Quem sou eu

Curitiba, Parana, Brazil
Tenho 6 anos, nasci em 19/04/2002 no dia do índio. Gosto muito de batata frita, maça, viajar, ir ao cinema, brincar e ir pra escola.

domingo, 8 de julho de 2007

A segunda onda do varejo virtual


Depois do sucesso do Submarino, chegou a vez de grandes redes do comércio surfarem nas vendas pela internet

Primeiro foram os sites voltados exclusivamente para o comércio eletrônico nos anos 90. Submarino e Americanas.com mostraram a viabilidade de se vender pela internet. Agora, nos próximos meses, começa, finalmente, a segunda onda do varejo virtual, tantas vezes tentada e nunca atingida. Nela, surfarão os grandes nomes do comércio tradicional - Pão de Açúcar, Casas Bahia e Carrefour. Desde 2001, quando o portal Amélia, do grupo Pão de Açúcar, foi substituído pelo atual site da empresa, nada de novo acontecia por essas bandas. Até que dias atrás os anúncios começaram.

Em cinco meses, o Carrefour inaugura um serviço de vendas de pacotes turísticos na web e, até o segundo trimestre de 2008, inicia a comercialização de produtos em geral. A Casas Bahia afirma que "provavelmente" iniciará as vendas virtuais no ano que vem. Euforias à parte, até agora os estudos sobre o segmento caminhavam a passos de tartaruga. A animação com o "novo" mercado sempre foi comedida, e o posicionamento, cauteloso. Não é para menos: há uma série de avaliações que precisam ser feitas, cuidadosamente, antes de colocar a marca na internet. A principal referese à logística e distribuição. Esse é o coração do sistema. Tropeços contínuos nesse campo "matam" a credibilidade, arranham a imagem da rede e as vendas não decolam. "Tudo precisa funcionar bem acertadinho", diz Alexandre Ribeiro, diretor de novos negócios do Carrefour. "Até o final de julho, concluiremos o relatório interno que determinará nosso modelo de venda na web."


Já é possível ter uma idéia do caminho que a rede tomará. A área de logística e distribuição do site deverá funcionar de forma independente daquela que atende as lojas tradicionais. A venda de alimentos não será foco da operação, a princípio. Os serviços voltados para turismo serão hospedados num portal à parte, e contarão com a base operacional da operadora CVC e a plataforma de ecommerce da empresa Amadeus. O que atrai Carrefour e seus concorrentes para a web é o crescimento vigoroso desse mercado. Em 2006, as vendas eletrônicas somaram R$ 4,4 bilhões no País. Para este ano, a previsão é de R$ 6,4 bilhões, 45% a mais.Cerca de dez milhões de consumidores compram na rede. Mesmo assim, as empresas demonstram cautela. "Estamos realizando pesquisas para lançarmos um portal com um sistema simples e fácil", afirma Michael Klein, diretor executivo da Casas Bahia. A empresa planeja abrir a sua loja virtual somente quando alcançar a meta de quatro milhões de cartões de crédito com sua marca. Atualmente são 2,5 milhões de unidades. A meta não deverá ser atingida antes de 2008. Essa cautela é reforçada por experiências malsucedidas, como o portal Amélia, do Pão de Açúcar, cujo objetivo era se tornar o grande canal de varejo virtual do País.

Um ano depois, o projeto foi abandonado. Ficou apenas o site tradicional. Agora, a rede acompanha com atenção os passos dos concorrentes. "Mais cedo ou mais tarde, eles iriam entrar", diz João Edson Gravata, diretor de operações do Pão de Açúcar. "O que eles estão imaginando criar, nos já analisamos e sabemos se pode ou não dar certo", cutuca. Quem parece pouco interessado no assunto é a Wal-Mart, maior rede de varejo do mundo. Em novembro de 2006, o presidente da companhia, Vicente Trius, anunciou que entraria no comércio virtual em 2007. O comunicado pegou de surpresa até a diretoria da rede. Pois, desde então, nada aconteceu. O tema não tem sido tratado como prioridade pela empresa e é preciso do aval dos americanos para que o projeto caminhe. Enquanto não decidem, os outros vão chegando, e fazendo barulho.

por Revista Isto é Dinheiro - ADRIANA MATTOS

Acesso à internet cresce 13,1% no mês

Pesquisa mensal do Ibope / NetRatings aponta 7,9 milhões de internautas residenciais no Brasil

Em maio último, o número de brasileiros com acesso pessoal à internet cresceu 13,1% na comparação com abril, atingindo o patamar de 7,9 milhões de pessoas. Os dados são resultado do acompanhamento mensal dos números da internet residencial no Brasil, calculado pelo Ibope / NetRatings.

No mesmo período, a base total de usuários em qualquer ambiente, no Brasil, permaneceu estável em 33,1 milhões.

Assim, o Brasil continua a ser o país com maior tempo médio de navegação residencial por pessoa, com recorde de 22 horas e 43 minutos, quase 1 hora a mais do que em abril.

por IT Web

Os campeões das compras online

Pesquisa da Jupiter Research aponta hispânicos como grupo étnico que mais gasta com e-commerce

Os hispânicos vão sustentar os gastos com compras online, mais do que qualquer outro grupo étnico nos próximos anos, de acordo com uma pesquisa da Jupiter Research.

Segundo o estudo "Hispanic Shoppers Online 2007", os consumidores hispânicos vão gastar US$ 12,8 bilhões em compras online. Além disto, a participação deste determinado grupo deve crescer para US$ 21,6 bilhões até 2011, quando representarão 13% de todos os consumidores online.

Além deste aspecto, a pesquisa identificou que os hispânicos utilizam a internet com mais freqüência para pesquisar opções de compra do que os não hispânicos, além de terem uma participação mais ativa no fornecimento de feedback. Segundo a Jupiter Research, 34% dos hispânicos contribuem com o preenchimento de formulários de satisfação, contra 28% dos não-hispânicos.

por IT Web

46% das empresas brasileiras desenvolvem em Java

Entre as empresas brasileiras de software, predomina o uso de linguagem de programação Java, citada por 46% dos entrevistados pela pesquisa realizada pela MBI - Mayer & Bunge Informática, em colaboração com a Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação, Software e Internet (Assespro - São Paulo) e do Instituto de Tecnologia de Software (ITS). A pesquisa traçou um panorama das 50 maiores representantes do setor.

Outros 20% utilizam linguagem C ou C++ para desenvolver software, e 36% trabalham com Visual Basic. Delphi foi citado por 32% dos entrevistados. Tecnologias consideradas mortas também foram citadas pelos desenvolvedores brasileiros, como Clipper (10%), Cobol (6%) e PHP (4%).

Banco de dados

Que a Microsoft e a Oracle polarizam o mercado brasileiro não é novidade. Uma pesquisa mostra, no entanto, como a Microsoft possui uma estratégia mais influente sobre seus parceiros na adoção de novas tecnologias.

Segundo o estudo, que entrevistou as 50 maiores empresas brasileiras de software, 68% dos entrevistados desenvolvem sistemas com suporte a versões mais antigas da Oracle (Oracle 91 ou anterior), contra 54% que já suportam o Oracle 10g. Já em relação ao ambiente Microsoft, 62% dos parceiros já desenvolvem sobre o SQL 2000, contra 52% que só abarcam SQL 7.0 ou versão anterior.

Ligia Sanchez
Fonte: IT Web

sábado, 7 de julho de 2007

Face your pockets!

Existem coisas que ficam nos nossos bolsos, bolsa ou carteira por tanto tempo que quase fazem nascer uma nova sociedade lá dentro. Bilhetes de cinema, cartões, recibos, papel de bala e milhares de outros micro-seres. Face your pockets é um projeto em que você tira essas coisas do seus bolsos, coloca em um scanner junto com a sua cara e voilà… tira uma foto. É como se o que você carrega representasse o que você é.

Já existem 130 imagens no acervo deles, quem quiser fazer sua própria, sinta-se a vontade. Envie com seu nome, ocupação e objetos que incluiu na foto para faceyourpockets@gmail.com.

Atenção: durante o processo de scanner é recomendado ficar de olhos fechados.

O Verbo é Clipar.

Eu continuo procurando por ferramentas que possam te ajudar a ser mais produtivo, free of escritórios e melhor armado para o que vem por aí. Eu quero te apresentar agora o Clipmarks. Com o Clipmarks você pode "clipar" as melhores partes das páginas na web seja um parágrafo, frases, imagens ou vídeos sem a necessidade de "salvar a página inteira no seu favoritos". Você pode capturar apenas os pedaços que você quiser e criar uma espécie de caderno de anotações na web.

Além disso, Você pode salvar os clips apenas para você ou compartilhar com os amigos. Você pode postar direto no seu blog se quiser. Uma vez clipado algum assunto, o Clipmarks te ajuda a encontrar coisas que interessam a você.

Experimente!

Buzzca estréia com mais de 1,2 mil blogs

SÃO PAULO – Entrou no ar o Buzzca, diretório brasileiro de blogs e podcasts, criado pela agência de mídia social Riot.

Similar a sites como Technorati e BlogBlogs, o Buzzca reúne endereços que trabalham exclusivamente com conteúdo produzido por internautas, como blogs, podcasts e videocasts, fazendo uma divisão em diferentes categorias. Entre elas estão Blogs Corporativos, Cinema, Downloads, Jornalismo e Tecnologia.

Segundo Pedro Ivo, diretor-executivo da Riot, na primeira semana de existência do Buzzca já são mais de 1 250 páginas. “Por enquanto, o conteúdo ainda passa por uma moderação, mas a idéia é que a gente torne o site aberto para funcionar de forma colaborativa, como uma Wikipedia”, afirma o diretor.

Além de classificar os blogs em diferentes rankings como mais visitados, mais comentados e os mais pontuados, a página traz uma nuvem de tags com os temas que estão em evidência. O destaque fica para os widgets, que possibilitam a interação entre blogs. Um deles, cria um espaço na página do internauta para mostrar os últimos posts dos seus feeds favoritos.

De acordo com Ivo, a idéia do site surgiu a partir de uma necessidade da própria agência, que lida com blogs como uma ferramenta de negócio. “Criamos um sistema interno que dividia os sites em categorias e decidimos abrir para o público”, diz o diretor. A expectativa, segundo Ivo, é que o diretório tenha cerca de 5 mil acessos diários nos próximos dois meses.

Bruno Ferrari, da INFO