Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.
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domingo, 8 de julho de 2007

Para diretor do Grupo Estado, Internet não é uma mídia

"As mídias são complementares, não excludentes". Esta é a opinião do diretor de Mercado Anunciante do Grupo Estado, Cláudio Santos. Após o lançamento esta semana de um jornal virtual com a assinatura do grupo, Santos falou ao Adnews sobre o posicionamento em relação à comunicação digital e as tendências para este mercado. O jornal MetaNews está disponível no metaverso Second Life e marca a estratégia de ação multimídia citada pelo profissional. Para ele, trata-se de atitude irresponsável afirmar que a Internet tem poder suficiente para ofuscar ou desbancar outros meios de comunicação. Além disso, Santos frisa a distinção a ser considerada entre geradores e distribuidores de informação. "A Internet é uma via de distribuição como tantas outras. Os geradores do conteúdo é que alimentam esta plataforma. Portanto, ela não é considerada uma mídia, ao contrário dos produtores", conta.

De acordo com o diretor, a publicidade em torno das marcas também se encaixa neste aspecto. "Os anunciantes buscam várias formas de chegar ao consumidor e a Internet, assim como no caso de serviços de TV oferecidos por operadoras de telefonia, são os canais que fazem a mensagem chegar".

A preocupação em escala multimídia fez com que o Estado criasse um núcleo de negócios e diretoria especializada no meio digital. A idéia é trabalhar em esquema de conteúdos complementares. Ou seja, a primeira abordagem é feita diretamente para a Web. Posteriormente, uma maior abrangência sobre o respectivo assunto fica a cargo da edição do impresso.

Sobre a recente empreitada do grupo no ambiente virtual, Santos diz que o período ainda é de exposição e reconhecimento do território. Por enquanto, cada avatar, no momento em que se filia ao jogo, recebe um exemplar para conhecer a novidade informativa.

Do ponto de vista comercial, o projeto prevê um casamento com anunciantes parceiros com o Estado nos produtos reais. "Estamos formatando os pacotes comerciais ainda, mas pretendemos inserir várias unidades de negócios como classificados, imóveis ou serviços", completa Santos.

Marcelo Gripa - Adnews

Internet: terceira mídia mais procurada no Brasil

Segundo o instituto Sensus, em pesquisa recentemente divulgada, a internet é a terceira mídia mais procurada no Brasil.

A pesquisa entrevistou 2000 pessoas em todas as regiões do Brasil e mostrou que 9,4 dos respondentes preferem veículos digitais aos jornais (5,4%) e às revistas (0,9%).

No entanto, as iniciativas que mais crescem na web são aquelas ligadas à colaboração e participação do usuário. Ou seja, aquelas relacionadas à web 2.0, o que, em linhas gerais, exclui formatos catalográficos e estáticos.

Os resultados da pesquisa também influem em um outro campo: o da publicidade. Pode ser que com dados deste tipo, os anunciantes vejam a web como um meio a se investir, já que apenas uma pequena parte do bolo vai para a rede.

Enfim, o desafio é saber que formatos terão êxito daqui pra frente. Que a web é um meio que veio para ficar já sabemos. Resta-nos agora inovar sempre e nos adaptarmos ao gosto do usuário. Só assim conseguiremos atingi-lo com relevância e propriedade.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Para o Yahoo, a internet muda a cara da publicidade

O cartão dele diz 'Embaixador plenipotenciário para a Madison Avenue', numa referência à avenida que reúne as maiores agências de publicidade de Nova York. Jerry Shereshewsky é o responsável no Yahoo por apresentar as possibilidades da internet às agências. 'Não sei como funciona a tecnologia, só como se usa', afirmou o executivo, que já ocupou a vice-presidência da Young & Rubicam, no escritório do Yahoo em São Paulo. 'Um amigo meu diz que o problema dos computadores é que eles fazem pessoas inteligentes se sentirem estúpidas.'

Os anúncios online são um mercado em ebulição e os concorrentes do Yahoo apostam alto nele. Semana passada, a Microsoft comprou a aQuantive, uma agência de publicidade pela internet, por US$ 6 bilhões. Mês passado, o Google adquiriu a DoubleClick, por US$ 3,1 bilhões. 'Também estamos numa onda de compras', disse Shereshewsky. Em abril, a empresa ficou com a Right Media, por US$ 680 milhões.

Aos 62 anos, o executivo disse que, provavelmente, é o segundo mais velho do Yahoo. 'Esse é um negócio de pessoas jovens', disse. Terry Semel, presidente do Yahoo, tem 64 anos. O embaixador conta que, há 10 anos, era pouco ouvido pelas agências. Agora a situação mudou. 'Trabalhar nesta empresa é a coisa mais divertida que você pode fazer com roupa.'

Segundo Shereshewsky, a principal mudança que a internet trouxe à publicidade é a possibilidade de conversar com as pessoas. 'Nos últimos 100 anos, o mais importante tem sido o que o anunciante diz ao consumidor. Hoje, é entender o que os consumidores dizem ao anunciante.'

A internet tornou muito mais fácil medir os resultados da publicidade. É possível medir coisas como o tempo que as pessoas deixam o cursor em cima de um anúncio, quantas vezes o anúncio é clicado e quantas visitas se transformam em vendas. Neste cenário, qual é o papel da promoção da marca? 'Continua a ser grande', disse o executivo. 'Poucas pessoas compram carros pela internet, por exemplo, mas o meio eletrônico influência entre 75% e 80% das vendas de automóveis.'

Ano passado, o Yahoo fez uma promoção com o Doritos. Os internautas enviaram vídeos caseiros com comerciais do salgadinho. O melhor foi veiculado no comercial da Super Bowl, final do campeonato de futebol americano e espaço publicitário mais caro da TV de lá. 'Cada participante provavelmente enviou um e-mail para todas as pessoas que conhecia, convidando-as a assistir seu vídeo no site da promoção', apontou Shereshewsky. 'Isso sim é campanha publicitária.'

Fonte: Estadão

Usuários ganham poder na Internet

O recente fenômeno da Web 2.0 é a prova de uma nova onda de oportunidades para as empresas de mídia e entretenimento. Entretanto, poucas empresas conseguiram atingir lucro com este novo segmento. Mais ainda, elas ainda não revisaram as atuais estratégias para oferecer novas formas de entregar conteúdo e informações para os usuários. Esta é a principal conclusão de pesquisa realizada com 110 executivos que atuam na área de mídia em todo o mundo, consultados pela Accenture - empresa global de consultoria de gestão, tecnologia e outsourcing.

O levantamento revela que, hoje, os executivos entendem a tendência do consumidor em criar os próprios conteúdos. "De fato, 57% dos entrevistados vêem nessa tendência o maior gerador de receitas para os próximos cinco anos", informa Petronio Nogueira, responsável pela área de mídia e tecnologia da Accenture. Esta tendência é confirmada pelo número elevado de vídeos, fotos, wikis e blogs, que dão mais poder de escolha ao usuário de tecnologia. "Tanto que, para 70% dos consultados, a chamada 'mídia social' é o futuro", complementa.

Frente a este cenário, a publicidade tem um papel preponderante. A Accenture verificou que 50% dos executivos acreditam que a propaganda digital é um gerador promissor de receitas, seguido por vídeos e vídeo-games. O espectro de atuação das companhias nesse cenário é ainda maior. A pesquisa apontou que 49% das companhias esperam criar novas ofertas de serviços, baseadas em mídia social. Para tanto, 28% consideram realizar joint-ventures e 15%, aquisições. Por outro lado, 20% dessas empresas ainda não têm estratégias para este segmento nos próximos 12 meses.

Fonte: ClienteS.A.com.br

Sensus: brasileiros consultam mais internet do que jornais

O Instituto Sensus divulgou nesta semana uma pesquisa em que a internet aparece como a terceira mídia mais procurada no Brasil. Aproximadamente, 9,4% dos entrevistados afirmaram que preferem veículos digitais em detrimento de jornais (5,4%) e revistas (0,9%).

“Eu acho que é uma constatação. A gente já sabia que isso ia acontecer com aquele tempo de permanência do brasileiro. Do mesmo jeito que o second life no Brasil vai estourar. Não é nada de extraordinário”, opina a jornalista Pollyanna Ferraz, pesquisadora em intermídias (estudo da interatividade de mídias). A pesquisa alcançou 2.000 entrevistados em todas as regiões do Brasil em 24 estados, sendo 136 municípios sorteados aleatoriamente pelo método da proporcionalidade proporcional do tamanho.

“Acho que a pesquisa é a comprovação do que só os mídias brasileiros não enxergam; eles são míopes. A publicidade brasileira é uma das mais conceituadas do mundo, mas tem uma miopia chamada mídia”, explica Alberto Luchetti, fundador e diretor-geral da AllTV, criada em 2002. Luchetti ressalta que apesar das discussões sobre TV na internet começarem apenas em 2004, no ano passado o Brasil já contava com 12 sistemas de TV online.

Cenário perigoso
Apesar do ambiente propício, a pesquisa chega na mesma semana em que o NoMínimo anuncia o encerramento de suas atividades. Para Pollyanna apesar do novo panorama, o ambiente pode ser perigoso para muitos projetos.

“Acho que a gente ainda vai ver a morte de muitos veículos, sou muito cética em relação aos portais. Com muita gente indo direto para o YouTubbe, Google, não sei se portais como o NoMínimo têm espaço. É um formato que já tinha sido ultrapassado”, afirma a pesquisadora.

O YouTube e a popularização dos vídeos são fatores importantes para o aumento da preferência pela internet. “O YouTube deu uma lente de aumento para os mídias brasileiros. Agora eles percebem que a solução é o vídeo na internet, mas desde 2004 já se sabe disso”, critica novamente Luchetti.

Perto da TV
Bruno Mello, editor do Mundo do Marketing, também encara a pesquisa de forma positiva, já que surge em um momento em que a internet ainda é vista “com um pé atrás” pelos anunciantes. “Eu acredito que daqui a, no máximo, dois ou três anos vamos igualar ao rádio e chegar perto da televisão”, prevê.

O editor também vê os mídias como culpados pela ausência da publicidade online, mas salienta que investimentos “não correm, mas caminham”, revelando uma regularidade da internet, que deve superar outros veículos mais tradicionais. “Estão aumentando de forma constante, não há um boom. O que não deixa de ser bom quando a gente se lembra o que houve em 2001”

Para Pollyanna as mudanças para o Brasil se igualar a outros países mais desenvolvidos não estão tão distantes do resto do mundo, especialmente com o amadurecimento do usuário. Mesmo o jornalismo online também deve participar dessas mudanças. “Não acredito no fim do jornalismo online com o jornalismo cidadão ou participativo. Vejo o jornalista muito mais como um gestor desse caminho, mesmo que seja alguém para ajudar a chegarmos ao melhor formato”, revela.

por Tiago Cordeiro
Fonte: Mídiacon

Internet está prestes a superar TV como mídia essencial, diz pesquisa

São Paulo - Mais americanos escolhem a internet como meio de entretenimento e informação, segundo pesquisa da Edison Media Research.

Consumidores americanos foram consultados para escolher "o mais essencial" veículo de mídia em suas vidas. Dos entrevistados, 33% selecionaram a internet, número muito próximo dos que escolheram a TV, com 36%, de acordo com pesquisa realizada pela Edison Media Research.

Os números são significativamente maiores que os alcançados pelo rádio (17%) e os jornais impressos (10%).

"Não é exagero dizer que a internet se tornou tão importante quanto a televisão como fonte de informações e entretenimento na vida dos americanos", disse Larry Rosin, presidente da Edison Media, em um comunicado.

Em 2002, 20% dos consumidores americanos afirmavam que preferiam a internet, comparado aos 39% que escolhiam a TV e 26% o rádio, segundo o mesmo estudo.

A pesquisa envolveu 1.853 entrevistas por telefone conduzidas entre janeiro e fevereiro deste ano, com um público acima de 12 anos escolhidos de forma randômica, segundo a Edison.

A pesquisa também apontou que para 35% dos ouvidos o jornal impresso é o meio "menos essencial", acima dos 31% declarados em 2002.

Para 38% dos pesquisados, a internet é o meio de comunicação "mais legal e excitante", índice que era de 25% na pesquisa de 2002.

No estudo, 37% afirmam que estão assistindo mais TV ultimamente, enquanto em 2002 o número era de 41%. Em 2007, o número dos que estão usando mais a internet que outros meios subiu para 34%, enquanto em 2002 era de 19%.

*Linda Rosencrance é editora do Computerworld em Framingham

Por Linda Rosencrance, para o Computerworld*
Publicada em 29 de junho de 2007 às 15h25
Atualizada em 29 de junho de 2007 às 15h46