Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Social Life: uma rede de relacionamentos onde só entram brasileiros ricos e famosos


Imagine uma rede de relacionamentos onde só entram pessoas ricas, poderosas, famosas e cheias de luxo, estilo e glamour. O que aconteceria lá dentro? Quem seriam os poucos privilegiados que habitariam essa “rede de ouro”? O que eles discutiriam em fóruns? Quais produtos desejariam comprar ou vender? As respostas a todas essas perguntas você só vai descobrir se fizer parte do mundo da fama ou dos afortunados.
Os brasileiros acabam de ganhar a Social Life, uma rede privada de relacionamentos que promete agitar o círculo social dos titulares de contas bancárias generosas ou daqueles que têm o rosto estampado nas mais renomadas publicações midiáticas do país. A idéia é reunir vips com interesses comuns.

Nela, os associados vão poder fazer amigos do mesmo convívio social, trocar experiências e adquirir informações sobre produtos e serviços de luxo.
A proposta da Social Life é promover uma forte conexão entre todos os interessados no segmento. Para os empresários do mercado de luxo, oferece o público-alvo perfeito. Para os consumidores mais exigentes, a Social Life vai ser uma vitrine de excelentes oportunidades. Além disso, os associados vão poder trocar informações valiosas sobre os melhores restaurantes, hotéis, as mais requintadas lojas e muitos outros detalhes que interessam aos colunáveis e ao público mais “top” da pirâmide social. E tudo feito com muita segurança e confidencialidade das informações. Isso porque a Social Life é uma rede privada de relacionamentos.
Para desfrutar deste refinado ambiente é preciso tornar-se um associado, o que não é uma tarefa fácil. Todos devem passar por duas etapas. A primeira etapa consiste no cadastro dos dados pessoais no endereço (www.sociallife.com.br). Esses dados serão analisados por uma Comissão da Social Life, que decidirá pela aceitação ou não do cadastrado, tendo como base uma série de pré-requisitos. Se for aceita, a pessoa vai então efetivar sua associação. Após o mês de fevereiro, o processo de entrada no site somente poderá acontecer mediante convite de um associado e aprovação da comissão.
Fonte: Assessoria

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Para onde vai a Propaganda? A evolução da publicidade e suas tendências.


Em 2006 o vídeo na internet estourou e mudou o rumo da publicidade e da propaganda. O mais famoso site e o mais acessado entre diversos públicos, o Youtube, virou sucesso porque oferece ao usuário, ou profissionais amadores, espaço e facilidades para mostrarem seu talento. A cada esquina encontramos um produtor de TV, um camera man um editor.

Comerciais criados por consumidores ganham destaque na propaganda que será obrigada a repensar seu modelo. Essa estratégia é cada vez mais usada: a marca convida os usuários a criarem seus próprios filmes que passam por uma votação popular e o mais votado leva o prêmio. Uma forma muito mais barata de se fazer propaganda e com pesquisa grátis, muito inteligente.

É a lógica da democratização da produção e dos meios de distribuição que chega na publicidade. A propaganda participatória afetou o mercado, onde a produção e o acesso democratizado ao conteúdo têm colocado em evidência empresas e mercados até então estabelecidos.

Vivemos na era da interatividade, mas será que a propaganda acompanhou esta evolução?

Na verdade essa evolução é a publicidade online, que deve ser um complemento da publicidade offline, e entre elas há uma grande diferença. A online permite interatividade de alto nível misturada à interatividade emocional. Outro fator é que há um aspecto participativo que vai além do interativo. O participativo começa a se manifestar com a web 2.0. Um grande exemplo são os blogs, onde o usuário participa através de comentários, participa com conteúdo ou na disseminação( como é o caso do viral). O que antes era uma brincadeira de adolescentes “internéticos” se transformou numa gloriosa ferramenta de marketing.

Outra grande mudança que incomoda publicitários por aí é a chegada da TV Digital. O meio de comunicação mais popular e lucrativo do país, a TV, está prestes a sofrer uma revolução que afetará diretamente a propaganda. O “ganha pão” da maioria das agências, os famosos filminhos de 30 segundos, nunca esteve tão ameaçado. A informação vai deixar de ser imposta pelas redes e vai passar a ser escolhida pelo usuário (mais uma vez ele no poder). A TV digital permitirá a interatividade (olha ela aí de novo). Poderemos interagir com o conteúdo da TV, participar de votações, jogos, mandar e–mails e fazer compras.

O futuro definitivamente é a participação e o meio é a mensagem. A revolução já aconteceu, e a publicidade precisa se adaptar a esse mercado cada vez mais particular, onde o consumidor quer aparecer, participar, mexer, escolher. Ele quer ser a mensagem. Se a publicidade não acompanhar esta mudança, aprender a vender produtos e serviços com interatividade e sob demanda, pode perder sua relevância.

Yahoo! lança nova plataforma de publicidade no país para brigar com Google por links patrocinados

SÃO PAULO - O portal Yahoo! lança hoje no Brasil a sua nova plataforma de publicidade online, batizada de Panamá, e tenta equilibrar no país a briga contra a arqui-rival Google no segmento de anúncios patrocinados no país. A plataforma vai mudar a forma como o Yahoo! distribui anúncios em suas páginas e na de parceiros na tentativa de incentivar os acessos dos usuários e elevar suas receitas com esse tipo de publicidade.

Antes do Panamá, o que ocorria era uma espécie de leilão: os anunciantes que pagavam mais garantiam seus anúncios no topo e nas melhores posições das páginas gerenciadas pelo Yahoo!. Agora, os anúncios serão elencados por relevância, tendo como base uma análise qualitativa automática do interesse dos usuários revelado por suas buscas.

Para o anunciante, o Panamá permite que os anúncios mais pertinentes e mais bem elaborados tenham vantagens sobre os demais. Para os usuários, aumenta a relevância da publicidade a qual serão expostos, com mais ligação com aquilo que buscam , diz o gerente geral do Yahoo Search Marketing Brasil, André Izay. Foi basicamente com essa estratégia que o Google conseguiu a liderança no mercado de links patrocinados, colocando mais ênfase na relevância do que na receita unitária dos anúncios.

Apesar do lançamento hoje, só em outubro começará a classificação dos anúncios por relevância. Segundo Izay, há dois motivos para a demora. O primeiro é dar tempo para que haja a migração dos atuais anunciantes da antiga plataforma para a Panamá. O segundo é gerar um banco de dados com informações que dê condições para a distribuição dos anúncios por relevância.

De acordo com Izay, o objetivo do Yahoo! é ir mais além. O Panamá deverá se tornar, em algum tempo, uma plataforma única para o gerenciamento de publicidade para clientes anunciantes do portal. Por isso, desde sua elaboração, diz o executivo, a plataforma não vai se limitar a copiar o caso de sucesso do Google. As duas empresas são as únicas competidoras relevantes desse mercado atualmente no país.

Uma das diferenças é a possibilidade de realizar campanhas direcionadas a regiões geográficas específicas. Dessa forma, um anunciante de carros de São Paulo não corre o risco de ter seu anúncio distribuído para um usuário no Nordeste - e que não vai gerar nenhum resultado.

Outro aspecto diferente são os mecanismos de análise e gerenciamento das campanhas. Todos itens de série , sem custo adicional, diz Izay. Se os anunciantes vão utilizar todas as ferramentas ou não, isso não fará diferença para a empresa, e dependerá principalmente das necessidades do cliente, que pode ser tanto uma grande corporação quanto um profissional liberal. No Panamá o cliente terá uma série de relatórios online, por exemplo, sobre como os anúncios estão sendo entregues, qual o potencial de tráfego que está ou não utilizando , afirma. Essa ferramenta de análise de tráfego, inclusive, pode ser uma alavanca de negócios para o Yahoo. Com ela, uma empresa pode descobrir que tem um potencial de tráfego - por conta da análise das palavras chave buscadas que constam do grupo de seu anúncio - superior ao volume de exposição comprado e, consequentemente, pode decidir investir mais.

De acordo com o executivo, a mudança para a nova plataforma também vai influenciar na distribuição de publicidade nos parceiros do Yahoo. Todas as ferramentas do Panamá estarão disponíveis para os parceiros que utilizam o sistema de gerenciamento de anúncios da companhia, diz Izay. Dessa forma, o Yahoo pretende potencializar ainda mais o crescimento de sua receita com links patrocinados, os tornando mais relevantes mesmo em páginas de parceiros.

O potencial de crescimento desse mercado de links patrocinados, diz Izay, é o principal ponto que levou o Yahoo a lançar o Panamá no Brasil de forma quase simultânea ao lançamento dos EUA. É também o que, alega, faz do país um dos que mais crescem em importância para a empresa.

O Brasil tem uma taxa de crescimento e um potencial de expansão muito grandes. Se nos EUA a participação da publicidade online é de 8% no mercado total, no Brasil ela é de 2% , afirma. Por isso, independentemente do volume desse mercado no Brasil - que já é extremamente relevante -, é possível multiplica-lo por quatro, só com base em sua maturação , explica.

Em janeiro deste ano, a Yahoo projetava um crescimento de entre 25% e 30% no mercado de publicidade online no Brasil. Em termos de receita no país, a projeção era de aumento de 50%.

Lançado em fevereiro nos EUA, em abril no Japão e em maio na Europa, o Panamá não teve impacto significativo no resultado da empresa no primeiro trimestre - quando seu lucro líquido caiu 11%, para US$ 142 milhões, abaixo do esperado pelo mercado. À época do lançamento, porém, a empresa afirmou que os resultados só começariam a aparecer a partir do segundo trimestre - cujos resultados serão divulgados amanhã.

(José Sergio Osse | Valor Online)

domingo, 8 de julho de 2007

Para diretor do Grupo Estado, Internet não é uma mídia

"As mídias são complementares, não excludentes". Esta é a opinião do diretor de Mercado Anunciante do Grupo Estado, Cláudio Santos. Após o lançamento esta semana de um jornal virtual com a assinatura do grupo, Santos falou ao Adnews sobre o posicionamento em relação à comunicação digital e as tendências para este mercado. O jornal MetaNews está disponível no metaverso Second Life e marca a estratégia de ação multimídia citada pelo profissional. Para ele, trata-se de atitude irresponsável afirmar que a Internet tem poder suficiente para ofuscar ou desbancar outros meios de comunicação. Além disso, Santos frisa a distinção a ser considerada entre geradores e distribuidores de informação. "A Internet é uma via de distribuição como tantas outras. Os geradores do conteúdo é que alimentam esta plataforma. Portanto, ela não é considerada uma mídia, ao contrário dos produtores", conta.

De acordo com o diretor, a publicidade em torno das marcas também se encaixa neste aspecto. "Os anunciantes buscam várias formas de chegar ao consumidor e a Internet, assim como no caso de serviços de TV oferecidos por operadoras de telefonia, são os canais que fazem a mensagem chegar".

A preocupação em escala multimídia fez com que o Estado criasse um núcleo de negócios e diretoria especializada no meio digital. A idéia é trabalhar em esquema de conteúdos complementares. Ou seja, a primeira abordagem é feita diretamente para a Web. Posteriormente, uma maior abrangência sobre o respectivo assunto fica a cargo da edição do impresso.

Sobre a recente empreitada do grupo no ambiente virtual, Santos diz que o período ainda é de exposição e reconhecimento do território. Por enquanto, cada avatar, no momento em que se filia ao jogo, recebe um exemplar para conhecer a novidade informativa.

Do ponto de vista comercial, o projeto prevê um casamento com anunciantes parceiros com o Estado nos produtos reais. "Estamos formatando os pacotes comerciais ainda, mas pretendemos inserir várias unidades de negócios como classificados, imóveis ou serviços", completa Santos.

Marcelo Gripa - Adnews

Internet: terceira mídia mais procurada no Brasil

Segundo o instituto Sensus, em pesquisa recentemente divulgada, a internet é a terceira mídia mais procurada no Brasil.

A pesquisa entrevistou 2000 pessoas em todas as regiões do Brasil e mostrou que 9,4 dos respondentes preferem veículos digitais aos jornais (5,4%) e às revistas (0,9%).

No entanto, as iniciativas que mais crescem na web são aquelas ligadas à colaboração e participação do usuário. Ou seja, aquelas relacionadas à web 2.0, o que, em linhas gerais, exclui formatos catalográficos e estáticos.

Os resultados da pesquisa também influem em um outro campo: o da publicidade. Pode ser que com dados deste tipo, os anunciantes vejam a web como um meio a se investir, já que apenas uma pequena parte do bolo vai para a rede.

Enfim, o desafio é saber que formatos terão êxito daqui pra frente. Que a web é um meio que veio para ficar já sabemos. Resta-nos agora inovar sempre e nos adaptarmos ao gosto do usuário. Só assim conseguiremos atingi-lo com relevância e propriedade.

Otimização e Links Patrocinados aparecem como as formas mais eficientes de internet marketing


Na semana passada o site MarketingSherpa liberou o sumário de uma interessante pesquisa com milhares de gerentes de marketing americanos a respeito das formas de publicidade online que têm funcionado melhor para eles. Veja a lista abaixo e confira como os links patrocinados se destacam. Outro destaque é a otimização para sites de busca, que saltou de 33% para 45% de um ano para o outro. Sinal de que os anunciantes estão percebendo o valor a longo prazo que as práticas de SEO proporcionam.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Yahoo! compra empresa de publicidade online

O Yahoo! anunciou um acordo para assumir o controle da Right Media, empresa de publicidade online baseada em Nova Iorque.

Com a transação, no valor de US$680 milhões, o Yahoo! completa a participação de 20% que já tinha na Right Media desde o ano passado, e escreve mais uma página na briga com o Google pelo mercado de anúncios na Internet. No começo de abril, o Google anunciou a compra da DoubleClick por US$3,1 bilhões.

A tecnologia desenvolvida pela Right Media, o Right Media Exchange, conta hoje com mais de 20 mil anunciantes, e deverá ajudar o Yahoo! a vender anúncios em seus sites de relacionamento como o Yahoo! Respostas e o Flickr (para compartilhamento de fotos).

Fonte: IT Web

Publicidade em sites UGC é mais notada do que em outdoors e rádio

De acordo com uma recente pesquisa da empresa norte-americana comScore, a publicidade em sites UGC (user-generated content ou conteúdo gerado por usuários) são mais notados e confiáveis do que anúncios em outdoors e rádio. O estudo mostra que 28% dos respondentes notam um anúncio feito em um site UGC, enquanto 22% reparam em outdoors e rádio. Ao mesmo tempo, 23% dizem que confiam em sites UGC enquanto 19% acreditam em outdoors e 28% confiam em rádio.

No entanto, a maior parte do nível de notabilidade e da confiança ainda estão na televisão (85% e 63%, respectivamente) e na mídias impressas (60% e 50%), seguidas pelos sites de notícias (53% e 49%) e pelos sites corporativos (51% e 51%).

Entre o público de 18 a 34 anos, a taxa de receptividade relacionadas a sites UGC são maiores -- 41% -- reduzindo entre pessoas de 34 a 54 anos (30%) e com mais de 55 anos (23%).

Fonte: IT Web

Publicidade na Web crescerá 33% este ano

A publicidade online deve aumentar 33% este ano, de acordo com estudo da Intermeios. A internet respondia em 2006 por 2,1% dos investimentos em publicidade no País, cifra que deve saltar para 2,8% do total até o final deste ano.

Segundo estimativas, o viés de crescimento está presente nos investimentos em publicidade online ao longo do primeiro trimestre deste ano, quando os anunciantes investiram 46% a mais em mídia digital na comparação com igual período em 2007.

Fonte: estadão.com

Setor de Web consolida sua força publicitária

Definitivamente, as agências de publicidade on-line são a bola da vez neste mercado. Isso pode ser confirmado não apenas pelo fato de a Microsoft ter anunciado a compra, na sexta-feira, da aQuantive, por cerca de US$ 6 bilhões. Há mais comparações estrangeiras que embasam esta afirmação. Na última quinta-feira, o segundo maior grupo de publicidade do planeta, o WPP, com faturamento de US$ 10,8 bilhões, havia anunciado a aquisição da 27/7 Real Media por US$ 649 milhões.

Ao pé da letra, nem é preciso cruzar o oceano para confirmar a tendência. O mercado local assistiu, no início deste ano, a venda da AgênciaClick para a Isobar, do Aegis Group, o sétimo maior do planeta, com receita de US$ 1,8 bilhão. O valor do negócio foi considerado surpreendente pelo mercado brasileiro: R$ 65 milhões. Sinal, absoluto, de novos tempos. No caso da Microsoft, a maior desenvolvedora de softwares do mundo busca alcançar o Google no mercado de publicidade on-line. Os acionistas da aQuantive receberão US$ 66,50 a ação à vista, informou a Microsoft, com sede em Redmond, Washington (EUA).

A oferta representa um ágio de 85% sobre o preço de fechamento das ações da aQuantive na quinta-feira passada e 29 vezes mais do que os lucros antecipados de 2008 da companhia de Seattle, antes de certos itens. O diretor-executivo da Microsoft, Steve Ballmer, acelera o passo para não ficar atrás das concorrentes que fazem compras para conquistar uma fatia maior do mercado. A Google está adquirindo a DoubleClick, que como a aQuantive cria anúncios na internet e mede a receptividade deles entre o público-alvo, e a Yahoo! está incorporando a Right Media.

"A Microsoft estava entrando em desespero", disse Sameet Sinha, analista da Kaufman Brothers, em Nova York. "Com cada transação bem-sucedida, o valor da raridade subiu. A aQuantive é uma companhia rara", disse Sinha. As ações da aQuantive saltaram 77%, fechando US$ 63,60 na Bolsa eletrônica Nasdaq. Elas acumularam alta de 45% este ano antes de sexta-feira. As ações da Microsoft deslizaram 9 centavos, fechando em US$ 30,89. As da ValueClick, uma concorrente da aQuantive e da DoubleClick, saltaram perto de 13%, fechando em US$ 31,59, registrando alta recorde. O preço, que inclui opções em aberto, é mais elevado do que os analistas esperavam, mesmo depois de o Google ter aceitado pagar US$ 3,1 bilhões para a DoubleClick. Os analistas do Citigroup e da Piper Jaffray haviam estipulado o preço de aquisição da aQuantive numa faixa de US$ 39 a US$ 42 a ação. A norte-americana aQuantive teve receita de US$ 442,2 milhões no ano passado.

Essa é a quarta aquisição no setor de publicidade na internet desde 13 de abril, quando a Google anunciou a compra da DoubleClick. Lembrando que o Yahoo! fechou acordo no mês passado para comprar 80% das ações da Right Media que ainda não estavam em seu poder.

Fonte: Gazeta Mercantil

Publicidade online com trajetória de alta nos próximos anos

A publicidade online vai experimentar um crescimento de dois dígitos nos Estados Unidos até 2011. A afirmação consta do relatório Global Entertainment and Media Outlook, elaborado pela PricewaterhouseCoopers.

Os gastos combinados entre acesso a Internet e a publicidade online crescerão, ano após ano, a uma taxa de pelo menos 10% nos EUA até 2011, quando o valor deverá chegar a casa dos US$ 78,4 bilhões. Em 2006, o montante ficou em US$ 47,2 bilhões.

O relatório diz ainda que o aumento nesta área será bastante significativo também na América Latina. Dos US$ 6 bilhões registrados em 2006, a quantia deverá dobrar, atingindo, nos próximos cinco anos US$ 12,2 bilhões.

Fonte: PublicidAd

Yahoo! lança nova ferramenta de publicidade online

O The New York Times informou que o Yahoo! anunciará hoje uma nova ferramenta de publicidade online que podem colocar a empresa à frente do mercado de "behavioral targeting", tecnologia de personalização de anúncios que direciona a propaganda aos consumidores com maior possibilidade de realizar compras.

O Yahoo! SmartAds ajudará os marketeiros a criar campanhas customizadas rapidamente, usando informações dos consumidores e da disponibilidade de produtos nos vendedores. Por exemplo, uma pessoa que recentemente fez uma pesquisa sobre um determinado produto poderá visualizar um anúncio com o preço e a loja mais próxima onde ele possa realizar sua compra.

O anúncio vem para preencher uma demanda antiga do mercado publicitário e também para ajudar o Yahoo! na briga com o Google. Nas últimas semanas, a empresa anunciou uma série de mudanças em sua estrutura com a nomeação de Jerry Yang para o cargo de CEO e a saída de Wenda Harris do cargo de CSO.

Fonte: IT Web

Web 3.0 ensinará computador a pensar

Os serviços de busca serão um dos maiores favorecidos pela terceira geração da internet e suas inúmeras possibilidades. Embora ainda em fase de pesquisa e experimentações, espera-se, da denominada web 3.0, um melhor atendimento aos anseios dos usuários conforme suas preferências. A opinião é de Eduardo Favaretto, criador do site iBuscas, gestor de aplicações e recursos online via web, e especialista em tecnologia da informação e internet, para quem a web 3.0 prevê a criação de um outro nível de busca da informação, oferecendo resultados customizados de acordo com a necessidade real do usuário.

De acordo com Favaretto, a concretização da web 3.0 será resultado da junção da experiência e conhecimentos adquiridos com a tecnologia semântica (significativa) que, embora pareça novidade, é discutida há anos por Tim Berners-Lee, britânico responsável pela criação da world wide web. “De maneira dedutiva, a web 3.0 irá atribuir significados claros e mais específicos aos conteúdos das páginas, interpretando e contextualizando dados. É a tentativa de inverter a solução de como melhorar o acesso a grandes volumes de informações: a máquina fará o papel do homem e não o homem o da máquina.”

Eduardo explica que, se hoje o usuário usa as opções de busca avançada para refinar o resultado de uma busca, os melhores resultados são obtidos graças a seu esforço humano de discernir o uso das palavras-chaves corretas e de vasculhar o resultado final apresentado. “A próxima geração de buscadores pensará por você, pois, os dados e as informações já estarão construídos e amparados por categorias, numa linguagem que faça sentido para a máquina - o princípio será: incluir informação sobre a informação", afirma o especialista.

Além da inteligência artificial, os melhores serviços de busca também contarão com o auxílio direto de humanos, via bate-papo online, em tempo real, como já é feito pelos buscadores. "Pessoalmente acredito muito nesse foco para os próximos passos dos futuros mecanismos de buscas. Em vez apenas de algoritmos, ocorrerá a inclusão de conhecimento humano ajudando a máquina a pensar, com a sugestão de bons e relevantes links", prevê Favaretto.

Publicidade online cresce 35% nos EUA e fatura US$ 16,9 bilhões

São Paulo - É o quarto ano consecutivo de expansão. Anúncios em mecanismos de buscam ficam com a maior fatia dos investimentos: 41%.

O mercado de publicidade online faturou 16,9 bilhões de dólares nos Estados Unidos em 2006, o quarto ano consecutivo de crescimento, segundo dados da Interactive Advertising Bureau (IAB).

“É um crescimento fantástico”, comemorou Sheryl Draizen, vice-presidente da organização, a expansão de 35% sobre o ano anterior.

Publicidade em mecanismos de busca ficaram com 41% da receita de publicidade online em 2006, representando a maior fatia dos investimentos.

Banners e rich-media (anúncios com vídeo) geraram 32% dos 17 bilhões de dólares.

Os dados da IAB mostram também uma grande concentração entre as empresas que estão recebendo os anúncios.

As 10 principais empresas ficaram com 69% da receita com publicidade online. Os 50 maiores, 92%.

*Juan Carlos Perez é editor do IDG News Service, em Miami.
Publicada em 24 de maio de 2007 às 12h09

Publicidade online no Reino Unido atingirá 4,5 bi de euros em 2011

São Paulo - Gastos em publicidade na internet superam os registrados nos Estados Unidos e em outros países desenvolvidos, aponta eMarketer.

Os gastos com publicidade online no Reino Unido estão registrando uma das taxas de crescimento mais rápidas do mundo, superando os Estados Unidos e outros países desenvolvidos. Segundo levantamento do eMarketer, o setor vai atingir 4,5 bilhões de euros em 2011 na região.

De acordo com o instituto, o crescimento estável da economia britânica, somado aos avanços na penetração e utilização de banda larga, acesso móvel à internet e novas tecnologias de anúncios são os maiores responsáveis pelo bom momento. Já neste ano, os britânicos serão responsáveis por mais da metade de todos os gastos online na Europa Ocidental, chegando a representar 52,6% deste mercado em 2010.

Em 2007, o instituto espera que o setor registre alta de 47%, com os gastos com publicidade online ficando em 2,6 bilhões de euros. Até o final do ano, destaca a eMarketer, a publicidade online vai representar 18% de todos os gastos com publicidade no Reino Unido, valor duas vezes maior do que o registrado em países como EUA.

Por Redação do Computerworld
Publicada em 04 de julho de 2007 às 15h36