O conceito de Web 2.0 pode mudar a forma pela qual as empresas baseiam a métrica de sucesso de um website. Atualmente, tudo é medido na base do page view, que é a quantidade de vezes que uma página é visualizada. Muitos profissionais já criticam o sistema porque ele seria imperfeito e não leva em conta a real atenção dispensada no site.
Essa crítica ganhou força hoje com o anúncio da Nielsen NetRatings de mudanças em suas métricas. A empresa de pesquisa em marketing vai utilizar duas novas medidas para fazer um ranking de audiência, o "Total Minutes" e o "Total Sessions".
As novidades foram criadas para medir audiência nessa fase inicial de Web 2.0. A companhia defende que hoje há muito conteúdo em Rich Internet Application (RIA), como o AJAX, que são renovados sem ter um novo carregamento da página. Se o método de page view for utilizado nesse caso, ele não traduzirá a real popularidade do site.
A Nielsen defende que o tempo gasto, o total de minutos que um internauta ficou na página, é a forma mais correta de medir audiência. As mudanças farão parte do produto NetView da empresa. Há uma ampla explicação nesse PDF oficial. O documento traz uma análise do page view e do tempo gasto de sites como o Google Search, MySpace e YouTube.
Em maio, as marcas de maior visualização foram o AOL Media Network, Yahoo! e o MSN/Windows Live. A maioria do ranking Top 10 é suportado por ferramentas de e-mail e intant messaging.
Fonte: B2B Magazine
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terça-feira, 17 de julho de 2007
domingo, 8 de julho de 2007
Internet: terceira mídia mais procurada no Brasil
Segundo o instituto Sensus, em pesquisa recentemente divulgada, a internet é a terceira mídia mais procurada no Brasil.
A pesquisa entrevistou 2000 pessoas em todas as regiões do Brasil e mostrou que 9,4 dos respondentes preferem veículos digitais aos jornais (5,4%) e às revistas (0,9%).
No entanto, as iniciativas que mais crescem na web são aquelas ligadas à colaboração e participação do usuário. Ou seja, aquelas relacionadas à web 2.0, o que, em linhas gerais, exclui formatos catalográficos e estáticos.
Os resultados da pesquisa também influem em um outro campo: o da publicidade. Pode ser que com dados deste tipo, os anunciantes vejam a web como um meio a se investir, já que apenas uma pequena parte do bolo vai para a rede.
Enfim, o desafio é saber que formatos terão êxito daqui pra frente. Que a web é um meio que veio para ficar já sabemos. Resta-nos agora inovar sempre e nos adaptarmos ao gosto do usuário. Só assim conseguiremos atingi-lo com relevância e propriedade.
A pesquisa entrevistou 2000 pessoas em todas as regiões do Brasil e mostrou que 9,4 dos respondentes preferem veículos digitais aos jornais (5,4%) e às revistas (0,9%).
No entanto, as iniciativas que mais crescem na web são aquelas ligadas à colaboração e participação do usuário. Ou seja, aquelas relacionadas à web 2.0, o que, em linhas gerais, exclui formatos catalográficos e estáticos.
Os resultados da pesquisa também influem em um outro campo: o da publicidade. Pode ser que com dados deste tipo, os anunciantes vejam a web como um meio a se investir, já que apenas uma pequena parte do bolo vai para a rede.
Enfim, o desafio é saber que formatos terão êxito daqui pra frente. Que a web é um meio que veio para ficar já sabemos. Resta-nos agora inovar sempre e nos adaptarmos ao gosto do usuário. Só assim conseguiremos atingi-lo com relevância e propriedade.
Otimização e Links Patrocinados aparecem como as formas mais eficientes de internet marketing
Na semana passada o site MarketingSherpa liberou o sumário de uma interessante pesquisa com milhares de gerentes de marketing americanos a respeito das formas de publicidade online que têm funcionado melhor para eles. Veja a lista abaixo e confira como os links patrocinados se destacam. Outro destaque é a otimização para sites de busca, que saltou de 33% para 45% de um ano para o outro. Sinal de que os anunciantes estão percebendo o valor a longo prazo que as práticas de SEO proporcionam.
sábado, 7 de julho de 2007
Acesso doméstico à web bate recorde em maio
SÃO PAULO - O número de brasileiros que navegou pela internet em maio a partir de casa cresceu 13,1% na comparação com abril.
No mês, 17,9 milhões de pessoas navegaram de casa, um número recorde, informou a empresa de pesquisa IBOPE/NetRatings.
A base total de usuários da Internet brasileira em qualquer ambiente --casa, trabalho, escolas etc.-- permaneceu estável em maio em 33,1 milhões.
"O vigor da Internet brasileira é resultante de uma junção de fatores: políticas de inclusão digital, financiamentos para compra de equipamentos e barateamento do preço final dos PCs, transferência de muitas atividades para a Internet", disse em um comunicado o coordenador de análise da empresa de pesquisa, Alexandre Magalhães.
O Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta, com tempo recorde de 22 horas e 43 minutos, quase 1 hora a mais do que em abril.
"Esse número é recorde no Brasil e em todos os países onde temos a medição e é resultado da expansão da banda larga, uma maior oferta de produtos e serviços e uma maior diversidade de uso da Web. Isso ajuda a consolidar a posição da Web brasileira como líder entre os países medidos", disse Magalhães. A IBOPE//NetRatings faz medições também nos Estados Unidos, Japão, Austrália, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido.
Segundo Magalhães, a empresa de pesquisa deve divulgar ainda este mês os dados relativos a junho.
Reuters
No mês, 17,9 milhões de pessoas navegaram de casa, um número recorde, informou a empresa de pesquisa IBOPE/NetRatings.
A base total de usuários da Internet brasileira em qualquer ambiente --casa, trabalho, escolas etc.-- permaneceu estável em maio em 33,1 milhões.
"O vigor da Internet brasileira é resultante de uma junção de fatores: políticas de inclusão digital, financiamentos para compra de equipamentos e barateamento do preço final dos PCs, transferência de muitas atividades para a Internet", disse em um comunicado o coordenador de análise da empresa de pesquisa, Alexandre Magalhães.
O Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por internauta, com tempo recorde de 22 horas e 43 minutos, quase 1 hora a mais do que em abril.
"Esse número é recorde no Brasil e em todos os países onde temos a medição e é resultado da expansão da banda larga, uma maior oferta de produtos e serviços e uma maior diversidade de uso da Web. Isso ajuda a consolidar a posição da Web brasileira como líder entre os países medidos", disse Magalhães. A IBOPE//NetRatings faz medições também nos Estados Unidos, Japão, Austrália, França, Alemanha, Itália, Espanha, Suíça e Reino Unido.
Segundo Magalhães, a empresa de pesquisa deve divulgar ainda este mês os dados relativos a junho.
Reuters
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quinta-feira, 5 de julho de 2007
Consumidores esperam encontrar empresas na internet
Um estudo realizado pelo GroupM, do WPP, indica que todos os anunciantes precisam ter uma presença online - e não apenas aqueles que efetivamente fazem negócios na web.
A pesquisa detalha que os consumidores esperam encontrar as empresas na internet e esperam que essa presença seja útil ou interessante - e ainda, que seja uma experiência rica ou envolvente.
De acordo com o estudo, os consumidores acreditam que têm o direito de comprar tudo o que precisam na web, façam isso efetivamente ou não.
Notícia da Adweek
Fonte: Blue Bus
A pesquisa detalha que os consumidores esperam encontrar as empresas na internet e esperam que essa presença seja útil ou interessante - e ainda, que seja uma experiência rica ou envolvente.
De acordo com o estudo, os consumidores acreditam que têm o direito de comprar tudo o que precisam na web, façam isso efetivamente ou não.
Notícia da Adweek
Fonte: Blue Bus
Internet está prestes a superar TV como mídia essencial, diz pesquisa
São Paulo - Mais americanos escolhem a internet como meio de entretenimento e informação, segundo pesquisa da Edison Media Research.
Consumidores americanos foram consultados para escolher "o mais essencial" veículo de mídia em suas vidas. Dos entrevistados, 33% selecionaram a internet, número muito próximo dos que escolheram a TV, com 36%, de acordo com pesquisa realizada pela Edison Media Research.
Os números são significativamente maiores que os alcançados pelo rádio (17%) e os jornais impressos (10%).
"Não é exagero dizer que a internet se tornou tão importante quanto a televisão como fonte de informações e entretenimento na vida dos americanos", disse Larry Rosin, presidente da Edison Media, em um comunicado.
Em 2002, 20% dos consumidores americanos afirmavam que preferiam a internet, comparado aos 39% que escolhiam a TV e 26% o rádio, segundo o mesmo estudo.
A pesquisa envolveu 1.853 entrevistas por telefone conduzidas entre janeiro e fevereiro deste ano, com um público acima de 12 anos escolhidos de forma randômica, segundo a Edison.
A pesquisa também apontou que para 35% dos ouvidos o jornal impresso é o meio "menos essencial", acima dos 31% declarados em 2002.
Para 38% dos pesquisados, a internet é o meio de comunicação "mais legal e excitante", índice que era de 25% na pesquisa de 2002.
No estudo, 37% afirmam que estão assistindo mais TV ultimamente, enquanto em 2002 o número era de 41%. Em 2007, o número dos que estão usando mais a internet que outros meios subiu para 34%, enquanto em 2002 era de 19%.
*Linda Rosencrance é editora do Computerworld em Framingham
Por Linda Rosencrance, para o Computerworld*
Publicada em 29 de junho de 2007 às 15h25
Atualizada em 29 de junho de 2007 às 15h46
Consumidores americanos foram consultados para escolher "o mais essencial" veículo de mídia em suas vidas. Dos entrevistados, 33% selecionaram a internet, número muito próximo dos que escolheram a TV, com 36%, de acordo com pesquisa realizada pela Edison Media Research.
Os números são significativamente maiores que os alcançados pelo rádio (17%) e os jornais impressos (10%).
"Não é exagero dizer que a internet se tornou tão importante quanto a televisão como fonte de informações e entretenimento na vida dos americanos", disse Larry Rosin, presidente da Edison Media, em um comunicado.
Em 2002, 20% dos consumidores americanos afirmavam que preferiam a internet, comparado aos 39% que escolhiam a TV e 26% o rádio, segundo o mesmo estudo.
A pesquisa envolveu 1.853 entrevistas por telefone conduzidas entre janeiro e fevereiro deste ano, com um público acima de 12 anos escolhidos de forma randômica, segundo a Edison.
A pesquisa também apontou que para 35% dos ouvidos o jornal impresso é o meio "menos essencial", acima dos 31% declarados em 2002.
Para 38% dos pesquisados, a internet é o meio de comunicação "mais legal e excitante", índice que era de 25% na pesquisa de 2002.
No estudo, 37% afirmam que estão assistindo mais TV ultimamente, enquanto em 2002 o número era de 41%. Em 2007, o número dos que estão usando mais a internet que outros meios subiu para 34%, enquanto em 2002 era de 19%.
*Linda Rosencrance é editora do Computerworld em Framingham
Por Linda Rosencrance, para o Computerworld*
Publicada em 29 de junho de 2007 às 15h25
Atualizada em 29 de junho de 2007 às 15h46
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