Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

O que os brasileiros ricos e famosos têm em comum?


A resposta é simples e transborda novidade: Social Life. O mercado de luxo brasileiro acaba de ganhar uma rede social privada de relacionamentos voltada exclusivamente para o público mais exigente e afortunado do país. Trata-se do Social Life, uma rede social que promete movimentar essa fatia de mercado que cresce em média 15% todos os anos.
A Social Life (www.sociallife.com.br) deve reunir celebridades, socialites, empresários bem sucedidos e outras personalidades. A idéia é conectar em um único espaço, brasileiros com os mesmos interesses, para que eles possam trocar idéias, contar suas experiências, fazer amigos, criar blogs, fóruns, agendar e participar de eventos.

Um dos diferenciais da Social Life está no fato de ser uma rede privada de relacionamentos. Isso garante total segurança, privacidade e credibilidade em todos os dados e ações. Essa rede terá monitoramento constante para proporcionar a ordem interna. Dessa forma, não será possível a criação de perfis com dados falsos ou a divulgação de conteúdo agressivo.

Sem dúvida, a rede está trazendo uma proposta inédita ao Brasil. Para fazer parte do seleto grupo de associados, as pessoas devem atender a uma série de requisitos. Inicialmente, o processo de associação terá duas etapas: no primeiro momento, qualquer pessoa pode realizar o cadastro no site e também convidar seus amigos. Depois disso, uma equipe da Social Life vai analisar todos os dados cadastrais e aprovar apenas aqueles que estiverem de acordo com os requisitos propostos inicialmente. Os aprovados receberão um e-mail para prosseguirem com a associação. Esse período de cadastramento aberto ao público acontece somente até o mês de fevereiro. Passado esse tempo, somente conseguirão adentrar a essa misteriosa, restrita e luxuosa rede de relacionamentos, aqueles que receberem o convite de um amigo já associado.

Portanto, se você é um apreciador do envolvente mundo do luxo, glamour e poder e tem interesse em fazer contatos com pessoas do seu círculo social, a Social Life é o lugar certo. A primeira etapa do processo de associação já pode ser feita no endereço www.sociallife.com.br. Se você tem curiosidade em conhecer o mundo dos ricos e famosos, mas não faz parte desse círculo, vai ser difícil desvendar o que acontece nessa secreta rede de relacionamentos onde somente os que têm estilo, luxo e glamour podem adentrar.
A rede ainda está premiando com notebooks os cadastrados que conseguirem levar ao menos 25 associados para a Social Life. Não se trata de sorteio nem de competição. Basta convidar os amigos para o site de relacionamentos, torcer para que eles consigam ser aprovados pela Comissão Interna e efetivem suas associações.

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Vendas online em Mato Grosso cresceram 35% neste semestre

No primeiro semestre deste anos, as vendas no comércio eletrônico em Mato Grosso cresceram 35,55% ante ao mesmo período do ano passado. O faturamento saltou de R$ 29 milhões nos primeiros seis meses de 2006 para R$ 45 milhões entre janeiro e junho deste ano. No Brasil, as transações via internet somaram R$ 2,6 bilhões, 34,61% superior ao valor do ano anterior, quando o montante foi de R$ 1,7 bilhão. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela empresa de pesquisa e marketing on-line E-bit, e indicam que a participação mato-grossense no e-commerce passou de 1,66% no primeiro semestre de 2006 para 1,72% em período similar de 2007.

O diretor geral da E-bit, Pedro Guasti, afirma ao jornal A Gazeta que o crescimento no market share do Estado foi motivado pela descoberta da ferramenta em ritmo acelerado pelos consumidores, e isso acontece porque não há grandes lojas e shoppings nos municípios em que residem, onde poderiam encontrar os mesmos produtos das lojas virtuais. "As pessoas estão descobrindo que podem comprar uma infinidade de produtos em um simples clique no mouse.

Em Mato Grosso, um pólo do agronegócio não poderia ser diferente. As pessoas estão em busca de equipamentos que não podem ser comprados no comércio local", explica Guasti ao completar que mesmo com a crescente participação, Mato Grosso não está entre os 10 maiores Estados compradores, e que São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais lideram o ranking nacional.

Guasti afirma que a tendência é crescer ainda mais no segundo semestre, quando as vendas natalinas, que naturalmente movimentam o comércio local e o virtual, tendem a ser mais expressivas ao varejo. Ele estima que o país deve fechar 2007 com R$ 6,4 bilhões no faturamento do comércio eletrônico, o que significa que 40% já foram contabilizados no primeiro semestre. "E Mato Grosso deve seguir esse crescimento", afirma sem prever números locais.

domingo, 8 de julho de 2007

A segunda onda do varejo virtual


Depois do sucesso do Submarino, chegou a vez de grandes redes do comércio surfarem nas vendas pela internet

Primeiro foram os sites voltados exclusivamente para o comércio eletrônico nos anos 90. Submarino e Americanas.com mostraram a viabilidade de se vender pela internet. Agora, nos próximos meses, começa, finalmente, a segunda onda do varejo virtual, tantas vezes tentada e nunca atingida. Nela, surfarão os grandes nomes do comércio tradicional - Pão de Açúcar, Casas Bahia e Carrefour. Desde 2001, quando o portal Amélia, do grupo Pão de Açúcar, foi substituído pelo atual site da empresa, nada de novo acontecia por essas bandas. Até que dias atrás os anúncios começaram.

Em cinco meses, o Carrefour inaugura um serviço de vendas de pacotes turísticos na web e, até o segundo trimestre de 2008, inicia a comercialização de produtos em geral. A Casas Bahia afirma que "provavelmente" iniciará as vendas virtuais no ano que vem. Euforias à parte, até agora os estudos sobre o segmento caminhavam a passos de tartaruga. A animação com o "novo" mercado sempre foi comedida, e o posicionamento, cauteloso. Não é para menos: há uma série de avaliações que precisam ser feitas, cuidadosamente, antes de colocar a marca na internet. A principal referese à logística e distribuição. Esse é o coração do sistema. Tropeços contínuos nesse campo "matam" a credibilidade, arranham a imagem da rede e as vendas não decolam. "Tudo precisa funcionar bem acertadinho", diz Alexandre Ribeiro, diretor de novos negócios do Carrefour. "Até o final de julho, concluiremos o relatório interno que determinará nosso modelo de venda na web."


Já é possível ter uma idéia do caminho que a rede tomará. A área de logística e distribuição do site deverá funcionar de forma independente daquela que atende as lojas tradicionais. A venda de alimentos não será foco da operação, a princípio. Os serviços voltados para turismo serão hospedados num portal à parte, e contarão com a base operacional da operadora CVC e a plataforma de ecommerce da empresa Amadeus. O que atrai Carrefour e seus concorrentes para a web é o crescimento vigoroso desse mercado. Em 2006, as vendas eletrônicas somaram R$ 4,4 bilhões no País. Para este ano, a previsão é de R$ 6,4 bilhões, 45% a mais.Cerca de dez milhões de consumidores compram na rede. Mesmo assim, as empresas demonstram cautela. "Estamos realizando pesquisas para lançarmos um portal com um sistema simples e fácil", afirma Michael Klein, diretor executivo da Casas Bahia. A empresa planeja abrir a sua loja virtual somente quando alcançar a meta de quatro milhões de cartões de crédito com sua marca. Atualmente são 2,5 milhões de unidades. A meta não deverá ser atingida antes de 2008. Essa cautela é reforçada por experiências malsucedidas, como o portal Amélia, do Pão de Açúcar, cujo objetivo era se tornar o grande canal de varejo virtual do País.

Um ano depois, o projeto foi abandonado. Ficou apenas o site tradicional. Agora, a rede acompanha com atenção os passos dos concorrentes. "Mais cedo ou mais tarde, eles iriam entrar", diz João Edson Gravata, diretor de operações do Pão de Açúcar. "O que eles estão imaginando criar, nos já analisamos e sabemos se pode ou não dar certo", cutuca. Quem parece pouco interessado no assunto é a Wal-Mart, maior rede de varejo do mundo. Em novembro de 2006, o presidente da companhia, Vicente Trius, anunciou que entraria no comércio virtual em 2007. O comunicado pegou de surpresa até a diretoria da rede. Pois, desde então, nada aconteceu. O tema não tem sido tratado como prioridade pela empresa e é preciso do aval dos americanos para que o projeto caminhe. Enquanto não decidem, os outros vão chegando, e fazendo barulho.

por Revista Isto é Dinheiro - ADRIANA MATTOS