Elemento humano e mecanismos de busca em perfeita sintonia.
Que a pesquisa simples dos motores convencionais de busca atende às necessidades corriqueiras dos internautas, isso já sabemos. A novidade ou o ‘pulo do gato’ dos que necessitam informações de qualidade superior são as ferramentas de busca chamadas ‘sociais’.
Sociais porque fazem uso do mais inteligente ferramental: o cérebro humano. E mais, da interação e da colaboração online entre os internautas. O famoso princípio da web 2.0 funciona perfeitamente nesse tipo de ferramenta.
Iniciativas como o Open Directory Project (disponível em inglês, francês, espanhol e alemão), diretório organizado por editores voluntários que categorizam a informação em sub-temas; e o SobreSites (nacional); são elaboradas por editores voluntários e especialistas em suas áreas que formam uma rede de informações aberta a todos os assuntos e classificada, organizada.
A diferença da busca social para os motores de buscas convencionais é que a primeira trabalha com a colaboração e a interação entre as pessoas como forma de dispor a informação e a segunda, faz uso apenas da tecnologia, oferecendo, muitas vezes, informação sem utilidade para quem fez a pesquisa.
As buscas sociais se distinguem das enciclopédias ou dos projetos colaborativos, pois não há produção de conteúdo, apenas reunião, segmentação, classificação, ‘empacotamento’ e oferta para o consumo.
A combinação motor de busca, organização da informação e intervenção humana torna o processo mais assertivo e relevante para o internauta que realizou a busca.
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