Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.
Mostrando postagens com marcador eletronico. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador eletronico. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de julho de 2007

Google lidera e-commerce mundial


Google, Wi-Fi e BlackBarry estão entre as empresas que mais contribuíram para o desenvolvimento do comércio electrónico.

A Software & Information Industry Association (SIIA) acaba de lançar a lista das dez organizações que tiveram maior impacto no desenvolvimento do e-commerce, ao longo da última década.
Para além das empresas anunciadas, fazem também parte da tabela o iTunes, o eBay, a Amazon e outras de banda larga.

«O comércio electrónico impulsionou crescimento da economia global e a proliferação de produtos e serviços inovadores», nota Ken Wasch.

O presidente da SIIA acrescenta ainda que «a lista inclui várias ferramentas de e-commerce, muito utilizadas nos nossos dias, mas inexistentes há dez anos».

Os 10 maiores desenvolvimentos de e-commerce da última década, segundo a SIIA:
1. Google (Setembro de 1998)
2. Utilização de banda larga nos EUA por 50% dos utilizadores (Junho de 2004)
3. Leilões do EBay (Setembro de1997)
4. Amazon.com (IPO, Maio de 1997)
5. Google AdWords (2000)
6. Open standards (HTML 4.0, 1997)
7. Wi-Fi (802.11, 1997)
8. Conteúdo de uso generalizado (YouTube, 2005)
9. ITunes (2001)
10. BlackBerry (1999)

Cresce o comércio on-line

Apesar do crescimento acelerado do comércio eletrônico nos últimos anos, o mercado de vendas pela internet é altamente concentrado. São mais de 3 mil lojas on-line no País, mas cerca de 20 grandes grupos abocanham quase 80% do total faturado com a comercialização de produtos e serviços pela Web.

Diante desse cenário, a alternativa para as micro e pequenas empresas se inserirem nessa área e atingirem esse tão desejado consumidor passa pela especialização e a parceria com outros empreendimentos. "As oportunidades das micro e pequenas estão na criação de nichos de mercado. Não dá para competir diretamente com as grandes", diz o diretor-geral da e-Bit, empresa especializada em marketing on-line, Pedro Guasti. De acordo com ele, se o consumidor tiver de optar entre uma loja grande, famosa e fácil de achar na internet e uma microempresa sem uma marca tão forte, preferirá a primeira, até pela insegurança que muitos têm em relação às compras pela rede.

Para o diretor, é fundamental ter a iniciativa de oferecer um produto diversificado e estabelecer parcerias com os grupos grandes, para que incorporem os produtos nas suas próprias lojas. Já para o presidente do Serviço Brasiliero de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) do Distrito Federal, José Carlos de Luca, a inserção no mercado deve ser feita em etapas e com calma. O importante é que a empresa esteja preparada quando começar a vender pela internet. "Se você não for bem atendido na primeira vez que você compra algo em um site, nunca mais você compra nada lá", esclarece.

Para fazer frente ao mercado concentrado e à força dos grandes grupos, o presidente do Sebrae-DF aposta na união entre os pequenos. "É importante que se organizem em grupos de produção que construam uma rede. O que um não tiver, passa para o colega. Assim, ninguém perde negócio", sugere.

Sucesso
O empresário Anthony Moreira, de 29 anos, montou a loja virtual de seu empreendimento há cerca de três anos. Hoje, no site da AcmeDigital, que trabalha com a venda e manutenção de videogames, peças e aparelhos eletrônicos, é possível escolher e encomendar qualquer um dos produtos comercializados na loja física. "Dificilmente as nossas vendas pela internet deixam de representar ao menos 50% do nosso faturamento", revela Anthony. Na hora da compra, basta o preenchimento de um formulário. E a empresa já está em processo avançado para estabelecer uma parceria com os cartões de crédito Visa e Mastercard para que seus clientes tenham mais segurança na hora de adquirir um produto.

O sucesso na rede foi tanto que AcmeDigital hoje tem um braço que vende assistência para outras empresas que desejam se aventurar pela internet.

Fonte: Jornal de Brasília

terça-feira, 10 de julho de 2007

Marketing eletrônico, o desdobramento de um novo mercado

Os recursos tecnológicos, e principalmente a Internet, trazem aos gestores de empresas, a possibilidade de efetuar atividades comerciais em um âmbito global. Hoje, a Internet oferece às empresas uma possibilidade de oferecer um nível de interatividade nunca antes visto. Dentro deste contexto, surge o marketing eletrônico, um processo que estabelece uma combinação dos recursos de marketing tradicional com ferramentas eletrônicas. A composição destas ferramentas eletrônicas interativas foi concebida através da combinação de comunicações diretas e dirigidas aos clientes com respostas instantâneas. Através das comunicações estabelecidas através de ferramentas de marketing eletrônico, os profissionais de mercado estão atingindo níveis de interação com seus clientes baseados em relações cada vez mais confortáveis e convenientes para seus clientes atuais e potenciais.

Dentro deste panorama, a Internet contribuiu diretamente para que o marketing eletrônico possibilitasse o relacionamento entre cliente-empresa em tempo real. Neste sentido, de forma bastante coesa, Bretzke (2000) apresenta quatro características principais que possibilitaram ao marketing eletrônico tal nível de interação: (1) Um canal de relação maximizado, onde o eixo empresa-cliente consegue interagir de forma muito mais significativa; (2) A inovação e customização dos produtos e serviços em virtude do grande contingente de informações detidas pelas empresas, dos seus clientes, é hoje, possível personalizar produtos e serviços como nunca na história; (3) A existência de novos meios de venda e distribuição de bens e serviços modifica drasticamente a maneira com que os mercados fazem negócio. Hoje o mercado .com oferece meios de distribuição e venda de mercadorias e serviços inovadores e, completamente desconhecidos há 10 anos atrás; e por último, (4) Vantagem competitiva sustentável no longo prazo. Sendo a Internet uma ferramenta que possibilita às empresas se diferenciarem umas das outras de forma a competir com maior maestria em seus mercados, o domínio de estratégias de marketing neste ambiente é crucial para a competição entre os players neste cenário.

Estas quatro contribuições do marketing eletrônico trazem um nível de significância na relação cliente-empresa nunca antes atingido. A compreensão do cliente e o montante de clientes atingidos com este canal de distribuição de bens e serviços é inédita. Desta forma as empresas precisam dar atenção contínua ao marketing eletrônico e seus desdobramentos a fim de melhor interagir neste ambiente. Hoje, a tecnologia precisa ser encarada como um fator que traz benefícios às empresas, principalmente no que tange ao relacionamento com seus clientes, e não, como uma barreira na condução dos negócios.

Referência Bibliográfica
BRETZKE, Miriam. Marketing de Relacionamento e competição em tempo real com CRM. São Paulo: Editora Atlas, 2000.

Felipe Silveira Ramos é Gerente de Marketing da Englishvox Ensino de Idiomas S/A, bacharel em Administração de Empresas com Ênfase em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM) e pós-graduando em Gestão Estratégica e Tecnologia da Informação pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Atualmente ocupa o cargo de Diretor de Planejamento da Federação das Associações de Jovens Empresários do RS (FAJERS).

Fonte: Felipe Silveira Ramos

segunda-feira, 9 de julho de 2007

Vendas online em Mato Grosso cresceram 35% neste semestre

No primeiro semestre deste anos, as vendas no comércio eletrônico em Mato Grosso cresceram 35,55% ante ao mesmo período do ano passado. O faturamento saltou de R$ 29 milhões nos primeiros seis meses de 2006 para R$ 45 milhões entre janeiro e junho deste ano. No Brasil, as transações via internet somaram R$ 2,6 bilhões, 34,61% superior ao valor do ano anterior, quando o montante foi de R$ 1,7 bilhão. Os dados fazem parte de um levantamento realizado pela empresa de pesquisa e marketing on-line E-bit, e indicam que a participação mato-grossense no e-commerce passou de 1,66% no primeiro semestre de 2006 para 1,72% em período similar de 2007.

O diretor geral da E-bit, Pedro Guasti, afirma ao jornal A Gazeta que o crescimento no market share do Estado foi motivado pela descoberta da ferramenta em ritmo acelerado pelos consumidores, e isso acontece porque não há grandes lojas e shoppings nos municípios em que residem, onde poderiam encontrar os mesmos produtos das lojas virtuais. "As pessoas estão descobrindo que podem comprar uma infinidade de produtos em um simples clique no mouse.

Em Mato Grosso, um pólo do agronegócio não poderia ser diferente. As pessoas estão em busca de equipamentos que não podem ser comprados no comércio local", explica Guasti ao completar que mesmo com a crescente participação, Mato Grosso não está entre os 10 maiores Estados compradores, e que São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais lideram o ranking nacional.

Guasti afirma que a tendência é crescer ainda mais no segundo semestre, quando as vendas natalinas, que naturalmente movimentam o comércio local e o virtual, tendem a ser mais expressivas ao varejo. Ele estima que o país deve fechar 2007 com R$ 6,4 bilhões no faturamento do comércio eletrônico, o que significa que 40% já foram contabilizados no primeiro semestre. "E Mato Grosso deve seguir esse crescimento", afirma sem prever números locais.

domingo, 8 de julho de 2007

E-commerce supera expectativas

O comércio eletrônico movimentou pouco mais de R$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2007 (com exceção de passagens aéreas, automóveis e sites de leilão). Este valor superou em quase 5% a expectativa inicial da e-bit e representa um crescimento nominal de 49% em relação ao primeiro semestre de 2006.

De acordo com a pesquisa de comércio eletrônico realizada pela e-bit é possível observar que três fatores foram os grandes responsáveis por essa alta. O maior volume de vendas – 45% acima do resultado de 2006 – impulsionado pela entrada de novos e-consumidores (em dezembro de 2006, no Brasil, cerca de 7 milhões de pessoas já tinham experimentado a comodidade de comprar sem sair de casa, hoje já são quase 8 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra pela rede). Além disso, o aumento da freqüência de compras por “usuários” mais experientes aliado à escolha de produtos com maior valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores, colaborou e muito para o crescimento. Para se ter idéia, somente em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas responderam que realizaram mais de dez compras nos últimos seis meses.

E, se os e-consumidores compraram mais, eles também gastaram mais no primeiro semestre de 2007. A média do valor gasto nas lojas virtuais nesses seis primeiros meses do ano ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).

O mês de maior faturamento no 1º semestre foi maio. O mês em que se comemora o Dia das Mães representou cerca de 19% do faturamento do semestre e registrou o maior número de vendas contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram Livros, Informática e Eletrônicos representando 15%, 11% e 9% respectivamente.

O balanço do semestre indica que o setor de e-commerce está crescendo e conquistando cada vez mais novos clientes. Cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua compra na internet pela primeira vez. O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre é de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.

“E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos às compras virtuais disseram que voltariam a comprar na mesma loja onde já efetuaram alguma compra”, complementa Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.

Essas informações são uma prévia da décima sexta edição do Relatório Web Shoppers, produzido semestralmente pela e-bit, que podem ser encontradas no site www.webshoppers.com.br. Até a segunda quinzena de Agosto a 16ª edição deste estudo estará disponível para download.

revista B2BMagazine