Apesar do crescimento acelerado do comércio eletrônico nos últimos anos, o mercado de vendas pela internet é altamente concentrado. São mais de 3 mil lojas on-line no País, mas cerca de 20 grandes grupos abocanham quase 80% do total faturado com a comercialização de produtos e serviços pela Web.
Diante desse cenário, a alternativa para as micro e pequenas empresas se inserirem nessa área e atingirem esse tão desejado consumidor passa pela especialização e a parceria com outros empreendimentos. "As oportunidades das micro e pequenas estão na criação de nichos de mercado. Não dá para competir diretamente com as grandes", diz o diretor-geral da e-Bit, empresa especializada em marketing on-line, Pedro Guasti. De acordo com ele, se o consumidor tiver de optar entre uma loja grande, famosa e fácil de achar na internet e uma microempresa sem uma marca tão forte, preferirá a primeira, até pela insegurança que muitos têm em relação às compras pela rede.
Para o diretor, é fundamental ter a iniciativa de oferecer um produto diversificado e estabelecer parcerias com os grupos grandes, para que incorporem os produtos nas suas próprias lojas. Já para o presidente do Serviço Brasiliero de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Distrito Federal, José Carlos de Luca, a inserção no mercado deve ser feita em etapas e com calma. O importante é que a empresa esteja preparada quando começar a vender pela internet. "Se você não for bem atendido na primeira vez que você compra algo em um site, nunca mais você compra nada lá", esclarece.
Para fazer frente ao mercado concentrado e à força dos grandes grupos, o presidente do Sebrae-DF aposta na união entre os pequenos. "É importante que se organizem em grupos de produção que construam uma rede. O que um não tiver, passa para o colega. Assim, ninguém perde negócio", sugere.
Sucesso
O empresário Anthony Moreira, de 29 anos, montou a loja virtual de seu empreendimento há cerca de três anos. Hoje, no site da AcmeDigital, que trabalha com a venda e manutenção de videogames, peças e aparelhos eletrônicos, é possível escolher e encomendar qualquer um dos produtos comercializados na loja física. "Dificilmente as nossas vendas pela internet deixam de representar ao menos 50% do nosso faturamento", revela Anthony. Na hora da compra, basta o preenchimento de um formulário. E a empresa já está em processo avançado para estabelecer uma parceria com os cartões de crédito Visa e Mastercard para que seus clientes tenham mais segurança na hora de adquirir um produto.
O sucesso na rede foi tanto que AcmeDigital hoje tem um braço que vende assistência para outras empresas que desejam se aventurar pela internet.
Fonte: Jornal de Brasília
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terça-feira, 17 de julho de 2007
Cresce o comércio on-line
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quinta-feira, 12 de julho de 2007
Brasil é o 2º país com mais usuários em redes sociais
Em 1º lugar, está a Coréia do Sul - mais de 50% dos usuários de internet acessaram alguma rede social online nos últimos 30 dias. No Brasil, essa porcentagem é de 40%. Em 3º, está a China, com mais de 20%.
Apesar de MySpace e Facebook, os EUA ficam em 5º. As informações são de uma pesquisa do instituto Ipsos Insight.
Brian Cruikshank, do Ipsos, faz um comentário interessante - em alguns mercados as redes sociais estão 'canibalizando' outras atividades online. Como blogging e IM? Hum, assunto para outro post.
domingo, 8 de julho de 2007
E-commerce supera expectativas
O comércio eletrônico movimentou pouco mais de R$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2007 (com exceção de passagens aéreas, automóveis e sites de leilão). Este valor superou em quase 5% a expectativa inicial da e-bit e representa um crescimento nominal de 49% em relação ao primeiro semestre de 2006.
De acordo com a pesquisa de comércio eletrônico realizada pela e-bit é possível observar que três fatores foram os grandes responsáveis por essa alta. O maior volume de vendas – 45% acima do resultado de 2006 – impulsionado pela entrada de novos e-consumidores (em dezembro de 2006, no Brasil, cerca de 7 milhões de pessoas já tinham experimentado a comodidade de comprar sem sair de casa, hoje já são quase 8 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra pela rede). Além disso, o aumento da freqüência de compras por “usuários” mais experientes aliado à escolha de produtos com maior valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores, colaborou e muito para o crescimento. Para se ter idéia, somente em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas responderam que realizaram mais de dez compras nos últimos seis meses.
E, se os e-consumidores compraram mais, eles também gastaram mais no primeiro semestre de 2007. A média do valor gasto nas lojas virtuais nesses seis primeiros meses do ano ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).
O mês de maior faturamento no 1º semestre foi maio. O mês em que se comemora o Dia das Mães representou cerca de 19% do faturamento do semestre e registrou o maior número de vendas contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram Livros, Informática e Eletrônicos representando 15%, 11% e 9% respectivamente.
O balanço do semestre indica que o setor de e-commerce está crescendo e conquistando cada vez mais novos clientes. Cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua compra na internet pela primeira vez. O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre é de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.
“E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos às compras virtuais disseram que voltariam a comprar na mesma loja onde já efetuaram alguma compra”, complementa Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.
Essas informações são uma prévia da décima sexta edição do Relatório Web Shoppers, produzido semestralmente pela e-bit, que podem ser encontradas no site www.webshoppers.com.br. Até a segunda quinzena de Agosto a 16ª edição deste estudo estará disponível para download.
revista B2BMagazine
De acordo com a pesquisa de comércio eletrônico realizada pela e-bit é possível observar que três fatores foram os grandes responsáveis por essa alta. O maior volume de vendas – 45% acima do resultado de 2006 – impulsionado pela entrada de novos e-consumidores (em dezembro de 2006, no Brasil, cerca de 7 milhões de pessoas já tinham experimentado a comodidade de comprar sem sair de casa, hoje já são quase 8 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra pela rede). Além disso, o aumento da freqüência de compras por “usuários” mais experientes aliado à escolha de produtos com maior valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores, colaborou e muito para o crescimento. Para se ter idéia, somente em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas responderam que realizaram mais de dez compras nos últimos seis meses.
E, se os e-consumidores compraram mais, eles também gastaram mais no primeiro semestre de 2007. A média do valor gasto nas lojas virtuais nesses seis primeiros meses do ano ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).
O mês de maior faturamento no 1º semestre foi maio. O mês em que se comemora o Dia das Mães representou cerca de 19% do faturamento do semestre e registrou o maior número de vendas contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram Livros, Informática e Eletrônicos representando 15%, 11% e 9% respectivamente.
O balanço do semestre indica que o setor de e-commerce está crescendo e conquistando cada vez mais novos clientes. Cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua compra na internet pela primeira vez. O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre é de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.
“E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos às compras virtuais disseram que voltariam a comprar na mesma loja onde já efetuaram alguma compra”, complementa Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.
Essas informações são uma prévia da décima sexta edição do Relatório Web Shoppers, produzido semestralmente pela e-bit, que podem ser encontradas no site www.webshoppers.com.br. Até a segunda quinzena de Agosto a 16ª edição deste estudo estará disponível para download.
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Acesso à internet cresce 13,1% no mês
Pesquisa mensal do Ibope / NetRatings aponta 7,9 milhões de internautas residenciais no Brasil
Em maio último, o número de brasileiros com acesso pessoal à internet cresceu 13,1% na comparação com abril, atingindo o patamar de 7,9 milhões de pessoas. Os dados são resultado do acompanhamento mensal dos números da internet residencial no Brasil, calculado pelo Ibope / NetRatings.
No mesmo período, a base total de usuários em qualquer ambiente, no Brasil, permaneceu estável em 33,1 milhões.
Assim, o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por pessoa, com recorde de 22 horas e 43 minutos, quase 1 hora a mais do que em abril.
por IT Web
Em maio último, o número de brasileiros com acesso pessoal à internet cresceu 13,1% na comparação com abril, atingindo o patamar de 7,9 milhões de pessoas. Os dados são resultado do acompanhamento mensal dos números da internet residencial no Brasil, calculado pelo Ibope / NetRatings.
No mesmo período, a base total de usuários em qualquer ambiente, no Brasil, permaneceu estável em 33,1 milhões.
Assim, o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por pessoa, com recorde de 22 horas e 43 minutos, quase 1 hora a mais do que em abril.
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