Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.
Mostrando postagens com marcador youtube. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador youtube. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 8 de novembro de 2007

Social Life: uma rede de relacionamentos onde só entram brasileiros ricos e famosos


Imagine uma rede de relacionamentos onde só entram pessoas ricas, poderosas, famosas e cheias de luxo, estilo e glamour. O que aconteceria lá dentro? Quem seriam os poucos privilegiados que habitariam essa “rede de ouro”? O que eles discutiriam em fóruns? Quais produtos desejariam comprar ou vender? As respostas a todas essas perguntas você só vai descobrir se fizer parte do mundo da fama ou dos afortunados.
Os brasileiros acabam de ganhar a Social Life, uma rede privada de relacionamentos que promete agitar o círculo social dos titulares de contas bancárias generosas ou daqueles que têm o rosto estampado nas mais renomadas publicações midiáticas do país. A idéia é reunir vips com interesses comuns.

Nela, os associados vão poder fazer amigos do mesmo convívio social, trocar experiências e adquirir informações sobre produtos e serviços de luxo.
A proposta da Social Life é promover uma forte conexão entre todos os interessados no segmento. Para os empresários do mercado de luxo, oferece o público-alvo perfeito. Para os consumidores mais exigentes, a Social Life vai ser uma vitrine de excelentes oportunidades. Além disso, os associados vão poder trocar informações valiosas sobre os melhores restaurantes, hotéis, as mais requintadas lojas e muitos outros detalhes que interessam aos colunáveis e ao público mais “top” da pirâmide social. E tudo feito com muita segurança e confidencialidade das informações. Isso porque a Social Life é uma rede privada de relacionamentos.
Para desfrutar deste refinado ambiente é preciso tornar-se um associado, o que não é uma tarefa fácil. Todos devem passar por duas etapas. A primeira etapa consiste no cadastro dos dados pessoais no endereço (www.sociallife.com.br). Esses dados serão analisados por uma Comissão da Social Life, que decidirá pela aceitação ou não do cadastrado, tendo como base uma série de pré-requisitos. Se for aceita, a pessoa vai então efetivar sua associação. Após o mês de fevereiro, o processo de entrada no site somente poderá acontecer mediante convite de um associado e aprovação da comissão.
Fonte: Assessoria

quarta-feira, 18 de julho de 2007

Para onde vai a Propaganda? A evolução da publicidade e suas tendências.


Em 2006 o vídeo na internet estourou e mudou o rumo da publicidade e da propaganda. O mais famoso site e o mais acessado entre diversos públicos, o Youtube, virou sucesso porque oferece ao usuário, ou profissionais amadores, espaço e facilidades para mostrarem seu talento. A cada esquina encontramos um produtor de TV, um camera man um editor.

Comerciais criados por consumidores ganham destaque na propaganda que será obrigada a repensar seu modelo. Essa estratégia é cada vez mais usada: a marca convida os usuários a criarem seus próprios filmes que passam por uma votação popular e o mais votado leva o prêmio. Uma forma muito mais barata de se fazer propaganda e com pesquisa grátis, muito inteligente.

É a lógica da democratização da produção e dos meios de distribuição que chega na publicidade. A propaganda participatória afetou o mercado, onde a produção e o acesso democratizado ao conteúdo têm colocado em evidência empresas e mercados até então estabelecidos.

Vivemos na era da interatividade, mas será que a propaganda acompanhou esta evolução?

Na verdade essa evolução é a publicidade online, que deve ser um complemento da publicidade offline, e entre elas há uma grande diferença. A online permite interatividade de alto nível misturada à interatividade emocional. Outro fator é que há um aspecto participativo que vai além do interativo. O participativo começa a se manifestar com a web 2.0. Um grande exemplo são os blogs, onde o usuário participa através de comentários, participa com conteúdo ou na disseminação( como é o caso do viral). O que antes era uma brincadeira de adolescentes “internéticos” se transformou numa gloriosa ferramenta de marketing.

Outra grande mudança que incomoda publicitários por aí é a chegada da TV Digital. O meio de comunicação mais popular e lucrativo do país, a TV, está prestes a sofrer uma revolução que afetará diretamente a propaganda. O “ganha pão” da maioria das agências, os famosos filminhos de 30 segundos, nunca esteve tão ameaçado. A informação vai deixar de ser imposta pelas redes e vai passar a ser escolhida pelo usuário (mais uma vez ele no poder). A TV digital permitirá a interatividade (olha ela aí de novo). Poderemos interagir com o conteúdo da TV, participar de votações, jogos, mandar e–mails e fazer compras.

O futuro definitivamente é a participação e o meio é a mensagem. A revolução já aconteceu, e a publicidade precisa se adaptar a esse mercado cada vez mais particular, onde o consumidor quer aparecer, participar, mexer, escolher. Ele quer ser a mensagem. Se a publicidade não acompanhar esta mudança, aprender a vender produtos e serviços com interatividade e sob demanda, pode perder sua relevância.

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Criar relações com os clientes através da web

"Mais importante do que uma marca estar presente na web, é ela criar relações com o seu target". A ideia foi defendida pelos especialistas da Google, que participaram na conferência "E-MKT 2007, Estratégias de Posicionamento das Marcas na Internet", realizada em Lisboa, em 19/04/2007.

Para Inês Gonçalves e João Anastácio, membros da equipa da Google Ireland, "os anunciantes tem de ser cada vez mais encorajados a criar e a desenvolver conteúdos 'on-line' de qualidade". Embora a própria Google já tenha duas ferramentas de e-marketing – a Adwords e a Adsense, ambas relacionadas com a optimização dos motores de busca – não deixa de salientar outras estratégias que em Portugal ainda estão a dar os primeiros passos. É o caso da utilização do YouTube como ferramenta de e-marketing.

"Criem um canal no YouTube, ponham vídeos, oiçam o feedback do vosso público-alvo e dêem-lhes precisamente aquilo que eles vos pedem", explica Inês Gonçalves. Desde a NBA a Tony Blair, a estratégia já é usada em todo o mundo.

A interacção com os internautas tem sido a grande aposta da Google, através do GoogleLabs. Neste espaço, os utilizadores são convidados a experimentar novos conteúdos e deixar as suas opiniões. Desta partilha já nasceram produtos como o Gmail e o Google Earth.

Interacção em Portugal

A interacção com o público-alvo é também defendida por Sérgio Leitão, da agência de comunicação Elect3city. "A web está agora como devia sempre ter sido: uma comunidade de partilha". Para este profissional, tudo o que se aprendeu no marketing tradicional pode ser agora usado em conjunto no «on-line» e, mais do que «sites» institucionais, as marcas tem de ter páginas utilitárias. Passatempos, agendas culturais e comunidades virtuais são essenciais para fidelizar os clientes.

Paula Cosme Pinto
Fonte: EXPRESSO (Portugal)

Empresas apostam mais em comunidades e comércio B2B

Há cerca de oito anos, bem antes de Orkut Buyukkokten pensar no modelo de relacionamento do seu site, agregar consumidores e fornecedores em comunidades já emergia como uma boa idéia para os negócios, levando empresas brasileiras a utilizarem canais desse gênero em cerca de 14% para se relacionarem com seus públicos.

O que se pensava, na época, que esse poderia ser o grande mote para impulsionar as vendas e o relacionamento com clientes, mas logo a idéia não passou de fogo de palha, o que fez as empresas a voltarem seus esforços para modelos de integração mais tradicionais como ERPs, intranets e CRMs.

Hoje, a aposta volta a ganhar fôlego com o surgimento de canais como YouTube, Orkut e os blogs por aí afora. Segundo dados da 9ª pesquisa de Comércio Eletrônico no Mercado Brasileiro, realizada pela da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getulio Vargas (FGV-EAESP), divulgada hoje, as comunidades passaram a ocupar 26,67% das relações estabelecidas entre empresas e seus clientes e fornecedores.

As empresas estão começando a entender melhor o modelo e passam a tratar um pouco mais com comunidades. Talvez a tendência de grande sacada para negócios na internet se confirme agora nessa nova onda, diz Alberto Luiz Albertin, coordenador da pesquisa.

Apesar da aceleração, aplicativos de comércio eletrônico utilizados para relacionamento como Intranet, ERP e Extranet mantém-se no topo, com 86,23%, 85,10% e 58,15%, respectivamente.

Parte desse resultado se deve a mudança no foco prioritário estabelecido pelas empresas. Pela primeira vez, o relacionamento com clientes (4,68%) passa à frente de aspectos como privacidade e segurança (4,46%) nas transações no comércio eletrônico, sendo considerado mais importante a utilização do meio eletrônico para a interação com consumidores, com indicadores mais expressivos no setor de serviços (4,72%).

A pesquisa considerou 402 empresas, nacionais e multinacionais, que atuam no mercado brasileiro digitalmente.

A mesma pesquisa revelou também que as operações entre empresas (B2B) realizadas através de ferramentas de Comércio Eletrônico (CE) chegaram a 36,45% do valor transacionado em 2006.

O número representa um crescimento de 16 pontos percentuais em relação aos 20% de 2005. No ano passado, o total de transações B2B foi de US$ 86 bilhões. Nas operações negócios a consumidor (B2C), a participação foi de 12,71% do total de US$ 27 bilhões transacionados em 2006, um crescimento de mais de cinco pontos percentuais em relação à pesquisa feita em 2005.

O nível de gastos e investimentos em CE, no entanto, não apresentou aumentos expressivos, atingindo a média geral de 1,11% da receita líquida das empresas, de 0,34% na Indústria, 1,04% no comércio, e 1,58% nos Serviços (incluindo bancos).

Na avaliação dos aspectos de CE, a preocupação com Privacidade e Segurança deu lugar ao Relacionamento com Clientes. Todos os outros itens, como Adequação de Produtos e Serviços, Alinhamento Estratégico, Sistemas Eletrônicos de Pagamento etc., também apresentaram crescimento, após uma queda entre 2004 e 2005. "A atitude das empresas aqueceu com relação à Internet, principalmente por conta da exposição na mídia", explicou Alberto Luiz Albertin, coordenador do Centro de Tecnologia de Informação Aplicada (CIA) e do Programa de Excelência em Negócios na Era Digital (NED).

Por Paula Pereira e Gustavo Brigatto
Fonte: B2B Magazine e IT Web

Lucro com publicidade na web 2.0 ultrapassa US$ 4 bilhões em 2011

São Paulo - Anúncios na era do conteúdo gerado por usuários chegarão a superar U$ 1 bi este ano, mais que o dobro da renda de 2006.

Em 2011, o lucro obtido através de publicidade relacionada ao conteúdo gerado por usuários da web será de 4,3 bilhões de dólares, informa o relatório “User Generated Report”, do eMarketer. Para este ano, a previsão ficou em 1,04 bilhão de dólares.

A pesquisa analisa as rápidas mudanças trazidas pela geração de conteúdo pelos usuários, além da distribuição do mesmo. Em 2006, o número ficou em 450 milhões de dólares - menos da metade do total previsto para 2007.

É a primeira vez que consumidores determinam o que é produzido e onde este material é distribuído, afirma o relatório. Esta função, até então, era designada aos publicitários.

A pesquisa foi liderada por empresas que encabeçam o fenômeno conhecido como web 2.0. Entre elas estão MySpace, YouTube, Facebook e Photobucket.

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 25 de junho de 2007 às 17h21
Atualizada em 25 de junho de 2007 às 18h32