Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.
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quarta-feira, 18 de julho de 2007

Para onde vai a Propaganda? A evolução da publicidade e suas tendências.


Em 2006 o vídeo na internet estourou e mudou o rumo da publicidade e da propaganda. O mais famoso site e o mais acessado entre diversos públicos, o Youtube, virou sucesso porque oferece ao usuário, ou profissionais amadores, espaço e facilidades para mostrarem seu talento. A cada esquina encontramos um produtor de TV, um camera man um editor.

Comerciais criados por consumidores ganham destaque na propaganda que será obrigada a repensar seu modelo. Essa estratégia é cada vez mais usada: a marca convida os usuários a criarem seus próprios filmes que passam por uma votação popular e o mais votado leva o prêmio. Uma forma muito mais barata de se fazer propaganda e com pesquisa grátis, muito inteligente.

É a lógica da democratização da produção e dos meios de distribuição que chega na publicidade. A propaganda participatória afetou o mercado, onde a produção e o acesso democratizado ao conteúdo têm colocado em evidência empresas e mercados até então estabelecidos.

Vivemos na era da interatividade, mas será que a propaganda acompanhou esta evolução?

Na verdade essa evolução é a publicidade online, que deve ser um complemento da publicidade offline, e entre elas há uma grande diferença. A online permite interatividade de alto nível misturada à interatividade emocional. Outro fator é que há um aspecto participativo que vai além do interativo. O participativo começa a se manifestar com a web 2.0. Um grande exemplo são os blogs, onde o usuário participa através de comentários, participa com conteúdo ou na disseminação( como é o caso do viral). O que antes era uma brincadeira de adolescentes “internéticos” se transformou numa gloriosa ferramenta de marketing.

Outra grande mudança que incomoda publicitários por aí é a chegada da TV Digital. O meio de comunicação mais popular e lucrativo do país, a TV, está prestes a sofrer uma revolução que afetará diretamente a propaganda. O “ganha pão” da maioria das agências, os famosos filminhos de 30 segundos, nunca esteve tão ameaçado. A informação vai deixar de ser imposta pelas redes e vai passar a ser escolhida pelo usuário (mais uma vez ele no poder). A TV digital permitirá a interatividade (olha ela aí de novo). Poderemos interagir com o conteúdo da TV, participar de votações, jogos, mandar e–mails e fazer compras.

O futuro definitivamente é a participação e o meio é a mensagem. A revolução já aconteceu, e a publicidade precisa se adaptar a esse mercado cada vez mais particular, onde o consumidor quer aparecer, participar, mexer, escolher. Ele quer ser a mensagem. Se a publicidade não acompanhar esta mudança, aprender a vender produtos e serviços com interatividade e sob demanda, pode perder sua relevância.

domingo, 8 de julho de 2007

Para diretor do Grupo Estado, Internet não é uma mídia

"As mídias são complementares, não excludentes". Esta é a opinião do diretor de Mercado Anunciante do Grupo Estado, Cláudio Santos. Após o lançamento esta semana de um jornal virtual com a assinatura do grupo, Santos falou ao Adnews sobre o posicionamento em relação à comunicação digital e as tendências para este mercado. O jornal MetaNews está disponível no metaverso Second Life e marca a estratégia de ação multimídia citada pelo profissional. Para ele, trata-se de atitude irresponsável afirmar que a Internet tem poder suficiente para ofuscar ou desbancar outros meios de comunicação. Além disso, Santos frisa a distinção a ser considerada entre geradores e distribuidores de informação. "A Internet é uma via de distribuição como tantas outras. Os geradores do conteúdo é que alimentam esta plataforma. Portanto, ela não é considerada uma mídia, ao contrário dos produtores", conta.

De acordo com o diretor, a publicidade em torno das marcas também se encaixa neste aspecto. "Os anunciantes buscam várias formas de chegar ao consumidor e a Internet, assim como no caso de serviços de TV oferecidos por operadoras de telefonia, são os canais que fazem a mensagem chegar".

A preocupação em escala multimídia fez com que o Estado criasse um núcleo de negócios e diretoria especializada no meio digital. A idéia é trabalhar em esquema de conteúdos complementares. Ou seja, a primeira abordagem é feita diretamente para a Web. Posteriormente, uma maior abrangência sobre o respectivo assunto fica a cargo da edição do impresso.

Sobre a recente empreitada do grupo no ambiente virtual, Santos diz que o período ainda é de exposição e reconhecimento do território. Por enquanto, cada avatar, no momento em que se filia ao jogo, recebe um exemplar para conhecer a novidade informativa.

Do ponto de vista comercial, o projeto prevê um casamento com anunciantes parceiros com o Estado nos produtos reais. "Estamos formatando os pacotes comerciais ainda, mas pretendemos inserir várias unidades de negócios como classificados, imóveis ou serviços", completa Santos.

Marcelo Gripa - Adnews

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Internet está prestes a superar TV como mídia essencial, diz pesquisa

São Paulo - Mais americanos escolhem a internet como meio de entretenimento e informação, segundo pesquisa da Edison Media Research.

Consumidores americanos foram consultados para escolher "o mais essencial" veículo de mídia em suas vidas. Dos entrevistados, 33% selecionaram a internet, número muito próximo dos que escolheram a TV, com 36%, de acordo com pesquisa realizada pela Edison Media Research.

Os números são significativamente maiores que os alcançados pelo rádio (17%) e os jornais impressos (10%).

"Não é exagero dizer que a internet se tornou tão importante quanto a televisão como fonte de informações e entretenimento na vida dos americanos", disse Larry Rosin, presidente da Edison Media, em um comunicado.

Em 2002, 20% dos consumidores americanos afirmavam que preferiam a internet, comparado aos 39% que escolhiam a TV e 26% o rádio, segundo o mesmo estudo.

A pesquisa envolveu 1.853 entrevistas por telefone conduzidas entre janeiro e fevereiro deste ano, com um público acima de 12 anos escolhidos de forma randômica, segundo a Edison.

A pesquisa também apontou que para 35% dos ouvidos o jornal impresso é o meio "menos essencial", acima dos 31% declarados em 2002.

Para 38% dos pesquisados, a internet é o meio de comunicação "mais legal e excitante", índice que era de 25% na pesquisa de 2002.

No estudo, 37% afirmam que estão assistindo mais TV ultimamente, enquanto em 2002 o número era de 41%. Em 2007, o número dos que estão usando mais a internet que outros meios subiu para 34%, enquanto em 2002 era de 19%.

*Linda Rosencrance é editora do Computerworld em Framingham

Por Linda Rosencrance, para o Computerworld*
Publicada em 29 de junho de 2007 às 15h25
Atualizada em 29 de junho de 2007 às 15h46