Imaginem procurar um produto na internet sem um mecanismo de busca. Ou mesmo comprar o primeiro produto que achar sem compará-lo com outros produtos ou pesquisar outros preços. Achar uma informação para um trabalho ou uma viagem, em meio a bilhões de páginas existentes na imensidão da rede. Tarefa complicada.
Segundo dados do Ibope/NetRatings, no Brasil 7,8 milhões de internautas acessam esses serviços de casa. Isso significa que dois em cada três usuários brasileiros da rede recorrem a sites de busca. Se não pudéssemos contar com a alta tecnologia desses sites, seria o caos.
Em relação ao comércio eletrônico, os comparadores de preço têm papel fundamental para o sucesso desse mercado, principalmente aqui no Brasil, já que em minha opinião, a maioria dos brasileiros gosta de pechinchar, de ir atrás do melhor preço, do melhor custo-benefício; diria que isso vem da nossa cultura. Outro fator é que em nosso país existe um alto índice de informalidade, o que faz com que tenhamos diferenças significantes entre preços. E por fim, a diferença gritante de impostos entre estados, um fato que incentiva não só a comparação, mas também o comércio eletrônico em geral. Afinal, nada nos impede de comprar um produto que está mais barato lá em Recife, ou em Manaus.
Os sites de busca e comparação de preços evoluíram tanto que são capazes de trazer milhares de resultados em um terço de segundo. Parece loucura, mas é realmente necessário, principalmente na cena do comércio eletrônico que a cada dia ganha mais adeptos e onde essa tecnologia acaba tornando a concorrência ainda mais acirrada, afinal, é muito fácil e rápido constatar a diferença de preços ou de vantagens entre produtos e fazer o melhor negócio.
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