Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.
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quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Social Life: uma rede de relacionamentos onde só entram brasileiros ricos e famosos


Imagine uma rede de relacionamentos onde só entram pessoas ricas, poderosas, famosas e cheias de luxo, estilo e glamour. O que aconteceria lá dentro? Quem seriam os poucos privilegiados que habitariam essa “rede de ouro”? O que eles discutiriam em fóruns? Quais produtos desejariam comprar ou vender? As respostas a todas essas perguntas você só vai descobrir se fizer parte do mundo da fama ou dos afortunados.
Os brasileiros acabam de ganhar a Social Life, uma rede privada de relacionamentos que promete agitar o círculo social dos titulares de contas bancárias generosas ou daqueles que têm o rosto estampado nas mais renomadas publicações midiáticas do país. A idéia é reunir vips com interesses comuns.

Nela, os associados vão poder fazer amigos do mesmo convívio social, trocar experiências e adquirir informações sobre produtos e serviços de luxo.
A proposta da Social Life é promover uma forte conexão entre todos os interessados no segmento. Para os empresários do mercado de luxo, oferece o público-alvo perfeito. Para os consumidores mais exigentes, a Social Life vai ser uma vitrine de excelentes oportunidades. Além disso, os associados vão poder trocar informações valiosas sobre os melhores restaurantes, hotéis, as mais requintadas lojas e muitos outros detalhes que interessam aos colunáveis e ao público mais “top” da pirâmide social. E tudo feito com muita segurança e confidencialidade das informações. Isso porque a Social Life é uma rede privada de relacionamentos.
Para desfrutar deste refinado ambiente é preciso tornar-se um associado, o que não é uma tarefa fácil. Todos devem passar por duas etapas. A primeira etapa consiste no cadastro dos dados pessoais no endereço (www.sociallife.com.br). Esses dados serão analisados por uma Comissão da Social Life, que decidirá pela aceitação ou não do cadastrado, tendo como base uma série de pré-requisitos. Se for aceita, a pessoa vai então efetivar sua associação. Após o mês de fevereiro, o processo de entrada no site somente poderá acontecer mediante convite de um associado e aprovação da comissão.
Fonte: Assessoria

terça-feira, 17 de julho de 2007

Google lidera e-commerce mundial


Google, Wi-Fi e BlackBarry estão entre as empresas que mais contribuíram para o desenvolvimento do comércio electrónico.

A Software & Information Industry Association (SIIA) acaba de lançar a lista das dez organizações que tiveram maior impacto no desenvolvimento do e-commerce, ao longo da última década.
Para além das empresas anunciadas, fazem também parte da tabela o iTunes, o eBay, a Amazon e outras de banda larga.

«O comércio electrónico impulsionou crescimento da economia global e a proliferação de produtos e serviços inovadores», nota Ken Wasch.

O presidente da SIIA acrescenta ainda que «a lista inclui várias ferramentas de e-commerce, muito utilizadas nos nossos dias, mas inexistentes há dez anos».

Os 10 maiores desenvolvimentos de e-commerce da última década, segundo a SIIA:
1. Google (Setembro de 1998)
2. Utilização de banda larga nos EUA por 50% dos utilizadores (Junho de 2004)
3. Leilões do EBay (Setembro de1997)
4. Amazon.com (IPO, Maio de 1997)
5. Google AdWords (2000)
6. Open standards (HTML 4.0, 1997)
7. Wi-Fi (802.11, 1997)
8. Conteúdo de uso generalizado (YouTube, 2005)
9. ITunes (2001)
10. BlackBerry (1999)

quinta-feira, 12 de julho de 2007

Web 2.0: uma nova bolha?

Mês passado completaram-se sete anos do estouro da bolha pontocom, quando o índice Nasdaq Composite chegou a um pico de 5.048 pontos, mais que o dobro do seu valor apenas um ano antes.

O que se seguiu foi um banho de sangue de demissões causadas em muitos casos por “dot bombs” – empresas lançadas com grande exuberância para arrebanhar tanto território na internet quanto pudessem sem montar um modelo bem-sucedido de geração de receita.

Em 2007, novas tecnologias de internet possibilitam uma nova corrida por start-ups e dores de cabeça na indústria para lidar com a energia fervilhante associada à Web 2.0 com seus wikis, blogs, podcasts, widgets e redes sociais para expandir rapidamente os seus domínios da internet.

A Cisco Systems Inc., por exemplo, adquiriu neste ano duas empresas cujo foco está nas redes sociais, ao mesmo tempo em que o capital especulativo flui para firmas recém-criadas como a Eons Inc., que está construindo uma rede social para o público com mais de 50 anos, e a Geni Inc., que monta uma rede social para as famílias.

Mas enquanto o fenômeno da Web 2.0 pode ter algumas coisas em comum com a bolha da internet, os especialistas notam que há grandes diferenças, incluindo o baixo custo de entrada para empresas que lançam negócios de blog, wiki e redes sociais e a maturidade da infra-estrutura, como a largura de banda que é necessária para suportar diversas tecnologias da Web 2.0.

A principal diferença, entretanto, é que desta vez são os consumidores que estão forçando a adoção de tecnologias, ao invés das empresas tentarem forçar os seus sites goela abaixo dos usuários.

De fato, ao invés de estacionar nas calçadas da Web 2.0 esperando uma possível bolha, as empresas deveriam abraçar as novas tecnologias ou arriscar perdê-las para a concorrência, diz Andrew McAfee, professor associado da Harvard University que cunhou o termo Enterprise 2.0.

“O que aconteceria se elas decidissem ignorar este fenômeno, ao contrário dos seus concorrentes, que se tornassem capazes de colher esta energia que vemos na Web 2.0? Esta é a questão-chave para os executivos”, diz.

McAfee não espera que uma corrida para criar uma Web 2.0 baseada em sistemas leve a uma nova bolha pontocom que explodiria sob a influência de negócios fracassados. “A primeira vez foi tão grande e o colapso foi tão imenso que eu tenho problemas em acreditar que a coisa será tão grande desta vez”, complementa.

Ainda por cima, acrescenta, os investimentos de capital de risco nas novas firmas são geralmente muito menores do que aqueles durante o final dos anos 90, e as companhias que recebem estes recursos “têm mais do que um plano de negócios em PowerPoint. Talvez elas não tenham lucro de vez em quando, mas elas têm um produto e alguns consumidores”.

Pioneiro da internet é 2.0

Como co-fundador da Netscape Communication Corp. e co-autor do navegador Mosaic, Marc Andreessen tem desempenhado um dos papéis principais no crescimento da internet. Em fevereiro, a sua companhia Ning Inc destinada a hospedar redes sociais para usuários concluiu sua segunda maior divulgação. Durante suas duas primeiras semanas de funcionamento, os usuários utilizaram o produto para criar nada menos do que 15 mil redes sociais, diz ele.

Enquanto as corporações historicamente têm mantido portas fechadas sobre os conteúdos de suas companhias, uma nova geração de usuários está agora encarregada de gerar conteúdo justamente sobre essas mesas companhias.

“É como aquela velha piada que pergunta: onde estamos indo? Eu sou o líder e devo acompanhá-los’. Em muitos dos casos, os consumidores estão correndo atrás dessas oportunidades, tentando fazer com que as empresas sirvam a eles”, arremata Andreessen. Na avaliação do executivo, existirão “milhares de redes sociais e todo mundo vai utilizá-las nos próximos cinco anos”.

Gina Bianchini, CEO da Ning, adiciona que os riscos de mudar para um mundo de Web 2.0 são muito menores do que aqueles que enfrentados por companhias que criaram seus produtos para web na década de 90. Tais esforços prematuros exigiram projetos caros de construção de infra-estruturas de TI, destinados a suportar justamente essas novas ofertas.
“Estamos vendo companhias utilizarem soluções como as da Ning por literalmente 30 dólares por mês. Se você investir em algo que custa à sua companhia 30 dólares por mês, será muito diferente do que aconteceria com algo que custa 50 milhões”, resume.

Fonte: Computerworld

domingo, 8 de julho de 2007

Inflação no e-commerce

Revertendo a tendência negativa dos três últimos meses, os preços dos produtos vendidos pela Internet sofreram inflação de 1,91% no mês de junho segundo os resultados apontados pelo índice e-Flation, desenvolvido pelo Provar – Programa de Administração do Varejo, da FIA – Fundação Instituto de Administração, em parceria com a Canal Varejo, para monitorar a precificação de produtos consumidos online. As categorias que registraram maior alta no período foram “Brinquedos” e “Viagem e Turismo”, com inflação de 6,84% e 5,68%, respectivamente.

De acordo com o levantamento, sofreram inflação as categorias “Brinquedos” (6,84%), “Viagem e Turismo (5,68%), “Informática (4,21%), “Livros” (2,28%), “Telefonia” (0,67%) e “Perfumaria” (0,34%). A cesta composta apenas por “Automóveis” também apresentou inflação de 3%, configurando a maior alta do produto nos últimos 12 meses e a segunda maior alta de 2007.

Por outro lado, observou-se deflação nas categorias “CDs e DVDs” (3,7%), “Produtos para Casa” (1,93%), “Linha Branca” (1,34%) e “Eletroeletrônicos” (0,23%), resultados inversos aos registrados no mês de maio. Segundo o professor Claudio Felisoni de Angelo, coordenador geral do PROVAR/FIA, com a atualização da metodologia e análise dos dados, que marca a nova medida do índice e-Flation em 2007, nos últimos seis meses o índice contabiliza 6,01% de inflação.

Os itens que compõem a cesta de cada uma das categorias são os mais anunciados entre os sites mais procurados e compõem o que se chama de “campeões de vendas”. A aferição da inflação para automóveis nas vendas online é elaborada à parte, servindo como fonte de dados os sites das montadoras brasileiras. A cesta é composta pelos modelos populares de cada uma destas empresas, uma vez que estes modelos são considerados os mais vendidos. A análise é realizada na primeira semana de cada mês

revista B2BMagazine

E-commerce supera expectativas

O comércio eletrônico movimentou pouco mais de R$ 2,6 bilhões no primeiro semestre de 2007 (com exceção de passagens aéreas, automóveis e sites de leilão). Este valor superou em quase 5% a expectativa inicial da e-bit e representa um crescimento nominal de 49% em relação ao primeiro semestre de 2006.

De acordo com a pesquisa de comércio eletrônico realizada pela e-bit é possível observar que três fatores foram os grandes responsáveis por essa alta. O maior volume de vendas – 45% acima do resultado de 2006 – impulsionado pela entrada de novos e-consumidores (em dezembro de 2006, no Brasil, cerca de 7 milhões de pessoas já tinham experimentado a comodidade de comprar sem sair de casa, hoje já são quase 8 milhões de pessoas que fizeram pelo menos uma compra pela rede). Além disso, o aumento da freqüência de compras por “usuários” mais experientes aliado à escolha de produtos com maior valor agregado nos carrinhos dos e-consumidores, colaborou e muito para o crescimento. Para se ter idéia, somente em maio desse ano, cerca de 11% das pessoas responderam que realizaram mais de dez compras nos últimos seis meses.

E, se os e-consumidores compraram mais, eles também gastaram mais no primeiro semestre de 2007. A média do valor gasto nas lojas virtuais nesses seis primeiros meses do ano ficou em R$ 296, aproximadamente 3% acima do registrado em 2006, mesmo com deflação de 1,92% no canal web conforme levantado pelo índice e-flation do Provar (Programa de Administração do Varejo da USP e o Canal Varejo).

O mês de maior faturamento no 1º semestre foi maio. O mês em que se comemora o Dia das Mães representou cerca de 19% do faturamento do semestre e registrou o maior número de vendas contabilizando mais de 1,6 milhões de pedidos. Os produtos mais escolhidos para presentear as mães foram Livros, Informática e Eletrônicos representando 15%, 11% e 9% respectivamente.

O balanço do semestre indica que o setor de e-commerce está crescendo e conquistando cada vez mais novos clientes. Cerca de 19% dos e-consumidores efetuaram sua compra na internet pela primeira vez. O índice de satisfação e-bit/PwC no semestre é de 87,15% sendo um dos maiores desde sua criação em 2000.

“E, se cliente satisfeito é um indício de que as lojas virtuais têm correspondido às expectativas dos e-consumidores, esse fato pode ser comprovado quando vemos que 84% dos adeptos às compras virtuais disseram que voltariam a comprar na mesma loja onde já efetuaram alguma compra”, complementa Pedro Guasti, diretor-geral da e-bit.

Essas informações são uma prévia da décima sexta edição do Relatório Web Shoppers, produzido semestralmente pela e-bit, que podem ser encontradas no site www.webshoppers.com.br. Até a segunda quinzena de Agosto a 16ª edição deste estudo estará disponível para download.

revista B2BMagazine

A segunda onda do varejo virtual


Depois do sucesso do Submarino, chegou a vez de grandes redes do comércio surfarem nas vendas pela internet

Primeiro foram os sites voltados exclusivamente para o comércio eletrônico nos anos 90. Submarino e Americanas.com mostraram a viabilidade de se vender pela internet. Agora, nos próximos meses, começa, finalmente, a segunda onda do varejo virtual, tantas vezes tentada e nunca atingida. Nela, surfarão os grandes nomes do comércio tradicional - Pão de Açúcar, Casas Bahia e Carrefour. Desde 2001, quando o portal Amélia, do grupo Pão de Açúcar, foi substituído pelo atual site da empresa, nada de novo acontecia por essas bandas. Até que dias atrás os anúncios começaram.

Em cinco meses, o Carrefour inaugura um serviço de vendas de pacotes turísticos na web e, até o segundo trimestre de 2008, inicia a comercialização de produtos em geral. A Casas Bahia afirma que "provavelmente" iniciará as vendas virtuais no ano que vem. Euforias à parte, até agora os estudos sobre o segmento caminhavam a passos de tartaruga. A animação com o "novo" mercado sempre foi comedida, e o posicionamento, cauteloso. Não é para menos: há uma série de avaliações que precisam ser feitas, cuidadosamente, antes de colocar a marca na internet. A principal referese à logística e distribuição. Esse é o coração do sistema. Tropeços contínuos nesse campo "matam" a credibilidade, arranham a imagem da rede e as vendas não decolam. "Tudo precisa funcionar bem acertadinho", diz Alexandre Ribeiro, diretor de novos negócios do Carrefour. "Até o final de julho, concluiremos o relatório interno que determinará nosso modelo de venda na web."


Já é possível ter uma idéia do caminho que a rede tomará. A área de logística e distribuição do site deverá funcionar de forma independente daquela que atende as lojas tradicionais. A venda de alimentos não será foco da operação, a princípio. Os serviços voltados para turismo serão hospedados num portal à parte, e contarão com a base operacional da operadora CVC e a plataforma de ecommerce da empresa Amadeus. O que atrai Carrefour e seus concorrentes para a web é o crescimento vigoroso desse mercado. Em 2006, as vendas eletrônicas somaram R$ 4,4 bilhões no País. Para este ano, a previsão é de R$ 6,4 bilhões, 45% a mais.Cerca de dez milhões de consumidores compram na rede. Mesmo assim, as empresas demonstram cautela. "Estamos realizando pesquisas para lançarmos um portal com um sistema simples e fácil", afirma Michael Klein, diretor executivo da Casas Bahia. A empresa planeja abrir a sua loja virtual somente quando alcançar a meta de quatro milhões de cartões de crédito com sua marca. Atualmente são 2,5 milhões de unidades. A meta não deverá ser atingida antes de 2008. Essa cautela é reforçada por experiências malsucedidas, como o portal Amélia, do Pão de Açúcar, cujo objetivo era se tornar o grande canal de varejo virtual do País.

Um ano depois, o projeto foi abandonado. Ficou apenas o site tradicional. Agora, a rede acompanha com atenção os passos dos concorrentes. "Mais cedo ou mais tarde, eles iriam entrar", diz João Edson Gravata, diretor de operações do Pão de Açúcar. "O que eles estão imaginando criar, nos já analisamos e sabemos se pode ou não dar certo", cutuca. Quem parece pouco interessado no assunto é a Wal-Mart, maior rede de varejo do mundo. Em novembro de 2006, o presidente da companhia, Vicente Trius, anunciou que entraria no comércio virtual em 2007. O comunicado pegou de surpresa até a diretoria da rede. Pois, desde então, nada aconteceu. O tema não tem sido tratado como prioridade pela empresa e é preciso do aval dos americanos para que o projeto caminhe. Enquanto não decidem, os outros vão chegando, e fazendo barulho.

por Revista Isto é Dinheiro - ADRIANA MATTOS

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Publicidade online com trajetória de alta nos próximos anos

A publicidade online vai experimentar um crescimento de dois dígitos nos Estados Unidos até 2011. A afirmação consta do relatório Global Entertainment and Media Outlook, elaborado pela PricewaterhouseCoopers.

Os gastos combinados entre acesso a Internet e a publicidade online crescerão, ano após ano, a uma taxa de pelo menos 10% nos EUA até 2011, quando o valor deverá chegar a casa dos US$ 78,4 bilhões. Em 2006, o montante ficou em US$ 47,2 bilhões.

O relatório diz ainda que o aumento nesta área será bastante significativo também na América Latina. Dos US$ 6 bilhões registrados em 2006, a quantia deverá dobrar, atingindo, nos próximos cinco anos US$ 12,2 bilhões.

Fonte: PublicidAd

So you want to succeed at eCommerce?

Welcome to a very large group. First off, let’s be clear that there are a lot of ways to do business on the internet - and a lot of ways to both make and lose money. No way can I cover all of them in a few fairly short articles. This article is going to assume that you have some of the fundamentals, that you understand the language and that you are serious. I’m not going to tell you how to set up a web site or get a decent hosting account. We’re a bit beyond those basics. The basics here have to do with factors which will influence the success (or failure) and the degree of success an eCommerce web site experiences. First and foremost, you need to provide value for your customers. Absurd as it seems to have to repeat that, a lot of so-called eCommerce sites provide no or very little value for their visitors. Pretending to offer value is not the same thing as providing value. Promoting miserably written, hackneyed, cloned ebooks filled with questionably useful and/or outdated content doesn’t make for a high value site. Sure you can make some money. Once. And you’ll likely have a high refund rate. Essentially you'd be taking advantage of the inexperience of your customers and abusing their willingness to trust you. Not a good path to a long-term business with steady repeat customers. Value on the net is not very different from any kind of off-line retail sales -- a quality product line that will attract potential customers and a competitive price that will lead to purchases. An honest, quality product that will meet the expectations you’ve created in your buyers. Hyped junk won’t do it. Next, you’ve got to have a smooth, user-friendly, easy to follow process all the way to your thank you page. The simpler, cleaner and clearer you can make the process, the better. Where it makes sense you can augment this user-responsive site profile by adding live-response chat. If you do use call-in or live chat, it’s imperative that your operators be well-trained, understand your products and your system and BE customer friendly. This can be a difficult job if you outsource. The less expensive out-source alternatives can be a bad investment. You’ll need to check very carefully and be certain the operators do actually speak and understand the primary languages(s) of your targeted customer group. You’ll need to provide extensive background information and highly flexible, well-written scripts. You should also collect customer evaluations of these services - separately, and carefully monitor your results to be sure you are getting a decent return on the investment. You need to have an attractive website. Some can do well with an ugly site, but, in that case, you need to really understand what you're doing and why it might work. The ugly site tactic is not for the inexperienced and very few individuals truly have the grasp of marketing and customer psychology that can lead to a successful "ugly" site. To provide a pleasant experience, you need to be careful in what you use - colors, text-size, graphics, animation and white space can add value to your site or turn it into a user nightmare. Test your site with people who will tell you the truth. Just because you love it doesn't mean anyone else will. In general, aiming for a professional appearing site is your best option. Wherever you can, provide incentives for customers to buy and to return. The return factor is a critical piece of a long-term strategy for success. Anyone who buys is your best possible future customer. Keep them, track them, make them special offers. Use coupons, discounts, special deals, customer-only offers and back end sales. Your customer base is your gold mine. They have at least some faith in you, enough to have purchased. Do your utmost to never damage that faith and treat them with the care they deserve. The next article in the series will discuss factors such as personalization, security and assisting your staff in dealing consistently with customers customer support.

Succeeding with an eCommerce website is a dream for many these days. It can be done no matter how difficult it may sometimes seem. this series covers some of the basic success factors - things you must consider in creating, implementing, managing and developing a quality eCommerce web site. There are a multitude of ways to do business on the internet - and a lot of ways to both make and lose money. Primarily these articles focus on eCommerce sites intended to sell products of various kinds, Not every factor will apply to every site, but since a major failing of many internet entrepreneurs involves the lack of multiple income streams, you should carefully consider all factors and apply them as needed in developing alternate revenue streams. On examining your eCommerce web site, think carefully about how you can provide personal attention to each visitor. The idea here is personalization through which each visitor, if they wish, can develop a unique experience of your site. Provide options through which the user can alter layout, colors, etc. Give customers the capability to create their own personal pages on your site. Perhaps offer a simple and easy to provide service to registered customers, such as free email accounts. As well as building loyalty and stickiness, such features also build your customer database. Scripts are also available which will allow on-the-spot personalization based on responses to a series of questions. You can also use this kind of script to focus your sales message more tightly to the user's expressed interests. Free services which can be provided on autopilot can be a virtually endless source of targeted customers. Everything from free email to blog hosting, opt-in list building to free advertising forums, all operate on the same principle as building a list through a newszine, white papers, free ebooks or whatever. In return for registration, e.g. name and confirmed email, you provide a service. Careful structuring can allow you to collect significant marketing information on your registered users which would allow well-targeted marketing campaigns. Never lose track of a customer. Maintaining a database of customers with any of their prior purchases, interests, and so on, allows you to provide personalized purchase suggestions and special offers. The life-long value of a happy customer may be difficult to estimate accurately, but it’s far easier to sell to existing customers than to be continuously forced to acquire new ones. Even if you only have a single product now, you have to eventually expand your product line(s). Don’t throw a buyer away. Stay in touch, offer information, occasionally recommend a high quality product you use and value. Build trust through value and quality. To further expand the human dimension, you can add forums and chat rooms. Provide a variety of means to acquire visitor input. On site surveys and questionnaires, email surveys and opinion polls can not only increase your customers' sense of being in contact with real people who value their opinions and ideas, but also provide exceptionally useful information for refining your marketing and sales tactics. Loyalty programs and affinity networks can also help. This is a lot like beating a real dead horse, but... Reliability and security are crucial. If your eCommerce site is big enough and busy enough, multiple parallel servers, redundant hardware, use of fail-safe technology, fast technical support service, high quality encryption, valid certificates, high quality payment processors and excellent firewalls will all allow you to ensure your customers that their data is safe, their orders are handled properly and nobody's getting their credit information that shouldn't. Right now you may not need (or want to pay for) parallel servers, redundant hardware and fail-over technology, don’t ignore the rest. You depend on your ecommerce hosting provider to keep your business running. So think carefully and do some serious research. Overloaded servers, lack of redundant network connections, slow technical support, poor backup procedures can create a nightmare situation for both you and your customers As this part’s final idea to consider: smooth out your customer contact and support procedures. If multiple staff might come into contact with your customers (chat, phone or email) , providing all of them with the same (and useful) information about the customer, prior orders, any previous or current problems and so forth, can avoid a lot of potential frustration - and lost orders or, worse, a customer lost forever. It can be incredibly irritating to have to tell the same story over and over, getting bounced from one person to another when no information ever seems to have been recorded. While it may cut down on repeat complaints, that’s usually because the customer is gone forever. Construct your systems so that no information is lost and so that the data needed to be responsive and helpful is instantly available. You may want to restrict some information which customers may not feel comfortable about everyone knowing. Doing these things right can add significant credibility and usability to your online business, as well as build a loyal customer base which actually enjoys dealing with your eCommerce business. And that's a winning situation for everyone.


About the Author
Contracting the computer bug in the early 80's (yes, pre-www) and never cured, Richard, a PhD Clinical Paychologist, now writes on eCommerce, RSS and Niche marketing at http://www.Building-eCommerce-Websites.com.You may freely reprint but the link must be live and spiderable.
www.Building-eCommerce-Websites.com

7 Tips To Increase Sales With Your Ecommerce Web Site

Ecommerce is just exploding right now on the Net. More and more people are doing their shopping online. Some Internet retailers are even beating out their offline counterparts. So what does this mean to you? It’s important that you are taking full advantage of your web site to get your share of the billions of dollars spent online every year. In this article we are going to cover 7 tips that you can put into practice immediately to increase your sales and revenue with your ecommerce web site.

1: Introduction
Make sure to have a brief introduction on the homepage of your web site. Your introduction should be concise and clearly identify the benefits of your visitors shopping at your site.

2: Navigation
Make sure that your site has clear and easy navigation, such as a visible search box on the top part of your web site, clear categories to browse through, a FAQ page that clearly explains your shipping and return policy, and etc.

3: Gift Certificates
People love getting gifts at certain times of the year, so make sure that you have gift certificates that your visitors can purchase right on your web site.

4: Customer Loyalty
Instead of just focusing on getting new customers why not take advantage of repeat business? Why not give your customers an incentive to come back and do business with you again? You can easily do this by offering coupons and special discounts to ones who have already purchased something from you. This is a lot easier than acquiring new customers since they already know you and feel comfortable shopping at your site. You can also add more value to your customers by adding live customer support to your site.

5: Special Offers
Make sure to have a section on the top part of your home page devoted to featuring your current special offers and sales items. In fact if you happen to have a lot of special offers you can just feature the most popular ones and then make a separate web page that shows all of your sales items.

6: Shopping Carts
People want the checkout process to go as quickly and smoothly as possible, so make sure that your visitors are always just one click away to checkout. Try to reduce the checkout process to as few steps as possible. Make sure to offer multiple payment options such as credit cards, Paypal, online checks, mail orders, and such. When you no longer have a product in stock make sure to either remove it from your site or clearly mark it as “out of stock”. There is nothing more irritating for a customer to go through the whole checkout process only to find out that you no longer carry the item they ordered.

7: Affiliate Program
Do you have your own affiliate program? The most successful web sites have one and you should too. By starting your own affiliate program you will develop an increasing online sales force where you only pay them when a sale is made. There is really no risk and it is one of the best low cost effective advertising methods that you can use.If you put these tips into practice you will notice a drastic increase in your sales and web site revenue.


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Jordan Williams is the Owner of WebCashLink.com which gives you the resources, tools, and software to succeed with an online business.
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