Neste mês de julho, comprar pela Internet ficou mais barato. Isto é o que aponta o índice e-Flation, desenvolvido pelo Programa de Administração do Varejo (Provar), da Fundação Instituto de Administração (FIA) em parceria com a Canal Varejo – Consultoria: Mercado de Bens e Serviços, para monitorar a precificação de produtos consumidos de maneira online. Segundo os dados apurados, os preços do comércio eletrônico sofreram deflação de 2,52%, maior queda de preços registrada desde o último mês de março. A principal queda do período foi registrada pela categoria “Telefonia”, com deflação de 5,84%, seguido pela categoria “Eletroeletrônico”, que registra sua maior queda de preços do ano, com 5,16% de deflação.
De acordo com o levantamento, sofreram deflação as categorias “Telefonia” (5,84%), “Eletroeletrônico” (5,16%), “Linha Branca” (2,37%), “Perfumaria” (2,25%), “Viagem e Turismo” (1,74%), “Informática” (1,13%) e “Produtos para Casa”, com 0,01%. Por outro lado, observa-se inflação para as categorias “Brinquedos” (0,45%), “Livros” (3,33%) e “CDs e DVDs” (5,37%), que apresenta sua maior alta do ano.
A cesta composta apenas por “Automóveis” continua com seus preços em alta, registrado inflação de 0,23% no período. Segundo o professor Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do Provar/FIA, com a atualização da metodologia e análise dos dados, que marca a nova medida do índice e-Flation em 2007, nos últimos sete meses o índice contabiliza 3,34% de inflação.
Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são aqueles que, sendo os mais anunciados entre os sites mais procurados, compõem o que se chama de “campeões de vendas”. A aferição da inflação para automóveis nas vendas online é elaborada à parte, servindo como fonte de dados os sites das montadoras brasileiras. A cesta é composta pelos modelos populares de cada uma destas empresas, uma vez que estes modelos são considerados os mais vendidos. A análise é realizada na primeira semana de cada mês.
por B2B magazine
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quarta-feira, 18 de julho de 2007
domingo, 8 de julho de 2007
Inflação no e-commerce
Revertendo a tendência negativa dos três últimos meses, os preços dos produtos vendidos pela Internet sofreram inflação de 1,91% no mês de junho segundo os resultados apontados pelo índice e-Flation, desenvolvido pelo Provar – Programa de Administração do Varejo, da FIA – Fundação Instituto de Administração, em parceria com a Canal Varejo, para monitorar a precificação de produtos consumidos online. As categorias que registraram maior alta no período foram “Brinquedos” e “Viagem e Turismo”, com inflação de 6,84% e 5,68%, respectivamente.
De acordo com o levantamento, sofreram inflação as categorias “Brinquedos” (6,84%), “Viagem e Turismo (5,68%), “Informática (4,21%), “Livros” (2,28%), “Telefonia” (0,67%) e “Perfumaria” (0,34%). A cesta composta apenas por “Automóveis” também apresentou inflação de 3%, configurando a maior alta do produto nos últimos 12 meses e a segunda maior alta de 2007.
Por outro lado, observou-se deflação nas categorias “CDs e DVDs” (3,7%), “Produtos para Casa” (1,93%), “Linha Branca” (1,34%) e “Eletroeletrônicos” (0,23%), resultados inversos aos registrados no mês de maio. Segundo o professor Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do PROVAR/FIA, com a atualização da metodologia e análise dos dados, que marca a nova medida do índice e-Flation em 2007, nos últimos seis meses o índice contabiliza 6,01% de inflação.
Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são os mais anunciados entre os sites mais procurados e compõem o que se chama de “campeões de vendas”. A aferição da inflação para automóveis nas vendas online é elaborada à parte, servindo como fonte de dados os sites das montadoras brasileiras. A cesta é composta pelos modelos populares de cada uma destas empresas, uma vez que estes modelos são considerados os mais vendidos. A análise é realizada na primeira semana de cada mês
revista B2BMagazine
De acordo com o levantamento, sofreram inflação as categorias “Brinquedos” (6,84%), “Viagem e Turismo (5,68%), “Informática (4,21%), “Livros” (2,28%), “Telefonia” (0,67%) e “Perfumaria” (0,34%). A cesta composta apenas por “Automóveis” também apresentou inflação de 3%, configurando a maior alta do produto nos últimos 12 meses e a segunda maior alta de 2007.
Por outro lado, observou-se deflação nas categorias “CDs e DVDs” (3,7%), “Produtos para Casa” (1,93%), “Linha Branca” (1,34%) e “Eletroeletrônicos” (0,23%), resultados inversos aos registrados no mês de maio. Segundo o professor Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do PROVAR/FIA, com a atualização da metodologia e análise dos dados, que marca a nova medida do índice e-Flation em 2007, nos últimos seis meses o índice contabiliza 6,01% de inflação.
Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são os mais anunciados entre os sites mais procurados e compõem o que se chama de “campeões de vendas”. A aferição da inflação para automóveis nas vendas online é elaborada à parte, servindo como fonte de dados os sites das montadoras brasileiras. A cesta é composta pelos modelos populares de cada uma destas empresas, uma vez que estes modelos são considerados os mais vendidos. A análise é realizada na primeira semana de cada mês
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E-commerce supera expectativas
O comércio eletrônico movimentou pouco mais de R$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2007 (com exceção de passagens aéreas, automóveis e sites de leilão). Este valor superou em quase 5% a expectativa inicial da e-bit e representa um crescimento nominal de 49% em relação ao primeiro semestre de 2006.
De acordo com a pesquisa de comércio eletrônico realizada pela e-bit é possível observar que três fatores foram os grandes responsáveis por essa alta. O maior volume de vendas – 45% acima do resultado de 2006 – impulsionado pela entrada de novos e-consumidores (em dezembro de 2006, no Brasil, cerca de 7 milhões de pessoas já tinham experimentado a comodidade de comprar sem sair de casa, hoje já são quase 8 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra pela rede). Além disso, o aumento da freqüência de compras por “usuários” mais experientes aliado à escolha de produtos com maior valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores, colaborou e muito para o crescimento. Para se ter idéia, somente em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas responderam que realizaram mais de dez compras nos últimos seis meses.
E, se os e-consumidores compraram mais, eles também gastaram mais no primeiro semestre de 2007. A média do valor gasto nas lojas virtuais nesses seis primeiros meses do ano ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).
O mês de maior faturamento no 1º semestre foi maio. O mês em que se comemora o Dia das Mães representou cerca de 19% do faturamento do semestre e registrou o maior número de vendas contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram Livros, Informática e Eletrônicos representando 15%, 11% e 9% respectivamente.
O balanço do semestre indica que o setor de e-commerce está crescendo e conquistando cada vez mais novos clientes. Cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua compra na internet pela primeira vez. O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre é de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.
“E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos às compras virtuais disseram que voltariam a comprar na mesma loja onde já efetuaram alguma compra”, complementa Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.
Essas informações são uma prévia da décima sexta edição do Relatório Web Shoppers, produzido semestralmente pela e-bit, que podem ser encontradas no site www.webshoppers.com.br. Até a segunda quinzena de Agosto a 16ª edição deste estudo estará disponível para download.
revista B2BMagazine
De acordo com a pesquisa de comércio eletrônico realizada pela e-bit é possível observar que três fatores foram os grandes responsáveis por essa alta. O maior volume de vendas – 45% acima do resultado de 2006 – impulsionado pela entrada de novos e-consumidores (em dezembro de 2006, no Brasil, cerca de 7 milhões de pessoas já tinham experimentado a comodidade de comprar sem sair de casa, hoje já são quase 8 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra pela rede). Além disso, o aumento da freqüência de compras por “usuários” mais experientes aliado à escolha de produtos com maior valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores, colaborou e muito para o crescimento. Para se ter idéia, somente em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas responderam que realizaram mais de dez compras nos últimos seis meses.
E, se os e-consumidores compraram mais, eles também gastaram mais no primeiro semestre de 2007. A média do valor gasto nas lojas virtuais nesses seis primeiros meses do ano ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).
O mês de maior faturamento no 1º semestre foi maio. O mês em que se comemora o Dia das Mães representou cerca de 19% do faturamento do semestre e registrou o maior número de vendas contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram Livros, Informática e Eletrônicos representando 15%, 11% e 9% respectivamente.
O balanço do semestre indica que o setor de e-commerce está crescendo e conquistando cada vez mais novos clientes. Cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua compra na internet pela primeira vez. O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre é de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.
“E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos às compras virtuais disseram que voltariam a comprar na mesma loja onde já efetuaram alguma compra”, complementa Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.
Essas informações são uma prévia da décima sexta edição do Relatório Web Shoppers, produzido semestralmente pela e-bit, que podem ser encontradas no site www.webshoppers.com.br. Até a segunda quinzena de Agosto a 16ª edição deste estudo estará disponível para download.
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