidade não custeava totalmente as operações. “Mesmo na euforia dos investimentos online, era difícil veicular campanhas pelo fato de o mercado brasileiro de internet ainda ser embrionário”.

Para encontrar seu modelo de comercial, o ObaOba recorreu à mesma estratégia que, anos depois, daria ao Google mais da metade do mercado publicitário entre os buscadores: ganhar menos de mais.

"Em paralelo à publicidade, trabalhávamos para aproximar da internet bares, baladas e restaurantes”, conta. A aproximação começou com flyers digitais e avançou para mensalidades que as casas pagam para constar em divulgações e promoções do ObaOba.

De 98, quando começaram os contatos, até a operação atual, o ObaOba diversificou ainda mais seu modelo, iniciando a venda online de ingressos, principalmente de raves e micaretas, pelo Ingressos ObaOba em 2001 e separando o conteúdo para motéis no NoMotel.com.br.

O site mantém a mensalidade de bares, baladas, restaurantes e motéis, que pagam ao ObaOba conforme o número de cliques dados pelos usuários na descrição da casa, como seu principal ponto de sustentação.

Atualmente, o caixa é ainda complementado por campanhas de publicidade e lucros provindos de links patrocinados em buscadores, que ajudam a custear os 30 funcionários da operação. “É provável que, no pior momento da bolha, não conseguíssemos sobreviver se não fosse a aproximação com os estabelecimentos”, admite Nóbrega.

CyberCook

A febre de Web 2.0 pode estar atingindo seu ápice, mas um site brasileiro se gaba de depender do conteúdo colaborativo uma década antes de Tim O'Reilly cunhar o termo Web 2.0, em 2005.

Em julho de 1997, Luiz Lapetina colocava no ar o CyberCook, surgido da mistura entre o interesse em aprender sobre a recém-nascida internet comercial brasileira e um livro de HTML comprado semanas antes.

Não havia modelo comercial. “Lapetina viu no Cadê? que o assunto mais popular era tecnologia e resolveu apostar no que mais gostava de fazer no tempo livre: cozinhar”, conta Alexandre Canatella, co-fundador do CyberCook.

Como não poderia deixar de ser, um jantar na casa de Luiz marcou a inauguração do site, que começou com apenas 30 receitas. “A idéia original veio também em uma mesa. Durante um jantar, as pessoas comentavam sobre receitas próprias e queríamos achar um jeito de compartilhar aquilo”.

Ainda em 1997, uma coincidência feliz empurrava o CyberCook para o mercado: em uma demonstração sobre a internet, o apresentador Jô Soares mostrou o site na TV, o que provoca uma explosão na comunidade online.

Dois anos depois, já acomodados no UOL, o CyberCook recebeu um aporte da UOL Investiment, agência de venture capital ligada ao portal.

O plano de negócios original, baseado em publicidade, teve de ser revisto. E a receita foi apostar em conteúdo premium. “Tivemos a idéia em agosto e colocamos o CyberDiet no ar em dezembro de 2000”, relembra.

No lançamento do CyberDiet, a estimativa de assinaturas ao programa, que incluía receitas especiais e acompanhamento de nutricionista, era de 60 por mês. Mas foi de 700. “Com isto, nosso equilíbrio financeiro veio com dois meses de antecedência”, relembra.

Inexistente no início, o modelo comercial que sustenta os 26 funcionários do CyberCook, espalhados entre São Paulo e Santos, se apóia entre as assinaturas do CyberDiet, licenciamento de conteúdo e publicidade.

Ao assumir o CyberCook como um projeto comercial, Canatella resume a ideologia que sustentou a operação até hoje. “Tínhamos uma preocupação de tocar o negócio como uma padaria, de um jeito bem metódico. Se não tem farinha, não tem pão”. Simples assim.

MapLink

No Brasil ou lá fora, projetos de internet cumprem um circuito tradicional: nasce a idéia, os responsáveis montam um plano de negócios, batalham um investimento de capital de risco e se equilibram para conseguir bater metas impostas e dar lucro.

O caminho seguido pelo MapLink foi bem diferente, a começar pela idéia original. “A idéia do MapLink não existia antes do UOL nos procurar pedindo um projeto de serviço de mapas online”, conta Frederico Hohagen, fundador do MapLink.

Hohagen, irmão do atual presidente do Google, Alexandre Hohagen, administrava uma empresa de mapas digitais distribuídos em CD-ROMs que mostrava anunciantes de uma determinada região em 1999.

Após um aporte financeiro (o executivo não comenta números), a MapLink começou a tomar forma para, seis meses depois, estrear como serviço online de mapas. O modelo de negócios? “Vendendo publicidade, como todos os outros”, revela Hohagen.

Os anunciantes do CD-ROM foram para internet, mas, só com eles, a conta não fechava no final do mês, fatalmente atingida pela diminuição do investimento publicitário na internet. “Passamos seis meses procurando agências que só diziam não”.

A solução veio de fora. “Nos Estados Unidos, a MapQuest começava a vender mapas para outras empresas”, conta. A inspiração fez com que o MapLink batesse na porta de anunciantes, propondo a inclusão de mapas, com suas marcas inclusas, dentro de seus sites.

Além dos formatos tradicionais de publicidade, o foco corporativo do serviço faz com que anunciantes integrem pontos reais, como agência bancárias e lanchonetes, nas buscas feitas pelos usuários do MapLink, Hohagen afirma que, fora o grande apoio em soluções corporativas (já são mais de 100 empresas com mapas do MapLink em seus sites), o caminho para a autonomia financeira também é outro. “Não temos nenhum ego. Se o cliente não quiser usar minha base de mapa e escolher uma própria, ótimo, nós fazemos”.

Buscapé

Não é novidade nenhuma que algumas das melhores idéias surgem quase que por acaso. Que o diga o grupo de quatro amigos cursando engenharia elétrica na Faculdade Politécnica da USP liderados por Romero Rodrigues.

À procura de projetos para se envolver, o grupo topou com a dificuldade de procurar produtos para comprar pela internet - uma impressora, no caso. Na busca, encontrava-se drivers, reviews e até receitas para recarregar o cartucho, mas nada de ofertas de produtos.

Por que não criar um buscador que listasse os preços praticados por diversas lojas de um mesmo produto, dando a possibilidade para o usuário de compará-los? Nascia ali a idéia do Buscapé.

A primeira dificuldade veio da matéria-prima básica do site: as informações de lojas. “Começamos a oferecer um programa nosso que, instalado no computador da loja, nos enviava os preços, mas a receptividade foi nula. Alguns desligavam antes da gente acabar de falar”, relembra, com uma gargalhada, o co-fundador, Romero Rodrigues.

Sem preços de lojas reais, a saída foi apelar para os poucos serviços de comércio eletrônico para começar a testar o sistema. Em junho de 1999, o Buscapé foi lançado cobrindo cerca de 30 mil produtos de 35 lojas filiadas.

A desconfiança do varejo de cimento e tijolos era um prenúncio do que o Buscapé enfrentaria quando a bolha da internet finalmente estourou.

A saída veio com o licenciamento de tecnologia do Buscapé para outras empresas. Além de emprestar seu algoritmo de busca para lojas de e-commerce, como Americanas.com, Magazine Luiza e VideoLar, o Buscapé também montava sistemas customizados de comparação de preços.

“Este foi um plano que a gente tirou da manga e nos ajudou muito entre 2001 e 2002”, admite Rodrigues. Este tipo de estratégia ajudou o BuscaPé a adiantar o equilíbrio financeiro, atingido em setembro de 2002.

A partir 2004, o aumento no tráfego aliado à volta dos investimentos em publicidade online fez com que o modelo do clique voltasse com força. Toda vez que alguém faz uma comparação de preço e vai até o site da loja, comprar ou não o produto, deixa uma moedinha para o Buscapé. Nada menos que 85% da atual receita provém deste modelo de negócios.

“O mercado de compras online obedece a uma curva exponencial e foi preciso depender dos contratos de licenciamento quando a curva ainda era bem rasa”, afirma Romero, citando ainda que, com o atual modelo de cliques, a receita de contratos é mínima.

Dotz

Fidelização parecia uma idéia maluca em um mercado que ainda aprendia a lidar com o comportamento dos usuários. Mais maluca ainda se considerar que os resultados não eram prêmios, mas uma moeda virtual.

Mas Roberto Chade e seu irmão, Alexandre, viam na capacidade de integração entre diversas empresas interessadas na fidelização uma maneira melhor de premiar o usuário. Nascia o Dotz, moeda virtual que pode ser trocada por prêmios.

“Achávamos que nossa idéia de criar um programa de relacionamento com recompensa baseada em perfil fazia sentido e resolvemos apostar”, conta Roberto, fundador do Dotz. explicando que a idéia do projeto nasceu online, em 1998, pela facilidade de realização. Mas só em outubro de 2000, o site foi ao ar.

Problema é que o planejamento financeiro do Dotz foi feito antes da bolha. “Mesmo empresas que sobreviveram, como Submarino e WebMotors, secaram seus investimentos”, relembra. “Tivemos que nos adequar rapidamente a um novo perfil de clientes. Das empresas totalmente de web, fomos para empresas de maneira geral”.

A mudança, que começou com varejo, se popularizou entre operadoras de cartão de crédito, operadoras de telecomunicações, editoras e até companhias aéreas.

Tecnicamente, a Dotz funciona como uma operadora de câmbio: uma loja de varejo compra determinada quantia em Dotz, que são distribuídas entre seus clientes. Depois de juntar uma determinada quantidade, o cliente pode trocar por prêmios.

Em 2003, o equilíbrio financeiro chegou. E não foi em nenhuma moeda virtual.

Por Guilherme Felitti, do IDG Now!

terça-feira, 10 de julho de 2007

Study: Affiliate Shoppers Spend More, Skew Older

Affiliate channel shoppers often spend more than the typical online shopper, according to a recent study commissioned by Performics, the Chicago-based performance marketing division of DoubleClick.

The comScore Networks analysis focused on 63 merchant sites with active affiliate marketing programs across all three major affiliate marketing networks and 19 large affiliate publisher sites. The analysis was conducted during the first half of 2006, using Reston, VA-based comScore's panel of 1 million U.S. consumers who have given permission to confidentially capture their browsing and online transaction behavior.

Findings of the study include:

* Shoppers who visit merchant sites from affiliates tend to be wealthier, spend more, and more ready to buy. Affiliate shoppers are 17% more likely than the average Internet user to have average household income greater than $75,000.

* Affiliate shoppers skew older than the total Internet population (32% are between 45 and 64 years old). In addition, they are 4% more likely to have children in their households than the typical Internet shopper.

* Of those consumers who did purchase through the affiliate channel, their average online order value was higher than that of the general Internet user. During the second quarter of 2006, affiliate shoppers spent an average of $112, while the average for total Internet sales was $105.

* Affiliate consumers are 43% more likely to convert into a sale than consumers directed by other referrals, which were defined as all activity that did not come directly to the merchant site or arrive via an affiliate link

by multichannelmerchant.com