Elemento humano e mecanismos de busca em perfeita sintonia.
Que a pesquisa simples dos motores convencionais de busca atende às necessidades corriqueiras dos internautas, isso já sabemos. A novidade ou o ‘pulo do gato’ dos que necessitam informações de qualidade superior são as ferramentas de busca chamadas ‘sociais’.
Sociais porque fazem uso do mais inteligente ferramental: o cérebro humano. E mais, da interação e da colaboração online entre os internautas. O famoso princípio da web 2.0 funciona perfeitamente nesse tipo de ferramenta.
Iniciativas como o Open Directory Project (disponível em inglês, francês, espanhol e alemão), diretório organizado por editores voluntários que categorizam a informação em sub-temas; e o SobreSites (nacional); são elaboradas por editores voluntários e especialistas em suas áreas que formam uma rede de informações aberta a todos os assuntos e classificada, organizada.
A diferença da busca social para os motores de buscas convencionais é que a primeira trabalha com a colaboração e a interação entre as pessoas como forma de dispor a informação e a segunda, faz uso apenas da tecnologia, oferecendo, muitas vezes, informação sem utilidade para quem fez a pesquisa.
As buscas sociais se distinguem das enciclopédias ou dos projetos colaborativos, pois não há produção de conteúdo, apenas reunião, segmentação, classificação, ‘empacotamento’ e oferta para o consumo.
A combinação motor de busca, organização da informação e intervenção humana torna o processo mais assertivo e relevante para o internauta que realizou a busca.
terça-feira, 24 de julho de 2007
Número de sites cresce vertiginosamente
Se tirássemos uma fotografia da web atual, teríamos 125 milhões de sites, segundo pesquisa feita pela Netcraft.
No ano de 2006, a web teve uma adição de 30,9 milhões de novos sites. Só no primeiro semestre de 2007, já foram 20,4 milhões.
Muito desse crescimento se explica pelos conteúdos gerados pelos usuários. A cada dia fica mais fácil ter um blog, uma página pessoal, cadastrar-se em um site de relacionamentos, compartilhar fotos e vídeos. Esse universo, representa mais de 4% de toda a web, segundo notícia do site AdNews. E esse percentual tende a crescer.
Sem ser futurólogo, é possível prever que teremos ainda pela frente um número considerável de novas iniciativas web. Isso porque ainda temos um grande contingente de indivíduos sem acesso à rede. Só aqui no Brasil, temos mais de 150 milhões de pessoas. Imagine se cada uma dessas pessoas, atualmente excluídas da rede, tiverem cada uma seu blog? Só nessa contagem já mais que dobraríamos a quantidade existente.
No ano de 2006, a web teve uma adição de 30,9 milhões de novos sites. Só no primeiro semestre de 2007, já foram 20,4 milhões.
Muito desse crescimento se explica pelos conteúdos gerados pelos usuários. A cada dia fica mais fácil ter um blog, uma página pessoal, cadastrar-se em um site de relacionamentos, compartilhar fotos e vídeos. Esse universo, representa mais de 4% de toda a web, segundo notícia do site AdNews. E esse percentual tende a crescer.
Sem ser futurólogo, é possível prever que teremos ainda pela frente um número considerável de novas iniciativas web. Isso porque ainda temos um grande contingente de indivíduos sem acesso à rede. Só aqui no Brasil, temos mais de 150 milhões de pessoas. Imagine se cada uma dessas pessoas, atualmente excluídas da rede, tiverem cada uma seu blog? Só nessa contagem já mais que dobraríamos a quantidade existente.
Ainda há espaço no segmento das buscas pela web
Recente pesquisa da ComScore apontou um dado interessante no mercado das buscas em junho: cerca de 13% das buscas na internet originadas nos Estados Unidos, durante o mês, foram efetuadas pelo site da Microsoft (aumento de 2,9 pontos percentuais em relação a maio), o que acarretou na conquista de share de mercado que antes era pertencente ao Google e ao Yahoo!.
Embora o Google continue na liderança com 49,5% do segmento de buscas, seguido por Yahoo com 25,1% e Microsoft com 12,8%, ainda há um espaço a ser explorado neste segmento.
Conforme já havíamos comentado anteriormente, a busca pura e simples passa a ceder espaço para a busca social, aquela na qual a intervenção humana tem valor e faz a diferença.
Outro ponto que vale ser comentado é que ainda assistiremos a muita disputa pela preferência dos internautas neste segmento. Audiência para esses sites significa mais publicidade e, portanto, mais investimentos para os acionistas.
Embora o Google continue na liderança com 49,5% do segmento de buscas, seguido por Yahoo com 25,1% e Microsoft com 12,8%, ainda há um espaço a ser explorado neste segmento.
Conforme já havíamos comentado anteriormente, a busca pura e simples passa a ceder espaço para a busca social, aquela na qual a intervenção humana tem valor e faz a diferença.
Outro ponto que vale ser comentado é que ainda assistiremos a muita disputa pela preferência dos internautas neste segmento. Audiência para esses sites significa mais publicidade e, portanto, mais investimentos para os acionistas.
22% da População Mundial Estará Online em 2011. Brasil Será Um Dos Catalisadores!
O site JupiterResearch afirma que a população de internautas aumentará de 1100 milhões de utilizadores - estimados em 2006 - para 1500 milhões em 2011 representando então 22% da população mundial. Países como o Brasil, Rússia, India e China serão alguns dos grandes catalisadores deste elevado crescimento como é referido no estudo “Worldwide Online Population Forecast, 2006 to 2011: Emerging Economies Catalyze Future Growth”.
Ao mesmo tempo, zonas do globo como os EUA, Canadá, Japão e Europa Ocidental terão naturalmente um abrandamento de crescimento já que estas áreas foram pioneiras na adesão à internet e representam já nesta altura uma população mais amadurecida neste meio. Os EUA verão os 21% de representação da população internauta cair para um valor próximo do 17% segundo a previsão da JupiterResearch.
Mas números absolutos são diferentes de valores relativos e nesses os Norte-Americanos e a Europa continuarão a possuir a maior taxa de penetração do globo com uns saudáveis 76% a irem para os EUA e Canadá prevendo-se que na Europa os valores sejam também próximos dessa marca.
Boas navegações!
segunda-feira, 23 de julho de 2007
5 dicas para melhorar o resultado do e-mail marketing
Preocupe-se com a apresentação da mensagem
Otimize o nome do remetente e assunto da mensagem. Geralmente, o nome do remetente é o que determina se o e-mail marketing será deletado. O assunto é o que motiva as pessoas a abrirem o e-mail. Já existem ferramentas de e-mail marketing que contemplam recursos para visualização de como o nome do remetente e o assunto serão exibidos em diversos provedores e programas de e-mail.
A apresentação da sua mensagem pode ser prejudicada por conta dos diversos provedores, portanto, evite o uso do CSS, Java Script e formulários.
Trabalhe o formato da mensagem em uma área máxima de 450 pixels de largura e deixe a altura o menor possível para evitar barra de rolagem.
Simplifique a mensagem
Os profissionais tendem a enviar as mensagens sobrecarregadas de ofertas, provocando rejeição por parte dos destinatários. Simplifique o conteúdo.
Concentre-se na mensagem principal, ela levará o destinatário ao objetivo da ação.
O topo da mensagem é visualizado primeiro, utilize-o para a identificação da empresa e para transmitir o objetivo da ação.
Se a mensagem estiver clara e objetiva, será transmitida não apenas para os que costumam ler, mas também para os destinatários que visualizam rapidamente.
Não utilize apenas imagens. Deve haver um equilíbrio entre textos e imagens.
Lembre-se de diferenciar as mídias offline e online. Cada uma requer sua própria abordagem.
Considere o hábito de visualização do destinatário
Seus clientes não interagem com o e-mail marketing da mesma forma que o fazem com a mídia impressa ou páginas da web. Diagrame a mensagem de forma que a informação fique pertinente com a ação.
Imagens podem ser bloqueadas em muitos programas de e-mail. Para que a mensagem principal não seja perdida, inclua sempre um texto alternativo nas imagens (Alt Tags).
Não esqueça que alguns leitores de e-mail não aceitam Html, portanto, inclua sempre a versão texto (plain text).
Preocupe-se com a entrega
Lembre-se que antes de ser entregue na caixa postal dos destinatários, a mensagem é submetida a rigorosos filtros anti-spam. Existem diversos filtros e, dentre eles, há o filtro por palavras, que pontua o e-mail marketing de acordo com as palavras encontradas no texto, podendo classificá-lo como spam. Prefira ferramentas de e-mail marketing que contemplem o teste de spam. Assim, antes do envio, será possível fazer as alterações de texto necessárias, melhorar a pontuação do e-mail marketing e evitar que seja bloqueado por spam.
Respeite o seu destinatário
No processo do opt-in (permissão de recebimento de mensagens eletrônicas), ofereça sempre opções por assunto e frequência de recebimento de mensagens.
Nunca esqueça do double opt-in: envio de mensagem para confirmar e ativar a opção de recebimento.
Deixe clara a sua política de privacidade.
Lembre-se que o destinatário lhe concedeu a permissão para comunicar-se com ele através do e-mail. Não abuse desse privilégio!
* Walter Sabini Junior é CEO da Virid Interatividade Digital, empresa especializada em soluções e serviços de marketing digital
jr@virid.com.br
Otimize o nome do remetente e assunto da mensagem. Geralmente, o nome do remetente é o que determina se o e-mail marketing será deletado. O assunto é o que motiva as pessoas a abrirem o e-mail. Já existem ferramentas de e-mail marketing que contemplam recursos para visualização de como o nome do remetente e o assunto serão exibidos em diversos provedores e programas de e-mail.
A apresentação da sua mensagem pode ser prejudicada por conta dos diversos provedores, portanto, evite o uso do CSS, Java Script e formulários.
Trabalhe o formato da mensagem em uma área máxima de 450 pixels de largura e deixe a altura o menor possível para evitar barra de rolagem.
Simplifique a mensagem
Os profissionais tendem a enviar as mensagens sobrecarregadas de ofertas, provocando rejeição por parte dos destinatários. Simplifique o conteúdo.
Concentre-se na mensagem principal, ela levará o destinatário ao objetivo da ação.
O topo da mensagem é visualizado primeiro, utilize-o para a identificação da empresa e para transmitir o objetivo da ação.
Se a mensagem estiver clara e objetiva, será transmitida não apenas para os que costumam ler, mas também para os destinatários que visualizam rapidamente.
Não utilize apenas imagens. Deve haver um equilíbrio entre textos e imagens.
Lembre-se de diferenciar as mídias offline e online. Cada uma requer sua própria abordagem.
Considere o hábito de visualização do destinatário
Seus clientes não interagem com o e-mail marketing da mesma forma que o fazem com a mídia impressa ou páginas da web. Diagrame a mensagem de forma que a informação fique pertinente com a ação.
Imagens podem ser bloqueadas em muitos programas de e-mail. Para que a mensagem principal não seja perdida, inclua sempre um texto alternativo nas imagens (Alt Tags).
Não esqueça que alguns leitores de e-mail não aceitam Html, portanto, inclua sempre a versão texto (plain text).
Preocupe-se com a entrega
Lembre-se que antes de ser entregue na caixa postal dos destinatários, a mensagem é submetida a rigorosos filtros anti-spam. Existem diversos filtros e, dentre eles, há o filtro por palavras, que pontua o e-mail marketing de acordo com as palavras encontradas no texto, podendo classificá-lo como spam. Prefira ferramentas de e-mail marketing que contemplem o teste de spam. Assim, antes do envio, será possível fazer as alterações de texto necessárias, melhorar a pontuação do e-mail marketing e evitar que seja bloqueado por spam.
Respeite o seu destinatário
No processo do opt-in (permissão de recebimento de mensagens eletrônicas), ofereça sempre opções por assunto e frequência de recebimento de mensagens.
Nunca esqueça do double opt-in: envio de mensagem para confirmar e ativar a opção de recebimento.
Deixe clara a sua política de privacidade.
Lembre-se que o destinatário lhe concedeu a permissão para comunicar-se com ele através do e-mail. Não abuse desse privilégio!
* Walter Sabini Junior é CEO da Virid Interatividade Digital, empresa especializada em soluções e serviços de marketing digital
jr@virid.com.br
quarta-feira, 18 de julho de 2007
Para onde vai a Propaganda? A evolução da publicidade e suas tendências.
Em 2006 o vídeo na internet estourou e mudou o rumo da publicidade e da propaganda. O mais famoso site e o mais acessado entre diversos públicos, o Youtube, virou sucesso porque oferece ao usuário, ou profissionais amadores, espaço e facilidades para mostrarem seu talento. A cada esquina encontramos um produtor de TV, um camera man um editor.
Comerciais criados por consumidores ganham destaque na propaganda que será obrigada a repensar seu modelo. Essa estratégia é cada vez mais usada: a marca convida os usuários a criarem seus próprios filmes que passam por uma votação popular e o mais votado leva o prêmio. Uma forma muito mais barata de se fazer propaganda e com pesquisa grátis, muito inteligente.
É a lógica da democratização da produção e dos meios de distribuição que chega na publicidade. A propaganda participatória afetou o mercado, onde a produção e o acesso democratizado ao conteúdo têm colocado em evidência empresas e mercados até então estabelecidos.
Vivemos na era da interatividade, mas será que a propaganda acompanhou esta evolução?
Na verdade essa evolução é a publicidade online, que deve ser um complemento da publicidade offline, e entre elas há uma grande diferença. A online permite interatividade de alto nível misturada à interatividade emocional. Outro fator é que há um aspecto participativo que vai além do interativo. O participativo começa a se manifestar com a web 2.0. Um grande exemplo são os blogs, onde o usuário participa através de comentários, participa com conteúdo ou na disseminação( como é o caso do viral). O que antes era uma brincadeira de adolescentes “internéticos” se transformou numa gloriosa ferramenta de marketing.
Outra grande mudança que incomoda publicitários por aí é a chegada da TV Digital. O meio de comunicação mais popular e lucrativo do país, a TV, está prestes a sofrer uma revolução que afetará diretamente a propaganda. O “ganha pão” da maioria das agências, os famosos filminhos de 30 segundos, nunca esteve tão ameaçado. A informação vai deixar de ser imposta pelas redes e vai passar a ser escolhida pelo usuário (mais uma vez ele no poder). A TV digital permitirá a interatividade (olha ela aí de novo). Poderemos interagir com o conteúdo da TV, participar de votações, jogos, mandar e–mails e fazer compras.
O futuro definitivamente é a participação e o meio é a mensagem. A revolução já aconteceu, e a publicidade precisa se adaptar a esse mercado cada vez mais particular, onde o consumidor quer aparecer, participar, mexer, escolher. Ele quer ser a mensagem. Se a publicidade não acompanhar esta mudança, aprender a vender produtos e serviços com interatividade e sob demanda, pode perder sua relevância.
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Quem Procura Acha. Tecnologias que facilitam a busca na Internet.
Imaginem procurar um produto na internet sem um mecanismo de busca. Ou mesmo comprar o primeiro produto que achar sem compará-lo com outros produtos ou pesquisar outros preços. Achar uma informação para um trabalho ou uma viagem, em meio a bilhões de páginas existentes na imensidão da rede. Tarefa complicada.
Segundo dados do Ibope/NetRatings, no Brasil 7,8 milhões de internautas acessam esses serviços de casa. Isso significa que dois em cada três usuários brasileiros da rede recorrem a sites de busca. Se não pudéssemos contar com a alta tecnologia desses sites, seria o caos.
Em relação ao comércio eletrônico, os comparadores de preço têm papel fundamental para o sucesso desse mercado, principalmente aqui no Brasil, já que em minha opinião, a maioria dos brasileiros gosta de pechinchar, de ir atrás do melhor preço, do melhor custo-benefício; diria que isso vem da nossa cultura. Outro fator é que em nosso país existe um alto índice de informalidade, o que faz com que tenhamos diferenças significantes entre preços. E por fim, a diferença gritante de impostos entre estados, um fato que incentiva não só a comparação, mas também o comércio eletrônico em geral. Afinal, nada nos impede de comprar um produto que está mais barato lá em Recife, ou em Manaus.
Os sites de busca e comparação de preços evoluíram tanto que são capazes de trazer milhares de resultados em um terço de segundo. Parece loucura, mas é realmente necessário, principalmente na cena do comércio eletrônico que a cada dia ganha mais adeptos e onde essa tecnologia acaba tornando a concorrência ainda mais acirrada, afinal, é muito fácil e rápido constatar a diferença de preços ou de vantagens entre produtos e fazer o melhor negócio.
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